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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Aprenda a dizer não

fonte: site aleteia

ADULT,CONVERSATION
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A capacidade de dizer não está intimamente relacionada com a autoestima

Muitas vezes não sabemos como dizer não e concordamos em fazer coisas que as pessoas nos pedem quando não deveríamos.
Às vezes é difícil recusar porque tememos que a outra pessoa possa se sentir incomodada por isso, ou possa nos criticar; poderíamos até nos preocupar que dizer não nos fará sentir (ou parecer) como egoístas.
É importante estar ciente de que a capacidade de dizer não está intimamente relacionada com a autoestima. Consequentemente, as pessoas com baixa autoestima e pouca autoconfiança ficam nervosas ao lidar com outras pessoas e tendem a concordar com todos os tipos de pedidos, independentemente de ter ou não desejado ou querer isso.

Alguns conselhos para aprender a dizer não quando for necessário:
Use respostas simples e breves. Você deve se comunicar de forma firme e direta – mas não sem educação. Lembre-se de que você não está pedindo permissão para dizer não. Não invente desculpas, mas fale os seus motivos o mais claramente possível.

Perder o seu medo do que as outras pessoas possam pensar. Dentro de limites razoáveis, você é o único, sobretudo, quem deve estar satisfeito com sua própria conduta, sempre levando em consideração a melhor forma de usar seu tempo.

Não se comprometa se você não pode fazer. Se lhe for pedido para fazer algo que você não sente que é capaz de fazer, ou que você não sente que precisa ou quer fazer, tente sugerir outras alternativas, tendo em mente que você não tem nenhuma obrigação de se comprometer com algo que você não pode fazer.

Lembre-se de que dizer que “não” não é a mesma coisa que a rejeição. Se você recusar um pedido, isso não significa que você está rejeitando a pessoa que está fazendo o pedido. Você tem o direito de dizer não assim como elês tem o direito de te pedir um favor.

Aceite o desconforto como parte do processo. É normal que você fique nervoso ou se sinta desconfortável quando diz não, especialmente quando você está apenas começando a se acostumar com isso. No entanto, não ceda a esse desconforto dizendo sim apenas para sair da situação o mais rápido possível, porque dessa forma você está apenas adiando uma situação indesejável sem resolvê-la.
Existe uma hierarquia para essas situações; classifique-as, anotando quais solicitações são mais difíceis para você dizer não e quais são mais fáceis para você recusar. Comece hoje a ser claro com as outras pessoas sobre o que você não pode ou não quer fazer.
Também é fundamental para o desenvolvimento de nossa própria identidade sermos fiéis a nós mesmos em relação ao que realmente queremos e a quem realmente somos. Nossos próprios desejos e ideais têm prioridade e devem ocupar o primeiro lugar. Se tentarmos agradar a todos o tempo todo, corremos o risco de esquecer os objetivos mais importantes em nossa vida. O bem comum não exige renunciar à nossa realização pessoal. É uma questão de encontrar um equilíbrio saudável, o qual apenas um pouco de experiência de vida e senso comum podem nos ensinar.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Tudo que se pode dizer "meu" posso colocar em comum para o bem de todos.

Bom Dia !!

Partilhar é colocar em comum com os outros os bens de todas as espécies: materiais, espirituais, talentos, idéias.

Para se colocar os bens em comum, não é necessário viver em uma comunidade no sentido restrito da palavra.
É preciso apenas uma decisão interior de despojamento.
Partilho o que tenho não para que não me sobre, mas para que não falte a alguém.
Partilho os meus talentos, não para ter um ganho secundário, mas para melhor servir.
Partilho as minhas idéias, não para impor a minha vontade, mas para contribuir e ser protagonista nas decisões.
Partilho a minha vida espiritual, não para me envaidecer, mas para fazer chegar a vida de Deus a todos.
Para hoje, dia 09 de julho de 2013:

“FAZER CIRCULAR OS BENS”

Abraços,
Apolonio

quarta-feira, 5 de junho de 2013

"Comida desperdiçada é roubada da mesa de quem tem fome"

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“Comida desperdiçada é roubada da mesa de quem tem fome”
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Francisco pede ainda que não se esqueça que o valor da vida humana deve estar sempre acima dos interesses económicos. "Que sem-abrigo morram de frio na rua não é notícia. Pelo contrário, por exemplo, uma queda de 10 pontos em bolsas de algumas cidades é uma tragédia", lamenta.


No Dia Mundial do Meio Ambiente, Francisco pede o fim da "cultura do desperdício"

2013-06-05 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – A Praça S. Pedro ficou lotada mais uma vez para a Audiência Geral desta quarta-feira.
O Papa dedicou inteiramente sua catequese à natureza, por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, promovido pelas Nações Unidas, que este ano lança um apelo contra o desperdício de alimentos.
Quando falamos de meio ambiente, disse o Papa, o pensamento remete às primeiras páginas da Bíblia, ao Livro do Gênesis, onde se afirma que Deus colocou o homem e a mulher sobre a terra para que a cultivassem e a guardassem.
Mas é o que estamos fazendo?, questionou o Pontífice. “Esta indicação de Deus não foi feita só no início da história, mas a cada um de nós. É nossa responsabilidade fazer com que o mundo se torne um jardim, num local habitável por todos. Mas nós, ao invés, somos muitas vezes guiados pela soberba do domínio, da posse, da manipulação, da exploração. Estamos perdendo a atitude do estupor, da contemplação, da escuta da criação. Isso acontece porque pensamos e vivemos de modo horizontal, nos afastamos de Deus.”

Todavia, esta responsabilidade de “cultivar e guardar” não diz respeito somente à natureza, mas compreende também as relações humanas. Francisco lembrou que seus predecessores falaram de ecologia humana intimamente relacionada à ecologia ambiental. A crise que hoje se vive, e que se reflete no meio ambiente, é sobretudo humana. E alertou: “A pessoa humana está em perigo!” E o perigo é grave porque a causa do problema não é superficial, mas profunda: não é somente uma questão de economia, mas de ética e de antropologia.
“A Igreja já falou isso várias vezes; e muitos dizem: sim, é verdade.... mas o sistema continua o mesmo. O que domina são as dinâmicas de uma economia sem ética. Hoje, o dinheiro comanda. Deste modo, homens e mulheres são sacrificados aos ídolos do lucro e do consumo: é a “cultura do descartável”. Se um computador quebra, é uma tragédia, mas a pobreza, as necessidades, os dramas de tantas pessoas acabam por fazer parte da normalidade…”
Esta “cultura do descartável” tende a se tornar mentalidade comum, que contagia a todos. A vida humana já não é sentida como o valor primário a respeitar e tutelar, especialmente se é pobre ou deficiente, se não serve – como o nascituro –, ou não serve mais – como idoso.
“Esta cultura do descartável nos tornou insensíveis também aos desperdícios e aos restos de alimentos – o que é ainda mais deplorável quando muitas pessoas e famílias sofrem fome e desnutrição em várias partes do mundo. O consumismo nos induziu a nos acostumar com o supérfluo e ao desperdício cotidiano de comida. Lembremo-nos, porém, que o alimento que jogamos fora é como se o tivéssemos roubado da mesa do pobre, de quem tem fome!”
Jesus não quer desperdício, lembrou o Papa. Depois da multiplicação dos pães e dos peixes, mandou recolher os pedaços que sobraram, para que nada se perdesse. Quando o alimento é repartido de modo justo, ninguém carece do necessário.
“Convido todos a refletirem sobre o problema da perda e do desperdício de alimento para identificar vias que sejam veículo de solidariedade e de compartilha com os mais necessitados. Ecologia humana e ecologia ambiental caminham juntas. Gostaria então que todos assumissem seriamente o compromisso de respeitar e proteger a criação, de estar atento a cada pessoa, de combater a cultura do desperdício e do descartável, para promover uma cultura da solidariedade e do encontro.”
Depois da catequese, o Papa saudou os grupos presentes na Praça. Dos peregrinos de língua portuguesa, fez uma saudação especial aos fiéis diocesanos de Curitiba com o seu Arcebispo, Dom Moacyr Vitti.
(BF)