quinta-feira, 19 de junho de 2008

pesquisa casais jovens ENS



Necessitamos engajar URGENTEMENTE todos os casais jovens (casais em que cada cônjuge tenha menos de 40 anos e menos de 10 anos de casados) numa pesquisa que está sendo realizada pela Equipe Satélite que trabalha com tema "casais jovens". O prazo para as respostas é até 30 de junho. Depois explicaremos o motivo da urgência.

Essa pesquisa terá futuramente implicação no sistema de formação, por isso, nenhum "casal jovem" deve deixar de dar a sua contribuição respondendo ao questionário proposto na pesquisa.

Procedimento 1- Casais que têm acesso à internet

Entrar no endereço

http://www.arquitecturaconvida.com/questionario/menu.html

e, em seguida, "clique" no linck da SR Brasil e peça para abrir o questionário. A seguir responda as questões e as envie as respostas acionando o ícone "enviar" no fim do questionário.

Procedimento 2 - Casais que não têm acesso à internet

Pegar um questionário com o seu CRR, CRS ou com um casal que tenha acesso à internet através do endereço acima..
Responder as perguntas por escrito (os comentários são tão importantes quanto as respostas objetivas).
Passar as respostas para a Equipe Satélite através do CRS, Casal Ligação ou um outro casal equipista que possua acesso a internet.
Para que nenhum Casal Jovem fique fora dessa pesquisa, pedimos que animem suas Regiões e Setores. De nossa parte, providenciaremos ainda enviar para os CRS que não possuem endereço eletrônico esse material em papel.

Desejamos que Deus os ajude a fazerem uma intensa animação a nesses dias que ainda restam.

Abraços e que Deus os abençoe.

Graça e Roberto

www.ens.org.br

terça-feira, 17 de junho de 2008

Semana do Migrante



Nas asas do sonho partem os migrantes,aos milhares e milhões põem-se em marcha;das terras do desemprego e da fomerumam em direção às terras do trabalho e do pão;rompem leis, fronteiras e obstáculos,fortes e frágeis na luta pela vida.

Mas a cada esquina tropeçam e caemcom os mil rostos e mil ciladas da morte: morte filha do tráfico e da violência,que cedo ceifa a flor da juventude;morte filha do trabalho explorado e escravo,que cansa antes do amanhecer e encurva antes dos trinta;morte indefesa e inocente, filha da indiferença,que se alimenta de vidas não nascidas;morte em meio às tempestades da travessia,que no mar ou no deserto frustra o sonho;morte filha da pobreza e da inanição,que a conta-gotas mata os desenraizados;morte da fauna e da flora, grito da terra devastada,a bio em suas distintas formas ameaçada.

Morte nas ruas, cotidiana, quase “cultural”,sangue quente na telinha e nas páginas do jornal;morte do planeta, destruição do meio ambiente,água e ar, rios e florestas, animais e gente!morte espetáculo, na cidade e no campo, banal;espalha silêncio e medo, como coisa natural.

Teimosos, voltam a erguer-se o sonho e o migrante;nas asas do vento, vencem ambos o caminho;o sonho se faz raiz, se faz broto e se faz tronco,se faz árvore, se faz flor e se faz fruto;no chão de uma nova pátria planta raízes,que hão de forjar uma cidadania sem fronteiras,onde acima da raça, língua ou cultura, está a vida.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Um olhar humano





A Liliane, esposa do Gilmar Koerich, meus queridos amigos das Equipes de Nossa Senhora, é professora. Faz pouco mais de dois anos, entregou-me um texto muito bonito do livro "Um olhar para o vale - 100 mensagens de fé, esperança e amor", organizado pelo professor Osvino Toillier. Ali se conta assim: "Quatro crianças brincam juntas, e cada uma resolveu contar suas vantagens, como costuma acontecer em situações como essa. Acrescente-se que todas moravam no mesmo edifício.
A primeira disse:
- Eu moro no primeiro andar e enxergo até o mato que está lá adiante, nos fundos do edifício.
A segunda criança afirmou:
- Eu moro no segundo andar e enxergo por cima daquele mato e vejo a lagoa que está bem mais longe.
A terceira sentenciou:
- Pois eu moro no terceiro andar e enxergo o mais longe de todos: por cima do mato e além da lagoa. Eu vejo lá nos fundos, no horizonte, o mar... Parece que toca o céu.
Aí os três se viraram para o quarto menino - tinha esquecido de dizer que eram quatro guris! -, que era, esse quarto menino, o filho do zelador, cuja moradia era no porão do edifício, - e perguntaram para ele;
- E você enxerga até onde?
Retraído, humilde por sua condição social, a quarta criança respondeu aos amiguinhos:
- Sabe, eu de noite abro a janela, olho para o céu e vejo as estrelas...
Poderia terminar por aqui e teria conteúdo suficiente para esta reflexão.
Mas penso dever convidá-los para juntos refletirmos sobre a incrível profundidade desta estória, ao mesmo tempo tão encantadoramente simples. Qual é o alcance da nossa visão? Até cada um de nós enxerga? E será que, de repente, com nossa preocupação de enxergar longe, também não esquecemos de olhar ao nosso redor, onde pessoas esperam uma palavra de apoio e estímulo?
A proposta de resgatar o humano no homem é da maior relevância para garantir a continuidade das condições de vida no planeta, já que ciência e tecnologia não representam nenhuma garantia para isso, conforme nos ensina a história da humanidade. Basta lembrar Auschwitz e Hiroxima.
É bom lembrar que dos porões se pode ter a visão das estrelas e, segundo o poeta, só quem ama pode ter ouvidos capazes de ouvir e de entender estrelas!".
Ver, olhar! Ver Deus nas pessoas, vê-lo na natureza que nos cerca. É preciso ter olhos que vêem! Deus esta presente em toda parte e sempre nos vê. Quantos crimes seriam evitados, quantos problemas seriam resolvidos, quantas lágrimas seriam enxugadas, quantas aflições seriam suavizadas se a humanidade tivesse consciência do olhar de Deus sempre pousado sobre nós, pondera Teresita Arrãiz na revista "Arautos do Evangelho" de julho de 2007 (p. 37).

Fonte : parte do artigo de Carlos Martendal do programa Palavra Viva.
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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Acolhida

Boa noite a todos! Deus os abençoe!
Pedimos que rezem por tantos que solicitam orações juntando-se aos intercessores e também por nossa região, que no próximo domingo estará, com a intercessão de Nossa Senhora, iniciando algumas experiencias comunitárias. Devemos partilhar este tesouro , esta obra do Espírito Santo: as equipes de nossa senhora. Obrigado padre Caffarel por ter acolhido estes casais e iniciado esta caminhada de santidade!
Obrigado por tantos amigos que conhecemos neste movimento, amigos próximos e distantes. Encontrei estes irmãos no site de LOURDES. A Ilka e o geraldo, e a Cecilia e o jaime , só conhecemos através da rede , mas são queridos como a Silvia e o Vanir, que partilhamos o encontro provincial em Florianópolis. Falando em encontro, esperamos encontra-los no II Encontro nacional das ENS, que já superou os 3000 inscritos.
um abraço fraterno.
alexandre da alana








Jaime e Cecília Boeing (SC, Brasil)

Jaime Boeing e sua esposa Cecília, médica, haviam se inscrito para trabalhar

como voluntários neste Encontro internacional, especificamente para trabalhar

com os doentes. Após a inscrição, Jaime sofreu um acidente, teve lesão cerebral

e ficou paralítico. Isso não desanimou o casal que, apesar de toda a dificuldade,

compareceu ao Encontro dando um fortíssimo testemunho de fé e esperança.

Rezemos muito para que seja feita sempre, em primeiro lugar, a vontade de Deus.

Obrigado, Jaime e Cecilia. A Fé de vocês mantém vivo o amor de Cristo no mundo.

Geraldo e Ilka Travassos (Sao Paulo, Brésil)

Geraldo é médico e, por isso, o casal Travassos se inscreveu para o Encontro de Lourdes, propondo-se a trabalhar com os doentes, como voluntários. Eles elogiaram as instalações e o carinho com que os 39 equipistas doentes, vindos do mundo todo, foram recebidos no Encontro. Outros 12 médicos e 16 enfermeiros, equipistas de diversos paises, trabalharam diretamente com os equipistas doentes , acolhidos em Lourdes.





Caroline e seus pais, Silvia e Vamir Bitencourt

(Setor Serra Mar, RS, Brasil)

Silvia e Vamir aproveitaram o Encontro para trazer sua filha,

Caroline, que apresenta uma rara síndrome neurólogica.

Caroline mostrou ao mundo inteiro seus lindos olhos azuis.

O carinho com que foram acolhidos pela equipe de médicos voluntários e

a atmosfera de fé e oração que reina em Lourdes fez muito bem à Caroline.

O casal e sua linda filhinha viajaram graças à bolsa de solidariedade

do Movimento.


quarta-feira, 4 de junho de 2008

“Quem observa os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus permanece nele”. (1Jo 3,24a)

“Quem observa os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus permanece nele”. (1Jo 3,24a)

junho de 2008



Quem ama gostaria de estar sempre com a pessoa amada. Esse também é o desejo de Deus, que é Amor. Criou-nos para que pudéssemos encontrá-lo e, sendo ele o único capaz de saciar o nosso coração, não teremos alegria plena enquanto não alcançarmos a íntima união com ele. Desceu do céu para estar conosco e para introduzir-nos na sua comunhão.
O apóstolo João, na sua carta, fala de “permanecer” um no outro, Deus em nós e nós em Deus, lembrando a exigência mais profunda manifestada por Jesus na sua última ceia. “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós”, disse o Mestre, explicando com a alegoria da videira e dos seus ramos o quanto é forte e vital a ligação que nos une a ele (cf. Jo 15,1-5).
Mas, como alcançar a união com Deus?
João não hesita. Afirma que basta observar os mandamentos:

“Quem observa os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus permanece nele”.

São muitos os mandamentos que devemos observar para que essa unidade seja alcançada?
Não, porque Jesus os sintetizou num só preceito. João recorda, imediatamente antes de citar a Palavra de Vida escolhida para este mês: “Este é o seu mandamento: que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, de acordo com o mandamento que ele nos deu” (1Jo 3,23).
Crer em Jesus e amar-nos como ele nos amou: eis o único mandamento.
Se a existência humana encontra a sua realização na presença de Deus entre nós, então existe apenas um modo para sermos pessoas plenamente realizadas: amar! João está tão convicto dessa realidade que repete sempre no decorrer de toda a carta: “Quem permanece no amor, permanece em Deus, e Deus permanece nele” (1Jo 4,16b); “Se nos amamos uns aos outros, Deus permanece em nós…” (1Jo 4,12).
A esse respeito a tradição conta que, quando alguém fazia perguntas a João, já bem idoso, sobre os ensinamentos do Senhor, ele repetia sempre as palavras do mandamento novo. Se lhe perguntavam por que não dizia outra coisa, respondia: “Porque é o mandamento do Senhor! Se alguém o pratica, isso basta”.
Pode-se dizer o mesmo de cada Palavra de Vida: ela nos leva inevitavelmente a amar. Não pode ser de outra forma, porque Deus é Amor e cada Palavra sua contém o amor, exprime o amor e, se for vivida, nos transforma em amor.

“Quem observa os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus permanece nele”.

A Palavra deste mês nos convida a acreditar em Jesus, a aderir com todo o nosso ser à sua Pessoa e ao seu ensinamento: crer que ele é o amor de Deus – como nos ensina ainda João nessa carta – e que por amor deu a vida por nós (cf. 1Jo 3,16). Faz-nos acreditar até mesmo quando ele parece estar longe, quando não o sentimos, quando chegam as dificuldades ou o sofrimento…
Encorajados por essa fé, saberemos viver seguindo o seu exemplo e, obedecendo ao seu mandamento, amar-nos como ele nos amou.
Amar inclusive quando o outro não parece mais merecer o amor, mesmo quando temos a impressão de que o nosso amor seja inadequado, inútil, não correspondido. Agindo assim, reavivaremos os relacionamentos entre nós, que se tornarão cada vez mais sinceros, cada vez mais profundos, e a nossa unidade atrairá a permanência de Deus entre nós.

“Quem observa os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus permanece nele”.

“Meu marido e eu vivíamos apaixonados. Era fácil o relacionamento entre nós nos primeiros anos de casados. Nesse último período, porém, ele anda muito cansado e estressado. No Japão, o trabalho pesa como chumbo nas costas de um homem.
Uma noite, voltando do trabalho, ele sentou-se à mesa para jantar. Aproximei-me para sentar ao seu lado, mas aos gritos mandou que eu saísse: “Você não tem o direito de comer, porque não trabalha!” Passei a noite chorando e prometendo a mim mesma separar-me dele, ir embora. No dia seguinte mil pensamentos me torturavam o tempo todo: “Casei-me com a pessoa errada, não consigo mais viver com ele”.
À tarde falei com as amigas com as quais partilho a minha experiência cristã. Escutaram-me com amor e na comunhão com elas encontrei a força e a coragem necessárias para não desanimar… Então consegui preparar mais uma vez o jantar para o meu marido. Porém, quanto mais se aproximava a hora da sua chegada, mais aumentava o meu receio: como será que ele vai reagir hoje? E sentia como se uma voz interior me dissesse: “Acolha essa dor. Fique firme. Continue amando”. Nesse momento ele abriu a porta. Trazia uma torta para mim. E disse: “Perdoe-me por tudo o que aconteceu ontem.”

Chiara Lubich

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Aprende a Escrever na Areia








Inicia um novo mês, com vários desafios!!



Término do semestre na faculdade, momento de aproveitar todos os minutos que Deus nos dá.



Na viagem a cidade de Passo Fundo pela universidade, tivemos uma rica palestra na Embrapa, na qual o palestrante acentuou que nós futuros agrônomos precisamos ser profissionais.



Lembrei do livro sobre a Canção Nova, onde citam que devemos ser profissionais de Deus. Isto é procurar melhorar nossa atuação, planejar, conversar, traçar metas, fazer balanço.Vamos refletir sobre isso??.



"O maior tesouro é fazer a vontade de Deus! "
Joâo Batista Scalabrini












Aprende a Escrever na Areia
Dois amigos Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas e sombrias montanhas da Pérsia, acompanhados de seus ajudantes, servos e caravaneiros.
Certa manhã chegaram às margens de um rio onde era preciso transpôr a corrente ameaçadora. Ao saltar de uma pedra o jovem Mussa foi infeliz, falseando-lhe o pé e precipitando-se no torvelinho espumejante das águas em revolta. Teria ali morrido, arrastado para o abismo se não fosse Nagib, que sem hesitar, atirou-se na correnteza e, lutando furiosamente, conseguiu trazer a salvo o companheiro de jornada. O que fez Mussa? Chamou os seus mais hábeis servos e ordenou-lhes que gravassem numa pedra esta legenda :
"Viandante! Neste lugar, durante uma jornada, Nagib salvou heroicamente seu amigo Mussa".
Seguindo viagem de regresso às terras, sentados numa areia clara, puseram-se a conversar e por motivo fútil, surge, de repente, uma desavença entre os dois companheiros. Discordaram, discutiram e Nagib num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente o amigo. O que fez Mussa? O que farias tu, em seu lugar? Mussa não revidou a ofensa. Ergueu-se e, tomando tranquilo seu bastão, escreveu na areia clara:
"Viandante! Neste lugar, durante uma jornada, Nagib, por motivo fútil, injuriou, gravemente, seu amigo Mussa.
Um dos seus ajudantes observou respeitoso. "Senhor! da primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagib, mandaste gravar, para sempre, na pedra, o feito heróico. E agora, que ele acaba de ofender-vos, tão gravemente, limitais a escrever na areia incerta o ato de covardia. A primeira legenda ficará para sempre. Todos os que transitarem por esse sítio, dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete de areia, antes do cair da tarde, terá desaparecido como um traço de espumas entre as ondas do mar. Respondeu Mussa: "É que o benefício que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas a injúria, essa negra injúria, escrevo-a na areia, com um voto, para que depressa se apague e mais depressa ainda, desapareça da minha lembrança.
Assim é, meu amigo! Aprende a gravar na pedra os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que ouvires. Aprende, porém, a escrever na areia, as injúrias, as ingratidões, as ofensas e as ironias que te ferirem pela estrada da vida. Aprende a gravar, assim, na pedra; aprende a escrever, assim, na areia... e serás feliz. --
As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.



enviado por Rosangela e Marcelo Schwam




2º Encontro Nacional das Equipes de Nossa SenhoraFlorianópolis 2009 De 16 à 19 de julho.
Tudo no site das ENS http://www.ens.org.br/