quinta-feira, 27 de agosto de 2009

perseverança ao semear




perseverança ao semear


P. Valdemar Gaede *

Um novo dia nasce em nossa vida. É dia de semear, de lançar boas sementes. Só colhe bons frutos quem lança boas sementes. Só colhe bons frutos quem lança boas sementes. O sonho de cada pessoa é colher felicidade. Ninguém nasce para ser infeliz. Sonhamos todos com uma colheita farta de felicidade. Mas, para colher, é preciso primeiro plantar. Acontece, porém, que nos esquecemos de semear ou nos cansamos de semear. E depois nos surpreendemos quando a colheita boa não vem. Como colher se não semeamos.

Ô apóstolo Paulo sugere: "Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos" (Gálatas 6.9)

Às vezes vejo gente cansada de semear o bem:

    • Já investi tanto naquela pessoa. Não adiantou. Não tive retorno. Agora desisto!
    • Já estou cansado de prestar serviço voluntário. Nada muda. Ninguém reconhece o meu esforço. Vou parar com isto!
    • Já estou cansado de atuar na comunidade. São sempre os mesmos a fazerem tudo. Os outros não fazem nada.
    • Sim, estou cansado de servir, de amar, de fazer o bem.

É compreensível que desanimemos. Deus entende também a nossa decepção. Nossa revolta também tem lugar no colo de Deus. Mas ele insiste: Não desanime! Não desfaleça! A seu tempo colherás! Aprendamos, portanto, da paciência e da perseverança do agricultor. Ele sabe que, para colher, é necessário plantar, custe o que custar. Ás vezes ele planta e a chuva não é suficiente para uma boa colheita. Às vezes ele semeia, mas vem a tempestade e carrega para longe a semente. Às vezes ele planta, mas vêm os insetos e acabam com a lavoura. Nem por isso ele deixa de plantar. É persistente porque sabe que, a seu tempo, a colheita virá.

    • Como posso colher amizade, se me cansei de querer bem as outras pessoas?
    • Como posso colher paz se já me cansei de perdoar?
    • Como posso colher amor se já não quero mais servir?
    • Como posso colher felicidade se já não me empenho pela felicidade dos outros?
    • Como posso colher bênção se vivo reclamando da vida?


Por isso, oremos:
Senhor! Devolve-nos o prazer de plantar o bem e a alegria de semear a boa semente neste novo dia. E que assim a esperança em dias melhores continue a fazer parte de nossa existência. Perdoa-nos se tantas vezes desfalecemos na prática do bem. Em ti nós confiamos e a ti nos entregamos neste novo dia que foi feito para semear. Amém.

fonte: http://www.luteranos.com.br/

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Talentos enterrados e corrente de solidariedade



Estivemos neste sábado no sítio do meu sogro em Montenegro/RS. Lugar lindo, pena que o caseiro colabora pouco, faz aquilo que pedem. Não tem iniciativa . Fiquei meditando naquela parabola dos talentos, uns servos multiplicam seus talentos e um deles enterra o seu. Será que o caseiro está enterrando uma oportunidade ?
Em nossas equipes também é assim, uns multiplicam aquilo que ganharam, outros não. Temos estes tesouros, estes talentos chamados pontos concretos de esforço. Acreditar que um PCE sendo bem vivido começa a transformar nossa vida e no esforço de viver todos os seis, começamos a mudar a realidade ao nosso redor.
Obrigado padre Caffarel , Pedro e Nancy, e tantos outros que transmitiram este carisma e mistica.

Frutos caindo e gente passando fome, que pecado! É o que penso quando caminho pelo sítio, visualizando quanto poderia ser feito. Medito o que Deus está querendo mostrar....

Pedimos suas orações pelos casais em dificuldade.

Pedimos orações pelo nosso jovem amigo Leonardo que está em Belo Horizonte, devido a exame médico no hospital Sara, especializado em distrofia muscular.
Queremos rezar também pelos nossos irmãos equipistas Rose e Jorge, que gentilmente hospedarão e farão todos os translados necessários!Que exemplo de solidariedade!Vede como se amam!
Obrigado Sonia e Haley, Bete e Carlos, que muito contribuiram para ajudar este nosso próximo.
Deus vos abençoe!Nossa igreja e nosso movimento cresce com atitudes como estas.
Obrigado por atenderem este chamado.
alexandre e alana







segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A família é um dom de Deus, não é algo inventado pelo homem

Mensagem do missionário Márcio Mendes no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova, nesta sexta-feira, dia 15 de maio.

Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em:
Salmo 126 (127),1-5.




“Se o Senhor não construir a casa, é inútil o cansaço dos pedreiros”. O homem pode trabalhar, mas é Deus quem edifica a sua família. Nós precisamos trabalhar e suar pelo amor; esse sentimento não é uma coisa que a gente recebe pronta, ele vai sendo construído por nós. Ele se alimenta, nasce, cresce, amadurece e se a gente não cuidar dele, ele morre.

Muita gente diz assim: “Foi um amor à primeira vista” e tem muito de verdade nessas palavras, porque o amor entra pelos olhos, ele nasce naquele momento em que você vê a pessoa, assim como a mãe que olha o filho quando nasce ou o pai quando o recebe e o olha pela primeira vez, ele já o amava desde o ventre, mas quando ele o olha o amor toma uma proporção diferente.

.: Ouça a mensagem

O amor nasce, vai crescendo com o conhecimento e com a convivência. Muitas vezes, aqueles encantos do começo até passam, mas o amor não. Quando este é verdadeiro ele vai crescendo, é incondicional, é uma decisão e um esforço que nós fazemos para ser fiéis à pessoa que está ao nosso lado. Quando eu digo: “Eu te amo” estou dizendo ser fiel até o último dia da minha vida, aconteça o que acontecer, meu amor é dessa pessoa.

É preciso trabalhar pelo amor se quisermos uma família consistente, nós precisamos suar a nossa camisa pelo amor. Nós trabalhamos, só que é Deus quem a [família] edifica; sem o Senhor o nosso esforço é em vão, porque por mais forte que seja o nosso sentimento [amor], ele é muito frágil, mas ganha uma força indescritível quando passa de amor humano para amor humano em Deus. Porque é o amor de Deus que passa pelo nosso coração, porque o Espírito Santo de Deus foi derramado em nossos corações, então nosso amor humano também é amor divino. E não amamos de qualquer jeito, nós amamos amparados pela graça do Alto, que é outra qualidade de amor. É amor humano que foi abrasado pelo amor de Deus. E ao amar honramos o compromisso que fizemos um ao outro.

Se amamos a nossa família, existe uma coisa que não pode faltar: não pode faltar o amor e não pode faltar Deus. A família é um dom de Deus, ela não é fruto da decisão humana, visto que não foi o homem quem a inventou, mas sim, Deus Pai.

A salvação para as nossas famílias está em Deus. A nossa casa é uma Igreja doméstica, porque o Senhor ali está. E Ele não a [Igreja doméstica] quis sem um homem e uma mulher, uma família nova se origina pela união amorosa de um homem e uma mulher, que, unindo-se no amor, fazem com que ela cresça por meio dos filhos que vêm. A família é um dom de Deus e a força dela vem d'Ele; sem o Senhor nós somos incapazes de mantê-la.

Traga Deus para dentro da sua casa, sem Ele não conseguimos vencer o ladrão [inimigo de Deus], o assassino é mais forte que nós. Quem somos nós para combater este ser pervertido, o maligno!? A nossa luta se dá no Senhor, que é mais forte do que ele.

Quando uma casa começa sem Jesus Cristo, que é a Pedra Angular, ela desmorona; começar sem o Senhor, querer lutar sem Ele é como querer agarrar o vento.

Quando se tem Deus, quando O trazemos dentro do coração em primeiro lugar, enquanto dormimos o Senhor providencia todo o necessário. Mas sem a graça divina o nosso trabalho é em vão. Mas se temos o Senhor tudo se torna eficaz e tudo corre bem e concorre para a glória de Deus.

Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Família: desculpe o transtorno estamos em construção!

Família: desculpe o transtorno estamos em construção!
Arquivado em: Formação — Padre Luizinho at 7:35 am on quinta-feira, agosto 13, 2009

A família perfeita é aquela que não desiste de caminhar, de construir e restaurar o seu lar. A família é igual a uma casa em reformas, é o maior transtorno, às vezes, poeira, entulho, tudo que uma construção pode trazer, penso que você consegue imaginar. Mas esse retrato de uma casa em construção demonstra que ninguém está parado em si, ou acha que já está pronto, apesar dos incômodos está em construção, em reforma, em restauração, ninguém restaura um bem se ele não for muito precioso, e isso é um sinal muito positivo. Quem já não leu este aviso em construções públicas: “desculpe o transtorno estamos em construção, para lhe atender melhor”.

Primeira coisa que precisamos notar, é que em casa ninguém é igual, e estamos em níveis de maturidade diferentes. Os pais têm mais experiência, mas entre eles há diferenças. Os filhos estão crescendo, sendo construídos em todos os sentidos, no físico, no psicológico e no espiritual. Aqui entra em ação o material para construir cada um que se chama respeito e paciência com o processo do outro. Por isso, a família precisa ser o ambiente propício para as mudanças, para o crescimento e até para as crises. Ninguém deve ter vergonha de ser o que é, e está como está em casa. Em minha opinião, existem alguns pontos primordiais para construir e restaurar a família:

1º Restaurar o relacionamento com Deus
: a base do sacramento do matrimonio é o amor, sem fazer a experiência de Deus é impossível amar de verdade. O amor real muitas vezes passa pela experiência da morte, do aniquilamento, do esquecer-se de si mesmo; e isso, sem Deus, é impossível superar. Mas é preciso respeitar a experiência religiosa de cada um, saber que ela também é individual, mas que dá para fazer um caminho para Deus JUNTOS.

2º Fazer da minha casa um ninho de amor:
na minha casa eu decido amar primeiro, o processo começa em mim, e eu não posso cobrar aquilo que eu ainda não consigo dar. Procurar defeitos nos outros, culpados, não resolver as situações de tensão ou dificuldades vividas em casa, faz dela um inferno e não um pedaço do céu. Eu preciso sentir o desejo de voltar para casa, ela precisa ser o meu refúgio, meu oásis no meio do deserto. Casa, família, precisa me atrair, significa porto seguro, lugar onde não importa a minha condição: EU SEI QUE SOU AMADO.

3º Partilha e diálogo:
isso quer dizer, onde todos crescem no conhecimento de si e dos outros. A falta de diálogo e partilha deixa crescer dentro dos membros da família os venenos que a podem destruir. Os ressentimentos e as magoas, a falta de perdão e o medo de se revelar. Dentro de casa precisa se promover um clima de confiança e aceitação do outro, eu preciso me sentir acolhido para partilhar a minha verdade. Outro dia ouvir a experiência de um movimento que se chama Equipes de Nossa Senhora, que trabalha com casais. Eles têm uma prática que se chama direito de sentar-se. Sentar-se à cadeira, sentar-se à mesa, para falar e ouvir tudo que o outro precisa disser. ISSO É CARIDADE.

Nós não podemos esquecer que cada um tem a sua parte essencial e importante na construção da família, os pais têm seu papel de pilar de sustentação e construção da casa, mas os filhos dão sentido, vigor e alegria aos pais. E assim vamos construindo famílias restauradas.

Pai santo, Pai amado, a restauração da minha família depende da minha participação ativa e consciente. Do meu amor e compreensão, respeito e paciência com o processo dos meus pais e irmãos, por isso, que eu não sonegue amor e verdade, perdão e misericórdia para com os meus, que esse processo comece em mim primeiro, eu decido amar primeiro em minha família e colaborar com a restauração do santuário da vida, que é minha casa. Amém.

Desculpe o transtorno estamos em construção!

Minha benção fraterna.

Pe Luizinho,
Sacerdote Canção Nova.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Migrante é riqueza, não um problema. Dom Alessandro Ruffinoni



Bispo brasileiro em Fátima: migrante é riqueza, não um problemaD. Alessandro Ruffinoni presidiu à Peregrinação Internacional de Agosto ao Santuário

FÁTIMA, quinta-feira, 13 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O bispo brasileiro convidado a presidir à Peregrinação Internacional de Agosto ao Santuário de Fátima afirmou que o migrante “nunca pode ser considerado um problema”, pois ele é “uma riqueza”.

Dom Alessandro Ruffinoni, bispo auxiliar de Porto Alegre (Brasil), e responsável pela Pastoral dos Brasileiros no Exterior, presidiu nesta quarta e quinta-feira à peregrinação que enfocou o tema do migrante no santuário português.

Em sua homilia, hoje, o bispo destacou que para o migrante há apenas dois idiomas. “O idioma de Caim e o de Abel. O de Caim é o do ódio, da inveja, da humilhação, do engano, do aproveitamento, da esperteza, da prisão, da deportação, das patrulhas, das rondas. Já o idioma de Abel é o do amor, da acolhida, da solidariedade, do perdão, da fraternidade, da amnistia”.

“Não importa se sou italiano, português, brasileiro, americano, chinês ou japonês. Aquilo que é realmente importante é que somos todos feitos à imagem e semelhança de Deus”, disse o prelado.

Com esta peregrinação ao santuário mariano, segundo o bispo, a Igreja, “como demonstração de amor e carinho, quer dizer aos seus filhos e filhas que reconhece a trajetória de cada um; que não os esqueceu, apesar de estarem longe, dispersos pelo mundo inteiro; que os acompanha com sua prece, para que não cansem e não desanimem na busca de uma vida melhor”.

“A Igreja, hoje e sempre, quer dizer, também, a todos vocês e a todos os migrantes do mundo um muito obrigado pelo trabalho realizado, pela contribuição com o progresso das nações que os acolhem.”

“Vocês são sementes de Deus que espalham com a sua vida e o seu testemunho a fé, os costumes e as tradições de sua pátria, enriquecendo, assim, os povos com os quais estão convivendo”, afirmou Dom Ruffinoni.

“Quantas lindas histórias poderia aqui contar de migrantes que plantaram no meio da floresta, no meio das grandes metrópoles, nas planícies e nos montes, com a ajuda de um simples quadro, ou imagem, um grande santuário ou uma grande Catedral ao redor dos quais se desenvolveram uma fé e uma tradição cristã.”

O bispo afirmou que ele mesmo, em viagens ao Japão e aos Estados Unidos, constatou “como a presença dos migrantes é uma forte contribuição para o crescimento de valores cristãos e humanos entre as pessoas”.

“Por isso, o migrante nunca pode ser considerado como um problema, nem pela Igreja, nem pelo Estado que o acolhe, e sim uma riqueza de grande valor de que devemos agradecer a Deus”, disse.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Os quatro pilares da Família


Os quatro Pilares da Família

Uma casa se apóia em quatro pilares, uma mesa em quatro pés, a natureza em quatro estações, o mundo em quatro direções, uma sala em quatro lados. Quais são os quatro pilares da família?

1-Comunidade de pessoas. O que faz a família ser uma comunidade, um lar é a convivência, o relacionamento, a comunicação das pessoas. Cada membro da família precisa estar de bem consigo mesmo, com os outros familiares, com a comunidade e com Deus. Família é reciprocidade e complementariedade entre as pessoas, é uma comunidade de vida e de amor onde se experimenta a conjugalidade, a filiação, a fraternidade, a sociabilidade.

Por ser comunidade de pessoas é necessário o diálogo, o perdão, a oração e a ternura entre seus componentes. A família é o lugar primário de humanização da pessoa, é a primeira sociedade natural, lugar de relações interpessoais entre o eu - tu formando o “nós”, isto é, a comunidade de pessoas.

2-Santuário da vida. A família, fundamentada no consenso e no amor entre um homem e uma mulher pelo sacramento do matrimonio, é o berço e o ninho da vida. Nela a vida é transmitida, gerada, nascida, acolhida, cuidada, desenvolvida. Por isso, a família é “patrimônio na humanidade”. Os pais são colaboradores de Deus e benfeitores da sociedade. Como santuário de vida a família rejeita o aborto, a eutanásia e o egoísmo na transmissão da vida. Ela é um tesouro dos povos porque é um “capital humano” a serviço da vida. Nela a pessoa recebe identidade, dignidade e personalidade.

Enquanto santuário de vida, a família protege a “ecologia humana” possibilitando a transmissão da vida e garantindo a sobrevivência humana. A consangüinidade, o parentesco, a familiaridade são valores que garantem a dignidade da pessoa e lhe conferem serenidade. A vida é o bem primário e fundamental que fundamenta todas as outras instituições e direitos. O direito à vida é inviolável. A vida, porém, é frágil. Precisa do amparo da família, dos cuidados básicos, do afeto, da presença e da fé dos pais e irmãos. Na família acontece o “evangelho da vida”. Pais, filhos, irmãos “são ministros da vida”, da dignidade, inviolabilidade e sacralidade da vida.

3-Célula da sociedade. A família educa os cidadãos, ensina as virtudes sociais, promove a aprendizagem das responsabilidades sociais e da solidariedade. Ela está no centro da vida social. É titular de direitos próprios e originários. É o lugar primário das relações interpessoais, é célula vital da sociedade.

A família é a primeira instituição social, é uma comunidade natural para o bem da sociedade, aliás, é a primeira sociedade humana. Sem a família as estruturas, as instituições e os povos se debilitam. Todo sistema social que pretende servir ao bem da sociedade não pode prescindir da família.

Ela tem prioridade em relação à sociedade e ao Estado, porque é a condição da existência da pessoa e da sociedade. Ela precede em importância e valor às funções que a sociedade e o Estado devem cumprir. Ela encontra sua legitimação na natureza humana e não no reconhecimento do Estado. A sociedade e o Estado estão para a família. Ela é célula da sociedade que tem direito a políticas familiares como: emprego, habilitações, saúde, escola, etc.

4-Igreja doméstica. O sacramento do matrimônio faz dos pais os sacerdotes da família, os primeiros catequistas, os educadores da fé pelo exemplo e pelo ensino. A família é uma instituição divina e lugar de salvação e de santificação. É necessário uma autêntica e profunda espiritualidade conjugal e familiar que se expressa na oração, na vivência da fé, no engajamento eclesial. Os pais têm o direito e o dever de transmitir a fé a seus filhos. Eles são mestres, catequistas e primeiros ministros de seus filhos.

Jesus cresceu em idade, sabedoria e graça na família de Nazaré. Deus no mais íntimo de seu mistério não é solidão, mas uma família. O matrimônio é sinal e instrumento do amor de Deus pela humanidade e a família é imagem da Trindade, uma aliança de pessoas, uma igreja doméstica.

Dom Orlando Brades – Arcebispo de Londrina

Para o Jornal Folha de Londrina – 08 / 08 / 2009

terça-feira, 4 de agosto de 2009

TV Canção Nova continua em Porto alegre



É com grande alegria que comunicamos que a TV Canção Nova canal 24 UHF de Porto Alegre, continuará transmitindo por este canal.
Obrigado pela suas orações e divulgue para seus vizinhos, amigos, parentes.....


Alcançamos o grande milagre dos 100%

A família Canção Nova celebra o primeiro fechamento da campanha do projeto "Dai-me almas" em 2009. Alcançamos o grande milagre dos 100%!


Isso só foi possível graças à Providência Divina, que se manifesta por intermédio de seu amor, de sua oração e de sua doação para esta obra de Deus.

A Canção Nova reconhece o quanto cada sócio é importante para a missão de evangelização. O fundador da comunidade, monsenhor Jonas Abib, diz que todos aqueles que contribuem para que a meta seja atingida são salva-vidas, são uma verdadeira tropa de resgate dando a vitória dos 100% de presente para Deus, pois é Ele quem nos dá a possibilidade de cumprirmos a missão de salvar vidas.

A notícia dessa grande graça foi dada nesta segunda-feira, dia 3, às 8h30, durante o programa "Sorrindo pra Vida", apresentado por Luzia Santiago e Márcio Mendes.

Que Deus abençoe a sua contribuição e sua generosidade e o recompense com muitas bênçãos, dando-lhe vida plena e abundante!