terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O cristianismo é feito de gestos !




Programa de 01/Janeiro/2009. Padre Fábio atende neste vídeo a uma pessoa que está decepcionada com as atitudes presenciadas por ela em seu local de trabalho, que é uma escola cristã, mas que mais parece um "ninho de cobras". Pe. Fábio nos lembra que a primeira coisa que as pessoas enxergam é o nosso testemunho, a forma com a gente é gente, e diz que a evangelização é mais eficaz quando é feita de gestos, atitudes corretas, não apenas de palavras. Muitas vezes passamos na vida das pessoas deixando rastros de destruição, magoando-as com nossos gestos, sejam eles intencionais ou por estarmos "de cabeça quente". Precisamos todo dia analisar nossos gestos, e corrigí-los sempre que necessário. Da mesma forma, não podemos nos decepcionar diante de maus exemplos que presenciamos, principalmente quando partem de pessoas que deveriam servir de exemplo, pois nossa vida cristã não pode depender dos que nos rodeiam, deve depender apenas de Cristo, pois Ele com certeza não nos decepciona.


Pe Fábio de Mello




O programa "Direção Espiritual" é uma oportunidade de conhecer um pouco mais a misericórdia do Coração de Jesus Cristo com a ajuda das palavras de Padre Fábio de Melo, SCJ, apresentador e orientador espiritual do programa. Num clima de oração, reflexão e acolhimento, você é conduzindo a experimentar o amor de um Deus vivo e ressuscitado.A orientação espiritual é dirigida aos telespectadores que, telefonam ou escrevem pedindo aconselhamento, sempre de acordo com a Palavra de Deus e com a moral e a doutrina cristãs.
Acompanhe o programa 'Direção Espiritual', AO VIVOtodas as quintas-feiras, a partir das 22h30. TV CANÇÂO NOVA.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A porta de entrada é a ACOLHIDA.







Nossa Igreja precisa ser acolhedora, fazer com que as pessoas se sintam "gente", sejam ouvidas, sintam-se valorizadas, compreendidas e amadas.



Para isso, é necessário investir nas pequenas comunidades onde todos se conheçam e tenham seu espaço, fugir da Igreja "de massa", proporcionar oportunidades para uma vivência comunitária realmente fraterna e participativa, onde se viva o amor, o serviço, a partilha dos dons e da oração.



É o contato com o outro que nos permite conhecer a nós mesmos e construir nossa identidade. Dentro desse objetivo, é muito importante a valorização dos ministérios leigos, fugindo de uma estrutura eclesial exclusivamente centrada na paróquia e no clero, já que o número de padres é insuficiente para atender satisfatoriamente a toda a comunidade.



O documento nos mostra como promover uma evangelização autêntica e eficaz (que traga mudança de vida) em relação a cada um dos três aspectos fundamentais do processo evangelizador: o ministério da Palavra, da Liturgia e da Caridade.



A Palavra é o fundamento de toda a missão da Igreja, e deve-se dedicar grande atenção e cuidado a todas as formas pelas quais o anúncio é feito: a catequese em todas as suas modalidades, a proclamação da Palavra na Missa, a formação bíblica, etc.



A Liturgia envolve os sacramentos - com destaque para a Eucaristia - e as exigências concretas da vida de fé, ou seja, as delicadas questões morais, que devem ser tratadas com muita compreensão e caridade, considerando a realidade concreta com a qual convivem as pessoas no mundo de hoje, e que se opõe radicalmente aos valores cristãos.



É preciso apresentar o caminho da fé como resposta libertadora para as escravidões que o mundo nos impõe, como caminho para a plenitude que todos buscam, como segurança que não engana, em oposição ao contexto de insegurança, violência e medo que nos cerca.



O ministério da Caridade diz respeito, mais especificamente, à comunhão fraterna, à ação solidária em favor dos mais necessitados e sofredores, "para que todos tenham vida", sem esquecer de atender também às novas formas de pobreza que encontramos hoje: drogas, Aids, prostituição, desemprego, depressão, e as necessidades dos idosos, dos deficientes, ou dos grupos étnicos discriminados, como os negros e índios.



Para cada um desses campos o documento apresenta sugestões concretas de ação, e salienta a importância da conscientização e participação política, como instrumento indispensável de transformação e evangelização da sociedade.



Todas as propostas de ação são colocadas em três planos: a pessoa, a comunidade e a sociedade. Partem dos desafios que encontramos hoje em cada um desses planos, mostram a visão cristã diante dessas realidades, e apresentam por fim as pistas de ação, sempre dentro das quatro exigências que devem estar presentes em qualquer ação evangelizadora: serviço, diálogo, anúncio e testemunho.



O anúncio é o centro e o conteúdo da mensagem cristã, mas só se faz compreensível através do diálogo, que, por sua vez, só se torna possível depois que a confiança das pessoas é conquistada por uma atitude de serviço, de amor gratuito.



O testemunho pessoal de comunhão em nossas comunidades é o que confere credibilidade ao nosso anúncio, como já dizia Jesus: "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros".



Diante da preocupante realidade do mundo de hoje, e do Brasil em particular, fica para nós o grande desafio: viver o amor e a comunhão em nossas casas, em nossas comunidades, em nossa Igreja, para que o mundo possa crer.



Margarida Hulshof

domingo, 18 de janeiro de 2009

SEMEIA SEMPRE...










SEMEIA SEMPRE...




No campo, tu és um semeador.Não podes fugir a responsabilidade de semear. Não digas que o solo é árido, que não chove freqüentemente, Que o sol queima , ou que a semente não serve.




Não é a tua função julgar a terra e o tempo.




Tua missão é semear. A semente é abundante!Um pensamento , um sorriso, um olhar carinhoso, uma palavra suave, um gesto de compreensão, um copo de água são sementes que germinam facilmente.




Não semeies descuidadosamentecomo quem cumpre uma missão superficial ou forçada.Semeia com interesse, com amor, com atenção, Como quem encontrou nisso o motivo central de sua felicidade.




E ao semear, não penses: quanto receberei em troca?Quanto demorará a colheita?Recorda que não semeias para te envaidecer, para receberes agradecimentos.




Tu semeias porque não podes estar ocioso,porque não podes viver sem dar e sem doar-te.




És dono de ti mesmo, da vida e do Universo!




Tua semente, pois, não cairá no vazio. Sem esperar recompensa, tu a receberás.Sem esperar riquezas, tu enriquecerás.




Sem contar com a colheita, tudo se multiplicará.




E isso, porque tu semeias no Reino onde dar é receber, Onde perder a vida é encontrá-la, onde gastar servindo é aumentar.




Semeia, semeia sempre, em todo terreno, em todo tempo, emtodo lugar a boa semente.




Com amor e interesse: como se estivesse semeando o próprio coração."




Autor Desconhecido

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Férias… Férias de Deus?


Mais uma reflexão sobre as férias!
um abraço
alexandre



Começo o texto pela definição do Dicionário Aurélio: Férias são dias que se suspendem os trabalhos oficiais. Certo número de dias seguidos para descanso de empregados, estudantes, etc.

Mas será que nós podemos tirar férias de Deus?! Hoje estou de férias, descansando, saindo um pouco da rotina dos meus dias de correria… mas como um padre não posso tirar férias de Deus.

Deus não é um empregado que precisa de férias e muito menos um estudante que necessita de descanço para continuar sua jornada de estudos, Deus é amor e o amor não se cansa de se doar por seus amados, e enquanto eu e você estamos de férias Ele continua nos amando a todo momento, não tira férias de nós e por isso precisamos estar atentos para que também não tiremos férias d’ Ele…

Em todas as situações podemos estar ouvindo a Deus… é na praia, na imensidão de areia e de água juntas e cada uma respeitando o limite da outra… é no sol que brilha silenciosamente fazendo a alegria de muitos… nos pingos da chuva que caem para refrescar o intenso calor… numa igreja onde pessoas de vários lugares buscam um mesmo Deus… Tudo foi Deus quem criou para que eu e você possamos usurfruir da melhor forma possível…

Precisamos aproveitar esse tempo de férias para nos aproximarmos mais de Deus… Experimente como eu… veja Deus em todas as coisas e situações… tudo terá um brilho diferente…

Fique na paz de Deus!
Pe. Vicente,scj

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O QUE É SANTIDADE?









O QUE É SANTIDADE? Santidade é uma estreita união com Deus
Seres humanos chegam a ser santos travando batalha consigo, com a carne e com o demônioA santidade é basicamente a estreita união do homem com Deus; desse contacto resulta a perfeição moral. Deus é santo por natureza; os homens são santos na medida em que se aproximam d’Ele. No céu todos os bem-aventurados estão intimamente unidos ao Senhor pela visão imediata d’Ele. Isso é chamado de "visão beatífica".
Todos os que estão no céu atingiram a santidade perfeita. Um santo canonizado foi alguém que na terra praticou a bondade heróica em todas as suas ações. Note: "em todas as suas ações". Um homem ou uma mulher não é canonizado por ter uma só virtude. Não é suficiente que ele não tenha faltas salientes. Mesmo uma pequena fraqueza é uma grande falta num santo. Um santo tem um controle perfeito de todas as virtudes.
Ninguém tem de desculpá-lo dizendo que ele é um homem bom de coração, mas um homem difícil de suportar; ou que ele tem um senso inflamado da justiça social, mas não é muito de oração. O santo não faz da sua vida um espetáculo. Começa pelas virtudes sólidas, comuns da vida cristã, e depois as desenvolve até um grau extraordinário. São Vicente de Paulo costumava dizer que "um cristão não deveria fazer coisas extraordinárias, mas sim fazer extraordinariamente bem as coisas ordinárias". Seres humanos chegam a ser santos travando batalha consigo, com a carne e com o demônio.
Partem do triste estado da nossa fraqueza comum, porém, antes de morrerem, atingem a santidade pela graça de Deus. E isso é possível a todos os batizados. Os santos não foram pessoas raras e especiais que viveram numa só terra ou numa só época particular. Pertencem a todas as épocas e a todas as nacionalidades. São Policarpo, natural da Ásia Menor, viveu no século II; já São Pio X foi um italiano e um Papa do século XX. Os quatro homens que são chamados os Padres do Ocidente, isto é, Santo Agostinho, São Jerônimo, Santo Ambrósio e São Gregório Magno, eram respectivamente da África do Norte, da Iugoslávia e da Itália, e viveram entre os séculos quarto e sexto.
Santa Francisca Cabrini era uma freira italiana que fundou hospitais em Nova York e em Chicago, nos Estados Unidos.Houve mártires em Nagassaki, no Japão, e padres na Rússia, que foram declarados santos pela Igreja Católica. O que é talvez mais surpreendente é a enorme variedade de personalidades entre esses santos.
Eram reis e rainhas, sapateiros e agricultores, sacerdotes, bispos, freiras, soldados, juristas, professores, donas-de-casa e mulheres profissionais que se elevaram às alturas da santidade.



Nenhuma classe tem o monopólio da santidade, embora talvez bispos e religiosos, por força da sua profissão, tenham chegado mais freqüentemente à santidade. Então, quando a Igreja Católica pronuncia de modo solene que alguém é um santo, não se apóia apenas na prudência humana, mas pela evidência disso na forma de milagres operados por Deus pela intercessão deste [santo]. Esse é o selo da aprovação divina sobre a santidade da pessoa investigada. Cristo disse à sua Igreja: "Eis que eu estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos" (Mt 28, 20). E prometeu à Igreja no Cenáculo, na Última Ceia: "Quando vier o Espírito Santo, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade" (Jo 16,13).



Essas são promessas especiais de Cristo para auxílio divino para a Instituição criada por Ele. Por causa dessas promessas, ao canonizar um santo, a Igreja Católica é infalível; isto é, não pode cometer erro – não pode ser transviada por inteiro. Jesus disse a Pedro: "Tudo o que ligares na terra será ligado no céu" (Mt 16, 18).
Felipe Aquino