terça-feira, 29 de abril de 2008

Auxílio a família Ferreira










A família Ferreira teve sua casa incendiada na quinta-feira( 10/04/08) de madrugada (provavelmente por um curto circuito). Eles moram na Vila dos Sargentos – Serraria- Terra Nostra, e para aqueles que conhecem a comunidade são sabedores das dificuldades que ali a maioria das famílias passam. A Terra Nostra é composta por "vielinhas " dentro da vila. Ficamos sabendo do fato pela comunidade madrinha da qual minha família participa Paróquia do Santuário de Santa Rita de Cássia.










Queridos irmãos em Cristo

Graças a Deus e a vários corações misericordiosos, enviamos algumas fotos do início da reconstrução do lar da família Ferreira.
O material está sendo adquirido e enviado aos poucos em função de local para armazenar e espaço para trabalhar.
Os parentes estão ajudando na reconstrução, porém a obra é somente no fim de semana.
A esposa já está em casa, mas ainda com as duas pernas engessadas. A sua cunhada que realiza as refeições e ajuda com a criançada.

Indicação:
1) a casa de tijolos que aparece é do vizinho;
2) a parede de concreto refere-se ao muro de contenção das lagoas de tratamento do DMAE a beira do Guaíba.
3) Início do alicerce e alguns tijolos
4) Ganhou armários, escada, roupas.
5) A comunidade fez uma peça onde se encontra as roupas, armários e uma cama.
6) E ele fez um puxado de madeira para colocar o sofá que ganhou. Na porta encontra-se o Sr. Ferreira e o nosso filho Steffano.

Agradecemos novamente a doação de cada um.
Deus os abençoe e que nunca vos deixe faltar o essencial.
Um grande abraço

" Santa Rita rogai por nós, intercedei à Deus por nós."

Ketty e Alexandre

sexta-feira, 25 de abril de 2008

A BOMBA D’ÁGUA




Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto.

Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.

Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada.

Ele se arrastou até a bomba, e começou a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu.

Desapontado, caiu prostrado, para trás e notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:- “Meu amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando sobre ela toda a água dessa garrafa. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir, para o próximo viajante”.

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato lá estava a água. De repente, ele se viu num dilema.

Se bebesse a água ele poderia sobreviver. Mas se despejasse aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse morreria de sede.

Que fazer? Despejar a água da velha garrafa na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba pôs-se a ranger e a chiar sem fim. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando e chiando. Então surgiu um fiozinho de água, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância! Para alivio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca e cristalina.

Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante. Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota: “Creia-me, funciona”.

Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.

Várias lições preciosas podemos extrair dessa história.

Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto, pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento.

Quantos Ficam parados satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar significativas vitórias.

E você... O que está faltando para despojar esta garrafa de água guardada que está preste a beber, e conseguir água fresca em abundância de uma nova fonte?

terça-feira, 22 de abril de 2008

PADRE HENRI CAFFAREL. Por que uma beatificação?


O Arcebispo de Paris, a pedido das Equipes de Nossa Senhora representadas pela Equipe Responsável Internacional, abriu a instrução da Causa de beatificação do Padre Henri Caffarel. O decreto de abertura foi lido em Lourdes, em 18 de setembro de 2006, no décimo aniversário da sua morte. Uma pergunta bem simples: por que uma beatificação? A resposta vale para todos aqueles que a Igreja pretende beatificar.

A Igreja beatifica um servo ou uma serva de Deus, em primeiro lugar, para dar graças a Deus. Queremos reconhecer a presença e a ação de Deus em alguém. Ninguém pode tornar-se santo sem a graça de Deus, porque somente Deus é santo. Em algumas pessoas, Deus faz resplandecer a sua santidade de forma deslumbrante. E o mínimo que se pode fazer, se me permitem dizê-lo, é reconhecer a obra de Deus e agradecer a Ele por ela. A personalidade de Madre Teresa é respeitada no mundo inteiro. Vemos nela uma caridade extraordinária, que vem de Deus. A sua fé, burilada na provação, foi forte e a sua esperança indomável...






A Igreja, ao beatificá-la, rende glória a Deus, que dá a um de nós a graça de viver o amor, um amor mais forte que a morte, mais forte que todas as mortes da Índia e do mundo inteiro! As Equipes de Nossa Senhora reconhecem no Padre Caffarel “um homem arrebatado por Deus”, ao retomar a expressão de Jean Allemand, seu biógrafo, que escreveu: “Deus arrebatou o seu servo para que ele mostrasse a grandeza do sacramento do Matrimônio e o lugar central da oração na vida cristã”. O Padre Caffarel sempre quis seguir a Cristo, deixar-se guiar por sua vontade, que ele discernia na oração. Todas as testemunhas da vida do Padre Caffarel falam dessa presença de Deus nele.
A Igreja também beatifica alguém para o bem do povo cristão e para o mundo. Tendo reconhecido a presença e a ação de Deus num de seus servos ou de suas servas, a Igreja pensa que não deve colocar a luz sob o alqueire... Essa luz precisa ser vista, para que todos possam beneficiar-se dela.



Numa época em que o início e o fim da vida são questionados, onde a pobreza do mundo aumenta, a beatificação de Madre Teresa é uma luz para todos. Como diz um prefácio eucarístico para os santos: “o seu exemplo nos encoraja”. Da mesma forma, Deus deu à Igreja o Padre Henry Caffarel para que todos os cristãos pudessem redescobrir o sentido do casamento, da oração, da Igreja. Semelhante tesouro não pode ficar escondido... 
Aos equipistas cabe a tarefa de promover a causa da beatificação do Padre Caffarel, para que todos os casais cristãos possam ter a alegria de viver melhor o amor de Deus em suas vidas e testemunhá-lo no mundo.

Não podemos privar das luzes extraordinárias que o Padre Caffarel nos deu tantos homens e mulheres que procuram se amar.

Uma beatificação não é um certificado de ausência total de defeitos. A história da Igreja nos revela que muitos santos tinham temperamentos estranhos! No entanto, assim como nós, procuraram converter-se. A força de Deus, contudo, ao agir neles com o seu consentimento irrestrito, produziu maravilhas. O “doce” São Francisco de Sales precisou vencer um temperamento colérico. Nos santos, as virtudes foram vividas de maneira heróica, isto é excepcional. Esse caminho de conversão que eles seguiram faz com que eles sejam próximos de nós e isso também nos encoraja. O Padre Caffarel conheceu esse caminho, e é impressionante ver o quanto ele ajudou os outros a viver da santidade de Deus. A santidade é viver de Deus e dar essa vida aos outros. Alguém disse a seu respeito: “Assim que vi o Padre Caffarel, soube que estava diante de um santo”.
Quem pede à Igreja que beatifique alguém? Lembramo-nos do enterro de João Paulo II e dos gritos do povo: “Santo súbito!”. O reconhecimento da santidade de alguém é sempre o fruto da fé do povo cristão.








A Equipe Responsável Internacional pediu a abertura da Causa do Padre Caffarel porque constatou o fortís­simo apego dos equipistas do Brasil àquele que por três vezes estivera no seu país.
A ERI constatou, principalmente, que esse apego provinha de uma “presença” do Padre Caffarel. Lá, ele está vivo. Essa presença significa que Deus fala sempre de maneira forte por meio do seu servo para mostrar a grandeza do matrimônio e da oração.


Na França, os equipistas descobrem cada vez mais a importância e a riqueza da personalidade e da mensagem do seu fundador. Eles consideram que aí reside um tesouro que deve ser repartido. Os equipistas dos demais países, também eles, estão cada vez mais conscientes da importância da Causa para o mundo.
O Padre Caffarel está vivo. Ele nos fala. Leiamos os seus escritos, recebamos a sua luz. Orar a ele é viver com ele no caminho do matrimônio, esse “caminho de santidade”, e no caminho do encontro com Deus.



Frei Paul-Dominique Marcovits, o.p. Sac. Postulador da Causa de Beatificação de Pe. Caffarel

Tradução de Monique e Gerard Duchêne / CARTA MENSAL ABRIL 2008

sábado, 19 de abril de 2008

Equipos de Nuestra Señora


Si los Equipos de Nuestra Señora no fueran un vivero de hombres y mujeres listos a asumir con coraje todas sus responsabilidades en la Iglesia y en el mundo, perderían su razón de ser" Subrayemos también esa afirmación esencial: "... un Equipo no debe ser una concha, debe ser una fuente donde se viene a beber la caridad de Cristo para poder llevarla a los que están en torno a nosotros. No se entra en un Equipo para aislarse con algunos electos, si no para aprender a donarse a todos"

Padre Henri Caffarel

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Crescer para AJUDAR !









Olá amigos! Mais uma semana que finda e já passamos pelas 3 primeiras provas do 6º semestre do curso de agronomia, vamos lutando, pois na quarta feira tem verificação da disciplina de plantas daninhas! Interessante como lembro das parabolas de Jesus, quando estudo este assunto.
Porem o que quero partilhar é parte de uma palestra do Padre Flavio Cavalca, onde me identifiquei. Ele diz: "

· Quanto mais avançar, tanto mais poderá ajudar; quanto mais ajudar, tanto mais avançará

Podemos pensar no estudo dos temas das ENS e também no estudo profissional, quanto mais saber eu adquiro, mais eu posso ajudar o próximo e mais irei crescer! Certamente o retorno financeiro virá , mas isso não deve ser o primeiro objetivo. Principalmente para nós equipistas!
Bom final de semana! Fiquem com Deus!
Salude hermanos!!
alexandre da Alana



A PROPOSTA - COMPROMISSO DAS ENS

– As ENS oferecem uma caminhada sistemática e metódica para a espiritualidade conjugal. Essa caminhada é caracterizada por:

Vida numa comunidade de casais

· Que é pequena comunidade, célula eclesial

· Que vive a partilha de vida e entreajuda

· Que vive fraternidade no cotidiano

· Que vive intensamente tudo isso em alguns momentos:

o Reunião formal

o Reuniões fraternas (informais, entre equipes...)

Pela proposta de alguns “Pontos Concretos de Esforço”

– Que são meios tradicionais da espiritualidade cristã, adaptados à vida conjugal.

– Que são pontos de referência concretos e precisos, que não permitem escapatórias nem esquecimentos:

· Leitura - escuta da Palavra de Deus

·Leitura diária da Escritura, principalmente dos Evangelhos, com aplicação à vida

· Leitura-estudo de outros textos, filmes, programas etc.

· Além disso: esforço para sempre usar em tudo o discernimento da vontade de Deus

· Oração pessoal (exterior, vocal, interior, meditação etc.)

· Oração conjugal, familiar (e comunitária: paróquia, equipe...)

· Regra de vida: com o devido controle (exame de consciência)

· Diálogo conjugal - Dever de sentar-se

· Retiro anual

Seu compromisso com as ENS

− Querer a perfeição cristã como casado, como casal, através da vida matrimonial, sendo na Equipe e no Setor um elemento ativo para a santificação dos outros

· É questão de coerência

· Só assim poderá de fato ajudar os outros casais na caminhada

· Caso contrário, será estorvo e peso

· Quanto mais avançar, tanto mais poderá ajudar; quanto mais ajudar, tanto mais avançará

− Assumir a vida comunitária numa comunidade de casais

− Estar disponível para assumir responsabilidades e encargos nas ENS no vários níveis

· Sinceramente levando em conta as circunstâncias

· Sabendo que fazer se aprende fazendo (sem apelar para falsas desculpas)

· Para servir e não para dominar

· Sabe amar quem aceita ser amado, sabe ajudar quem aceita ser ajudado

− Irradiar fora do Movimento as propostas das ENS

Conclusão

− Espero ter oferecido uma visão ao mesmo tempo sintética, lógica e concatenada do tema de reflexão proposto para o ano de 2007: “A espiritualidade conjugal e os compromissos das Equipes de Nossa Senhora”.

− Os compromissos, ou melhor, o compromisso das ENS é o de levar os casais à santidade pela vivência do sacramento do matrimônio. Para isso elas existem. Isso procuram os casais que a elas aderem.

− Se os casais equipistas viverem assim, todos poderão ver que “O Casamento e as ENS são caminho de santidade”.

Pe. Flávio Cavalca de Castro, cssr

segunda-feira, 7 de abril de 2008

São José na Vila Nova




Patrono dos carpinteiros, dos pais e da justiça social, tesoureiros, engenheiros, pessoas à procura de casa e trabalhadores manuais. Padroeiro da boa morte.



São José é o patrono da Igreja Universal, dos carpinteiros, dos pais e da justiça social. Para nós católicos, é também o padroeiro da boa morte, uma vez que, muito provavelmente, teve a seu lado no momento derradeiro, Nosso Senhor e a Virgem Maria. Para Santa Teresa D'Ávila - doutora e grande mística da igreja - ele deveria ser ainda o protetor de todos os monges e freiras, devido ao seu belo exemplo de vida. Nada mais justo para o homem santo, que amou a Deus como se fosse seu próprio filho.

No dia 30 de março festejamos nosso santo padroeiro, aqui no bairro vila nova em Porto alegre. Com a presença do arcebispo Dom Dadeus, caminhamos pelas ruas e após tivemos a missa, com a presença das comunidades, pastorais e movimentos.

A missa foi transmitida pela radio Vila Nova FM 89.9, tivemos a acolhida com o padre Osmar Coppi e o salmo cantado por Marlene Pastro. Após tivemos um almoço de confraternização no salão paroquial.

Que no próximo ano façamos uma festa ainda melhor!
São José aumentai nosso fervor!
abraços
alexandre

sexta-feira, 4 de abril de 2008

A Humildade e os dois burrinhos..


Não importa se seus 'burrinhos' amados carregam ouro ou farinha, algodão ou açucar: importa, sim, como carregam, por que carregam. Se existe amor, se o que carregamos em nós for para servir, for para o bem do próximo, Ele se alegrará, porque, então, O estaremos imitando. Esses são os 'burrinhos inteligentes', sábios mesmo, que se dão todinhos para, perdendo-se, ganhar a vida eterna!

(Carlos Martendal)

"Dois burrinhos de carga caminhavam juntos. Um levava ouro; o outro, simples farinha para a tropa. Inutilmente, o segundo burrinho tentava puxar conversa com o primeiro. Este o olhava de cima para baixo, com desprezo. O que aquele burro miserável, carregado de farinha, queria dele, escolhido para levar o ouro? "

Mas aconteceu que os ladrões caíram em cima daquela tropa e logo procuraram o que tinha mais valor. Com um chute mandaram embora o burrinho que carregava a farinha e quase mataram de pancadas o burrinho do ouro, porque o coitado não queria entregar a carga.

Quando os ladrões se foram, o burrinho quase morto pediu socorro ao outro colega, ainda em pé e carregado de farinha. Esse último, a esta altura, desculpou-se por não poder ajudar em nada, porque, afinal, ele era um simples carregador de farinha, absolutamente indigno de aproximar-se de um burro tão importante, escolhido para levar o ouro.

Assim, conclui-se a historinha. Isso acontece a quem se esquece de que, apesar da carga, ou do cargo, continua sendo um burro como todos os outros. Não conheço o autor dessa história, nem lembro onde a encontrei, diz Dom José Conti, mas é tão simples e clara que o povo gosta de ouvi-la e contá-la. É mais uma lição de humildade, uma virtude tão preciosa quanto o bom senso e a inteligência. Jesus falou muitas vezes da humildade; convidou-nos a escolher os últimos lugares, mais conscientes das nossas limitações que inchados pelo nosso orgulho.

No entanto, o mundo anda, mais do que nunca, cheio de arrogantes e fanfarrões. Ao ouvi-los, parece que existem somente eles, os insubstituíveis salvadores da pátria. Os que sabem tudo, ajeitam tudo e, obviamente, criticam todos os outros.

O bom senso nos diz que se nos acomodamos no último lugar, somente poderemos ficar por aí mesmo, ou subir, convidados a maiores tarefas ou responsabilidades. Pelo contrário, quem se achou o tal, ocupando logo os primeiros lugares, só poderá ficar para trás, descendo os degraus da vida.

A inteligência também nos convida à prudência, a reconhecer o valor dos outros, porque sempre poderá aparecer alguém melhor e mais importante do que nós.

Fico pensativo quando vejo ex-cantores, ex-campeões, ex-tudo, mendigar um pouco de luz, porque a estrela deles, ou delas, parece que se apagou. Não sabiam que o sucesso era passageiro, que as modas iam passar e que existem muitas outras coisas que valem na vida, mais do que a fama e a glória dos homens!

Mas os orgulhosos se acham injustiçados, desmerecedo es do esquecimento. Não se conformam com a queda; parece mesmo que tenham vivido só para aquele lugar, em cima, e que seja insuportável sentar mais em baixo. Ao contrário, quem sempre ficou na sombra continuara tranqüilo e satisfeito no seu canto. Se subir, por um tempo, voltara a gostar, como antes, das coisas mais simples e verdadeiras da vida, com menos bajuladores e aproveitadores ao seu redor.

Já deveríamos ter aprendido a lição, mas, infelizmente, sempre haverá quem ache que a humildade seja a virtude dos fracos e dos incapazes. Ao passo que o orgulho e a arrogância seriam as qualidades dos corajosos e dos ousados.

É mesmo, conclui Dom José Conti, cada um de nós é burro do seu jeito." (p. 10) .

Fonte : "Jornal da Diocese de Blumenau".Edição de março deste ano, história escrita por Dom José Conti, Bispo de Macapá.

Parte do artigo de Carlos Martendal. Quer ler na integra?

solicite para programapalavraviva@gmail.com

Bom final de semana a todos!