Ousar o Evangelho
“E não cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos”. Gálatas 6:9
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Seja um voluntário na pastoral da criança
A psicologia afirma que as pessoas que se tornam mais desagradáveis à medida que envelhecem já davam esses sinais quando eram jovens
fonte msn
Com sorte, todos nós envelheceremos. Alguns o farão com uma atitude positiva e agradecendo por estarem vivos mais um dia. Outros se tornarão cada vez mais desagradáveis com o passar do tempo. Na verdade, à medida que envelhecemos, a maioria de nós às vezes se torna um pouco mais difícil de lidar.
O motivo depende de cada um, mas existem certos padrões ou comportamentos que costumam ser comuns entre aqueles que, com a idade, se tornam mais desagradáveis. Se você se reconhece em algum deles, é hora de fazer um trabalho de autoconsciência e pensar em como queremos envelhecer.
Ter uma opinião firme sobre algo, valores e uma forma de pensar não é algo ruim por si só. Desde que respeitemos e ouçamos as opiniões dos outros. Mas, à medida que envelhecemos, ter opiniões excessivamente firmes nos torna pessoas mais rígidas e com menos flexibilidade na hora de pensar e aceitar mudanças. Se já éramos inflexíveis antes, com a idade essa característica piora. E muito.
A resistência à mudança é um comportamento que pode indicar que alguém está se tornando mais desagradável e arrogante com o passar dos anos, pois essa recusa em se adaptar ou em ver as coisas da perspectiva dos outros faz com que as conversas com essa pessoa se tornem cada vez mais desagradáveis. Ser excessivamente veemente não só prejudica os relacionamentos, como também limita o aprendizado e o crescimento de todos os envolvidos. É fundamental lembrar que o diálogo aberto é essencial para manter relações saudáveis à medida que envelhecemos.
À medida que envelhecemos, e conforme descobriu este estudo, experimentamos mais “irritação diária” e a reação ao que nos incomoda é mais negativa quando comparada com pessoas mais jovens. Ou seja, a paciência diminui.
Se já temos pouca paciência e, com o passar dos anos, ela diminui ainda mais, podem surgir atritos nas relações interpessoais que dificultem a convivência com essas pessoas.
O sociólogo e psicólogo Arturo Torres afirmava na revista "Psicología y Mente" que “quem baseia sua vida em criticar os outros tem um sério problema de autoestima”. As pessoas que julgam os outros em qualquer circunstância, à medida que envelhecem, tornam-se cada vez mais críticas.
Não apenas com as outras pessoas, mas consigo mesmas e com a sociedade que as rodeia. Qualquer situação é uma oportunidade para criticar, reclamar ou encontrar defeitos. Esse viés de negatividade pode fazer com que nos concentremos no lado ruim de forma contínua e altere a maneira como vemos o mundo, além de promover interações baseadas apenas na reclamação.
A negatividade extrema pode ser desgastante para quem está ao redor. Como explica a BBC, ficou comprovado que o “lamentar-se crônico” tem um impacto significativo na saúde emocional, mental e até física, tanto de quem reclama quanto de quem recebe os comentários.
A falta de empatia não é algo positivo em nenhuma faixa etária. A empatia nos ajuda a entender e compreender os sentimentos, opiniões e perspectivas dos outros, mesmo que não concordemos com eles ou não os compartilhemos.
Trata-se de algo que vai além de nos colocarmos no lugar do outro, e é essencial para cultivar relacionamentos saudáveis em qualquer aspecto da nossa vida.
Algumas pessoas, à medida que envelhecem, parecem perder essa capacidade e se concentram tanto em suas próprias necessidades e desejos que esquecem e até desprezam os dos outros.
Evidentemente, se essa característica já existia quando eram jovens e não se trabalha para desenvolver essa habilidade dentro da inteligência emocional, com o passar dos anos e o envelhecimento, a visão de mundo dessa pessoa se torna ainda mais egocêntrica e seu jeito de lidar com os outros, mais desagradável.
Continuamos com a inteligência emocional porque, quanto menos desenvolvida ela estiver, mais fácil será, ao envelhecer, nos tornarmos alguém desagradável. Pensemos em uma pessoa que tem dificuldade em respeitar os limites de outra pessoa.
À medida que vai envelhecendo, e à medida que sua paciência diminui e seu mundo se torna mais egoísta, os limites tornam-se difusos para ela. Ainda mais, se possível. Tem dificuldade em respeitar o espaço pessoal, não valoriza o tempo dos outros e, evidentemente, nem suas emoções.
Se pensarmos que geralmente se trata de pessoas com uma flagrante falta de empatia, como mencionamos anteriormente, não é de se admirar que façam comentários cada vez mais infelizes e inadequados, sem pensar no possível impacto que isso pode ter sobre quem os ouve.
segunda-feira, 22 de junho de 2026
50 anos da Implantação da Região RS I - Plantio de árvores
50 anos da Implantação da Região RS I - Plantio de árvores
Aconteceu no domingo (21/06)... Festejamos esta data histórica do Movimento no Rio Grande do Sul...
Desde as 10 horas da manhã estavamos reunidos tomarndo chimarrão, cantando, rezando e agradecendo por está caminhada de fé, e louvando a Deus pela vida e pela criação...
Houve doação de limões e bergamotas, numa linda partilha.
Alguns casais trouxeram alimentos para as famílias atendidas pela pastoral da criança.
Foi lindo demais!!
Padre Henri caffarel intercedei por nós!!
Local: Praça Franklin Perez, Av Pereira Passos, 520 - bairro Assunção, Porto Alegre/RS...
O Senhor faz em nós maravilhas...
#ENSRegiãoRS1 @ensbrasil
#ENS50anosRS1 @ensprovinciasul3
#planteumaarvore
segunda-feira, 15 de junho de 2026
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Colabore na campanha do novo telhado!
Colabore na campanha do novo telhado!
Este projeto contempla:
* Aumento de 50 cm no pé direito,
* Execução de 10 (dez) unidades micro estacas, conforme projeto;
• Execução de 10 (dez) unidades sapatas de concreto, conforme projeto;
• Fornecimento, pintura e instalação de 10 (dez) unidades pilares metálicos, conforme projeto;
* Remoção de telhado e forro existente;
* Fornecimento, pintura e instalação de estrutura metálica de cobertura, composta por: tesouras e treliças, conforme descriminado em projeto;
* Fornecimento e Instalação de 260m² de Telhas Galvalume Trapezoidais com Isolamento Térmico e Acústico (Sanduíche) TP 40, com fixação realizada com parafusos autobrocantes, conforme projeto;
• Fornecimento e Instalação de 18 (dezoito) unidades de cumeeiras trapezoidas TP40, conforme projeto;
* Execução do fechamento das paredes perimetrais da edificação, com complementação em alvenaria a partir das estruturas existentes até o encontro com a cobertura (telhado).
• Execução de chapisco e reboco em novas paredes de alvenaria executadas;
Também faremos a instalação da capela do Santíssimo em uma das salas de catequese já existentes.
Contamos com as orações e divulgação da campanha.#santaedwiges #dividasbancárias
Comunidade Santa Edwiges. Rua frei albino aresi 165- bairro vila Nova
Pertence a Paróquia São José da vila nova
"Temos carnês com10 parcelas (R$50,00 ou R$100,00)".
Toda a ajuda é bem vinda e para melhor controle, se possível, pedimos doação pelo pix.
Chave PIX csesaojosevilanova@gmail.com
Banco SICREDI
Agência 0116 conta 04189-4
obrigado
sexta-feira, 29 de maio de 2026
quarta-feira, 27 de maio de 2026
SÃO LUÍS ORIONE o apóstolo da caridade
BIOGRAFIA DE SÃO LUÍS ORIONE
São Luís Orione é
um dos maiores e mais conhecidos apóstolos da caridade e do bem surgido em
nossos tempos, para dar testemunho de amor a Cristo e aos irmãos, mediante uma
inquebrável fidelidade à Igreja.
Nasceu em
Pontecurone, lugarejo do Piemonte, na Itália em 23 de Junho de 1872. No
ambiente pobre e profundamente religioso de sua família, recebeu fundamentos
ternos e vigorosos de um apaixonado amor a Deus e aos necessitados, que forma
toda a luz de sua existência.
Sua vocação
cresceu entre lutas e sacrifícios e nesses sacrifícios e lutas se fortaleceu.
Passou uma temporada de seis meses com os religiosos franciscanos em Voghera
(1885-1886) e outra, de três anos, junto a Dom Bosco em Turim (1886-1889). De
1889 a 1893, Luís Orione esteve no seminário diocesano de Tortona entre livros
e humildes serviços na catedral, para custear seus estudos. Nesse período de
profunda vivência religiosa, social e política, enquanto se preparava para o
sacerdócio, Luís sentiu formar-se em seu coração o desejo irrefreável de
dedicar-se inteiramente aos meninos órfãos e abandonados, conduzindo-os a Deus
e educando-os para o bem.
Ainda clérigo,
iniciou uma série de ações juvenis. Mais tarde, abriu instituições para os mais
pobres e abandonados, vítimas da fome e da miséria, desvalorizados pela
sociedade.
Foi ordenado
sacerdote em 13 de abril de 1895, em Tortona. No dia de sua primeira missa,
tomou a decisão de não ser um padre somente para os que iam a Igreja, mas ser
padre para todos, especialmente para os mais afastados da Igreja e para os
pobres.
Sua atividade foi
crescendo num ritmo apaixonado e foram surgindo obras, escolas, colônias
agrícolas, oficinas para aprendizes, escolas profissionalizantes, casas de
caridade e os Pequenos Cotolengos.
Para atender a
tantas obras, fundou as Congregações Religiosas: Pequena Obra da Divina
Providência, eremitas da Divina Providência, Pequenas Irmãs Missionárias da
Caridade e Irmãs Sacramentinas Cegas.
Viveu para amar e
servir. Não conheceu outro motivo para viver. Fez da sua vida e da sua fé uma
única missão. Sofreu muito, mas a ninguém fez sofrer. Tinha como ideal “fazer o
bem sempre, fazer o bem a todos. O mal nunca e a ninguém”.
Para visitar e
incentivar os seus filhos missionários esteve diversas vezes na América do Sul:
Argentina, Uruguai, Chile e no Brasil (1921, 1922, 1934 e 1937) disse que o que
não pudesse fazer pelo Brasil quando vivo, o faria depois de morto.
Morreu em San
Remo, na Itália onde fora cuidar da saúde, por ordem de seus médicos e
superiores, em 12 de março de 1940. Antes de ir a San Remo, protestou que não
era entre palmas que queria morrer, mas entre os pobres, que são de Jesus
Cristo.
João Paulo II o
beatificou em 26 de outubro de 1980.
Depois de reconhecidas
suas virtudes heroicas e sua bondade em vários milagres comprovados e
aprovados, o mesmo Papa João Paulo II o proclamou Santo da Igreja numa missa de
Canonização na Praça de São Pedro, em Roma, no dia 16 de maio de 2004. Seu
ideal de “fazer o bem sempre” continua vivo em seus filhos e filhas
(religiosos, religiosas, leigos e leigas), que continuam difundindo seu carisma
através de obras de caridade em mais de 30 países.
Fonte: Antônio.S.
Bogaz – Rodinei C. Thomazella. O Encantador da Juventude – Aspectos
Teológicos da Pedagogia de Dom Orione. Edição Pequena Obra da Divina
Providência, São Paulo, 2001, p. 17 a 19.
Luís Orione e Dom Bosco
Oprimeiro milagre operado por Dom Bosco após sua morte foi em favor do jovem Luís Orione. De 1886 a 1889, ele foi aluno do Oratório de Valdocco, em Turim. No dia da morte de Dom Bosco (1888), Orione era um dos alunos incumbidos de dirigir a longa fila de devotos que vinham rezar diante de sua urna funerária. Muitos fiéis queriam alguma lembrança do venerável sacerdote.
Como fazer para atender a tantos pedidos?
Apertado pelas circunstâncias, Orione, então com 16 anos, optou pela solução que lhe pareceu ser a mais simples e prática. Correu à despensa — da qual era o encarregado — para cortar pedaços de pão, tocá-los no Santo e dar aos fiéis como relíquia.
Mas nem sempre a juventude é tão calma quanto generosa… Na pressa em satisfazer a todos, Luís Orione, que era canhoto, cortou o dedo indicador direito! Dor física? Quase não a sentiu. Nenhuma outra preocupação lhe surgiu à mente, a não ser esta: sem esse dedo, não poderia realizar seu sonho de ser ordenado padre!
Para evitar-lhe tal desastre, precisava da intervenção de Dom Bosco. Correu, segurando o dedo pendente apenas de uma fina camada de pele e, cheio de fé, o tocou no corpo do Santo. No mesmo instante, o dedo ficou perfeitamente cicatrizado.
Ainda hoje, pode-se ver no corpo do Bem-Aventurado Orione a marca do corte rodeando por inteiro o indicador direito.
Renovar o Movimento só se consegue mergulhando no carisma!!
aos membros da Equipe Responsável Internacional
em 1981: “Não há verdadeira renovação se não se é
fiel ao carisma de origem. Renovar o Movimento só se
consegue mergulhando no carisma que é dom do Espírito
e como tal dom não pode ser manipulado. Para
renovar o Movimento há que unir-se ao crescimento
interior desse carisma. Não há que buscar em outra
parte. É como se, depois de ter encontrado uma fonte
que emana água abundante, ao parecer-nos que começa
a faltar, fôssemos buscar a água em outro lugar.
O que temos que fazer é mergulhar ali onde é certo
que está o manancial de água”.
Estamos, pois, convencidos de que essa intuição
do Espírito Santo continua presente e que não podemos
senão renovar nossa fidelidade à mesma, com
maior entusiasmo que nunca. Como nos indica a Carta
Fundacional: “Os casais não consideram sua entrada
nas Equipes de Nossa Senhora e sua adesão à Carta
como um final, mas sim como um ponto de partida. A
lei do casal cristão é a caridade. Ora, a caridade não
tem limites, a caridade não conhece repouso”.
(Estatuto das Equipes de Nossa Senhora
1947-1972 Nota Final)
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Convite – Terço da Misericórdia| 25/05 às 15h00
Na próxima segunda-feira, dia 25, às 15h00, teremos mais um momento especial de oração com o Terço dos Equipistas e Intercessores – Terço da Misericórdia.
Horário: 15h00 (Hora da Misericórdia)
Participe pelo link: https://meet.google.com/sar-
Este é um encontro rápido (cerca de 15 a 20 minutos), mas profundamente rico em graça e unidade, onde nos colocamos juntos em intercessão por todas as intenções do nosso Movimento, de nossas famílias e da Igreja.
Na Hora da Misericórdia, somos convidados a confiar ainda mais no amor de Deus e a rezar uns pelos outros.
Contamos com vocês para também serem animadores deste momento, compartilhando o link com suas equipes, familiares e amigos, convidando-os a se unirem a nós nesta corrente de oração.
Mesmo em meio à rotina do dia, vale a pena parar um instante e viver este momento de comunhão.
Contamos com a participação de todos!
Com carinho,
Equipe da Super-Região Brasil







