terça-feira, 7 de abril de 2026

programa RAINHA DO CÉU - EPISÓDIO ´2

 




Apresentado por: Padre Anilson Alves de Oliveira Colabore com a Fundação Fraternidade! Pix: fraterpix@gmail.com Nos acompanhe pelas redes sociais: Facebook: Fundação Fraternidade Instagram: @fundacaofraternidade

1 - programa RAINHA DO CÉU

 

Apresentado por: Padre Anilson Alves de Oliveira Colabore com a Fundação Fraternidade! Pix: fraterpix@gmail.com Nos acompanhe pelas redes sociais: Facebook: Fundação Fraternidade Instagram: @fundacaofraternidade

segunda-feira, 6 de abril de 2026

AVISOS PAROQUIAIS



AVISOS PAROQUIAIS

O final da missa é um momento complicado para informações. Quando o padre diz: “por favor, sentem um pouco para ouvir os avisos paroquiais”, logo se ouve o cochicho rolando. São as pessoas reclamando, por terem que esperar cinco ou dez minutos, até que acabem os intermináveis e confusos avisos.
Se forem dados apenas três avisos, muito bem elaborados, um simples fiel conseguirá memorizar, pelo menos, um. Ao sair da igreja, provavelmente, já não lembrará dos outros dois avisos. É tempo perdido dar mais do que três avisos. É constatado que o fiel comum não lembra o Evangelho que foi proclamado e não lembra de nenhuma prece dos fiéis, que foi lida na missa. Se há vários avisos que são imprescindíveis, a solução é imprimir cópias em papel e distribuir no final da missa ou fixá-los no mural.
O aviso de missa tem que levar em conta que é um texto que é redigido para ser falado (código oral) por uma pessoa (emissor) e ouvido por outras (receptores). É um texto diferente daquele que é escrito para ser lido com os olhos (código criptografado) e compreendido pelo intelecto.
Um aviso eficiente segue as leis do marketing: anunciar uma novidade, despertar um interesse, mover para uma ação, ter um objetivo alcançado. Se um aviso de missa não motiva ninguém a participar de algum evento (retiro, encontro de formação, visita, palestra…), o aviso foi ineficiente.
 Técnica – um aviso tem que levar em conta a técnica de redação de uma notícia, priorizando a clareza e a objetividade. Uma boa dica é responder às seguintes perguntas:
O quê? (o que é a ação)
Quem? (quem realização a ação)
Quando? (quando acontece – dia, hora)
Onde? (Onde acontece – local)
Como? (como acontece)
Por quê? (o porque da ação, objetivos etc)
 Por exemplo: A Pastoral da Catequese está com inscrições abertas para a Primeira Eucaristia. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de maio, de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas, na Secretaria Paroquial. No ato da inscrição, é exigida uma taxa de cinco reais. As aulas terão início dia primeiro de junho.
Quem avisa – de preferência, um agente da Pastoral da Comunicação. Uma sugestão: antes da missa, o agente da Pascom recolha todos os avisos, faça uma seleção dos mais importantes e dê uma redação clara e objetiva.
Quando se avisa – depois da oração pós-comunhão, antes da bênção final; não no momento da ação de graças.
O que se avisa – na igreja, se avisa aquilo que tem a ver com a evangelização, com a pastoral, com a catequese, com a liturgia… O público-alvo dos avisos são os fiéis presentes na celebração. Desta forma, a prioridade é para os avisos que são de interesse de coletividade. Não se deve avisar, por exemplo, uma reunião ordinária dos membros da Pastoral da Juventude. Este aviso só vai interessar aos vinte membros da Pastoral da Juventude.
Uma dica: afixar, no mural, uma cópia, digitada, com os avisos. Se alguém se interessou por algo e não conseguir memorizar, pode conferir no mural.
Leitura dos avisos
Não basta somente dar uma redação simples, objetiva e clara aos avisos. É fundamental, também, apresentá-los bem. Abaixo, algumas dicas:
01)Entrar bem: caminhar para a estante, onde vai ler os avisos, com postura correta. Olhar para o povo, pelo menos entre um aviso e outro.
02) Ser simpático: nada de sorrisos exagerados, mas passar simpatia, com uma expressão facial serena.
03) Boa dicção: ter cuidado para pronunciar bem as palavras, com todos os “s”, “das” e “des”.
04) Entonação: A leitura do aviso requer uma entonação semelhante à da notícia. Não é entonação de poema, nem de carta; é entonação própria de notícia.
05) Ritmo: cuidado para não fazer o povo dormir, nem assustar o povo, lendo rápido demais. A leitura de um aviso, assim, como de qualquer outro texto, deve ser feito com tranqüilidade, de forma que todos compreendam.
Uma sugestão: as pessoas escaladas para lerem na missa, devem fazer exercícios vocais e de respiração, diariamente. Aprender a respirar, suavemente, armazenando ar nos pulmões, para não “matar” a frase, antes do ponto. Fazer caretas, massagear o rosto e repetir trava-língua, são boas sugestões para se adquirir uma boa dicção e melhorar nossa leitura.
 Elaboração: Cacilda Medeiros
Pastoral da Comunicação – Arquidiocese de Natal
Natal, abril de 2006

quinta-feira, 2 de abril de 2026

A Sabedoria do Padre Caffarel




BOM DIA Amigos! Ficamos encantados com este capítulo do tema de estudo, realmente onde não há vitalidade, falta a oração e onde há dinamismo é porque rega-se com uma espiritualidade diária!



Como são profundas estas palavras do padre caffarel! Obrigado por sua vida!


Reproduzo abaixo parte do capítulo 3 do livro do tema de estudo.



Alexandre




3. ORAÇÃO



Entre os alimentos essenciais da vida cristã, a oração, sobretudo sob a forma de oração meditada, não está longe de ser a mais fundamental, na medida em que faz com que os outros alimentos sejam assimiláveis pelo nosso organismo espiritual. Era esta a convicção do Padre Caffarel. Daí a sua insistência neste ponto.
1/96 avos
Num editorial de Novembro de 1952, o Padre Caffarel punha diante dos olhos dos seus leitores uma régua graduada com 96 divisões.
«Olhai para esta régua. Noventa e seis divisões: os 96 quartos de hora que compõem um dia. Contai, a partir da esquerda, o número de horas que reservais para o sono e marcai um traço vertical. Contai a seguir o número de horas de trabalho, profissional ou doméstico: outro traço. Depois as horas das refeições, os tempos de deslocações, da leitura do jornal, etc. Finalmente, desta vez a partir da direita, o tempo que consagrais a oração. A seguir, comparai!
Dir-me-eis: "Não há nada mais enganador do que este tipo de cálculos. O senhor compara realidades que não se podem comparar. A oração não é uma questão de tempo. Tal como o amor: não é por passar dez horas por dia a trabalhar e muito pouco tempo a conversar com a minha mulher e com os meus filhos que não os amo ou que os amo menos do que o meu emprego. O amor não é uma questão de tempo".
Ora vejamos! Quantas vezes o amor dos esposos e o afecto entre pais e filhos periclitam justamente porque não são alimentados nem aprofundados. Os nossos amores humanos exigem encontros, permutas, momentos de coração a coração. Isso é vital.
O mesmo acontece com o amor a Deus, que enfraquece na alma do crente que não reserva todos os dias momentos de encontro com o seu Senhor, momentos de permuta, de intimidade, isto é, de oração. E isto não é menos vital.
E quem me responde: "Mas onde quer que eu arranje tempo para rezar?" deixa-me perplexo… Ou não compreendeu o carácter vital da oração para alimentar a vida religiosa ou então isso já tem a ver com o psiquiatra, como é o caso da mãe de família numerosa que sofre de uma grave anemia e responde ao médico: "Como quer que arranje tempo para comer, com oito filhos e tudo o que isso implica, os biberões, as fraldas a lavar, os banhos dos mais pequenos, as traduções de latim dos mais crescidos…?".




Toda a questão está em saber se é vital comer, toda a questão está em saber se é vital rezar.




Afinal, talvez seja por culpa nossa, dos padres, se os cristãos não acreditam no valor da oração: prevenimo-los o suficiente de que a anemia espiritual os espreita? Quando se vêm confessar de cobardias, de orgulho, de impureza, em vez de os pressionar a não recomeçar, chamamos a sua atenção para a causa: o seu estado de menos resistência, que os torna terrivelmente vulneráveis? Recomendamos-lhes a única coisa que lhes permitirá adquirir uma vitalidade espiritual e, portanto, resistir às ameaças do exterior e do interior: a oração?
O grande remédio não será antes a Eucaristia?, perguntar-me-eis. Sem dúvida, mas a Eucaristia na alma que não reza é semente em terra não lavrada, não pode produzir frutos. Creio poder dizer isto com segurança depois de vinte anos de ministério: o cristão que não consagra todos os dias dez a quinze minutos (uma nonagésima sexta parte do dia) a essa forma de oração a que chamamos oração interior ou meditação permanecerá sempre infantil, ou melhor, definhará. Conhecerá crises graves, das quais não sairá glorioso, de que talvez mesmo nem saia senão daí a muito tempo.
Em vez de me deter no aspecto negativo da questão, prefiro terminar evocando tantos homens e tantas mulheres que conheço bem, não menos sobrecarregados com filhos, não menos assoberbados pelos trabalhos profissionais e domésticos do que os outros, cuja vida cristã se aprofunda, desabrocha e resplandece porque a oração mediata é o seu alimento diário. Perceberam que ela é vital. Vivem dela».
(Carta mensal, Novembro de 1952)






FONTE : TEMA DE ESTUDO 2008 ENS

"O verdadeiro poder é o serviço"



O Papa reitera às religiosas: "O verdadeiro poder é o serviço"


Cidade do Vaticano (RV) – Delegações de religiosas de todo o mundo foram recebidas pelo Papa na manhã desta quarta-feira na Sala Paulo VI, no Vaticano. As 800 irmãs, delegadas de 1900 diferentes Congregações, se reuniram nos últimos dias na Assembleia Plenária da União Internacional das Superioras Gerais, em Roma. Com elas, estava também o Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedade de Vida Apostólica, a quem Papa Francisco agradeceu logo no início de seu discurso. Dom João esteve domingo, 05, na Assembléia, participando de um debate e celebrando uma missa para as irmãs.

“Centralidade de Cristo, autoridade como serviço de amor, e ouvir a Mãe-Igreja”. Estas foram as três principais indicações sugeridas pelo Papa às religiosas, ao se dirigir a elas.

“O que seria da Igreja sem vocês? Faltaria o carinho, a maternidade, a ternura, a intuição das mães. Queridas irmãs, disse Francisco, fiquem certas de que eu as acompanho de perto, rezo por vocês, mas por favor, rezem também por mim!”, pediu.

Em sua fala, o Papa também lembrou que “adorar e servir são dois comportamentos que não se separam, mas caminham sempre juntos; e disse que obediência é ouvir a vontade de Deus e aceitar que a obediência passe através das mediações humanas”.
“Lembrem-se que a relação autoridade/obediência se insere no contexto maior do mistério da Igreja e constitui uma atuação especial de sua função mediadora”.
Outra questão recomendada para a reflexão das religiosas foi a pobreza, que – disse – não è a pobreza teórica:
“A pobreza teórica não nos interessa, a pobreza se aprende tocando a carne de Cristo pobre”; e insistiu na necessidade de que as religiosas sejam espiritualmente fecundas e neste sentido, ‘sejam mães’ e não ‘solteironas’.
Avançando, Papa Francisco passou ao segundo elemento no exercício da autoridade: o serviço, que teve seu ápice luminoso na cruz. “Para o homem – especificou – quase sempre a autoridade è sinônimo de posse, mas a autoridade como serviço è sinônimo de amor, significa entrar na lógica de Jesus que se inclinou para lavar os pés aos pobres. Quem quiser ser grande será servidor e antes ainda, escravo”.

Após criticar comportamentos carreiristas de homens e mulheres da Igreja, que usam o povo como trampolim para suas ambições pessoais, pediu às religiosas que exerçam autoridade compreendendo, amando, ajudando, abraçando todos, especialmente quem se sente excluído, nas periferias existenciais do mundo humano.

“È impossível – acrescentou – que uma consagrada e um consagrado não sintam com a Igreja, e a eclesialidade é uma das dimensões constitutivas de sua vocação, é um carisma fundamental para a Igreja. O ‘sentir com a Igreja’ – explicou – se expressa na fidelidade ao magistério, em comunhão com os pastores e com o bispo de Roma, sinal de unidade visível”.
“O anúncio – reafirmou o Pontífice, citando Paulo VI – não é jamais um ato isolado ou de grupo. A evangelização se realiza graças a uma inspiração pessoal, em união com a Igreja e em nome dela”. (CM)

quinta-feira, 26 de março de 2026

Padre Caffarel, Fundador das Equipes de Nossa Senhora (ENS) se torna venerável

 

Após decreto do Papa Leão XIV, Igreja reconhece vida exemplar de Henri Caffarel e avança com o processo de canonização do sacerdote.



segunda-feira, 23 de março de 2026

VIA SACRA: percorramos mentalmente o caminho de Jesus ao Monte Calvário....


O exercício da Via Sacra, consiste na prática devocional religiosa na qual os fiéis percorrem, mentalmente e por via de orações próprias, o percurso de Jesus a carregar a Cruz desde o Pretório de Pôncio Pilatos até ao Monte Calvário, meditando simultaneamente na Paixão de Cristo. Tal exercício, muito usual no tempo da Quaresma, teve origem na época das Cruzadas (do século XI ao XIII): os fiéis que, então, percorriam, na Terra Santa, os lugares sagrados da Paixão de Cristo, quiseram reproduzir, no Ocidente, a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém. O número de estações, passos ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de catorze estações, no século XVI. O exercício da via-sacra tem sido muito recomendado pelos Papas, pois proporciona uma frutuosa meditação da paixão e morte de Jesus Cristo.

1ª estação: Jesus é julgado, acusado falsamente, caluniado, abandonado pelos seus amigos e injustamente condenado à morte.
Oração: Guardaste silêncio. Ó Jesus silencioso, ensina-me a calar e a guardar silêncio, inclusive no sofrimento!

2ª estação: Jesus carrega a cruz. Com grande amor a abraça. Nela, expiará nossos pecados. Ele pensa em nós e caminha rumo ao calvário. Oração: Jesus, ensina-me a compreender tuas palavras: “Se alguém quiser me seguir, tome sua cruz e siga-me”. 3ª estação: Jesus não aguenta mais, suas forças diminuem e Ele cai pela primeira vez. Oração: Jesus, dá-me forças para levantar-me das minhas quedas. Anima meus desânimos. 4ª estação: Jesus encontra sua Mãe. A dor de ver sua Mãe sofrendo lhe abre mais feridas no coração. No entanto, ao mesmo tempo, ver o olhar amoroso de Maria o consola. Oração: Maria, que vencendo todo respeito humano foste capaz de consolar teu Filho no caminho do calvário, ajuda-me a experimentar teu olhar nas minhas dificuldades e aflições. 5ª estação: O cireneu ajuda Jesus a carregar a cruz. Oração: Jesus, assim como Simão te ajudou a carregar a cruz, ajuda-me nas minhas fraquezas e dificuldades. 6ª estação: O rosto desfigurado de Jesus comove o coração de uma mulher e, com um lenço, ela o enxuga cuidadosamente. Oração: Jesus, grava tua imagem em meu coração, e que eu sempre me lembre dela. 7ª estação: Jesus, sob o peso da cruz, cai pela segunda vez. Oração: Jesus, que não te cansem minhas constantes quedas! 8ª estação: O Senhor aceita a vã compaixão das filhas de Jerusalém. Oração: Jesus, ajuda-me a aprender que carregar tua cruz é muito mais que todas as honras da terra. 9ª estação: Jesus cai pela terceira vez. Oração: Jesus, que eu não perca a esperança quando experimentar a tua cruz na minha vida. 10ª estação: O Senhor é despojado das suas vestimentas. Oração: Jesus, despojado de tudo, por amor a mim, ajuda-me a desprender-me, por amor a ti, de todas as criaturas, para que Tu sejas meu único tesouro. 11ª estação: Jesus é crucificado. Oração: Jesus, que carregaste a cruz sem reclamar, concede-me jamais queixar-me por coisas inúteis, nem de ninguém, nem interiormente. 12ª estação: O Senhor morre na cruz. Oração: Jesus, ajuda-me a aceitar de todo coração o tipo de morte que pensaste para mim, a aceitá-la com todas as suas angústias, penas e dores. Concede-me nesse momento unir-me à tua morte e oferecer a minha como consumação do meu caminho rumo a ti, aqui na terra. 13ª estação: O corpo de Jesus é tirado da cruz e recebido por Maria. Oração: Jesus, que eu possa estar nos braços de Maria nos momentos mais difíceis da minha vida, e experimentar a proteção amorosa da tua santa Mãe. 14ª estação: Jesus é depositado no sepulcro. Oração: Maria, minha Mãe, assim como João te fez companhia como um filho após a morte de Jesus, que eu possa sempre estar contigo, com os mesmos sentimentos do discípulo amado de Jesus. Oração final
Senhor, que a meditação das tuas dores e sofrimentos destrua minha soberba, suavize meu coração e o prepare para receber teu inesgotável amor e perdão. Que, consciente das minhas quedas e defeitos, em meio às minhas penas e trabalhos, eu te busque sempre e que, contemplando teu coração aberto e ferido por amor a mim, eu possa mergulhar nele como uma gota de água, e me perca para sempre na imensidão da tua misericórdia. Amém.