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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O SENTIDO DA LIGAÇÃO . ENS

fonte:EQUIPES DE NOSSASENHORASUPER-REGIÃO BRASILII SESSÃO DE FORMAÇÃONACIONAL2015 

O SENTIDO DA LIGAÇÃO 



No início do Movimento, não havia CL na França: o próprio Pe.Caffarel reunia-se com frequência com os CR das primeiras equipes (os “chefes de grupo”, pois só mais tarde os grupos adquiriram o nome de “equipes”) e a cada dois meses reunia-os todos entre si. Somente em 1947, quando da promulgação da Carta das Equipes de Nossa Senhora, foram instituídos os “Casais de Ligação”, com o objetivo de ajudar os CRS a acompanhar o número crescente de equipes; eles eram então escolhidos entre os membros das primeiras equipes. 

Assim aconteceu também no Brasil. Depois da primeira troca de correspondência entre Pedro Moncau e o Pe. Caffarel, um “casal de ligação” passou a orientá-lo, mandando-lhe detalhadas cartas. Gérard d’Heilly e Madeleine eram ninguém menos que um dos quatro casais que haviam iniciado “juntos”, com o Pe. Caffarel, a procura da vontade de Deus sobre o casamento. Sucederam-lhe vários CL. Era Pedro Moncau que orientava, como fazia o Pe. Caffarel, as equipes à medida que aqui se formavam, encontrando-se mensalmente com os CR. Com o aumento do número de equipes, ele passou a recorrer aos membros da Equipe 2 (todos eles de excelente formação) para fazer a ligação com elas. Somente em 1999, com a divisão em 7 Províncias, o Brasil adquiriu oficialmente o status de SuperRegião, ou seja, a autonomia completa - mas nem por isso a história da ligação terminou: E o Casal Responsável da Super-Região, embora ela seja totalmente autônoma, está “ligado” em nível de ERI - Equipe Responsável Internacional - a um casal membro da mesma encarregado de uma das Zonas, no caso do Brasil a Zona América (é um casal brasileiro, o penúltimo CR da nossa Super-Região, Graça e Roberto). 

 O que é ligar? Do latim: Ligare, que significa unir, aproximar, combinar, vincular o seu destino ao de outrem, prestar atenção, relacionar-se, formar aliança. É importante salientar que cada um de nós, casais presentes nesta Formação, exercemos uma função de Ligação. 

Unir, misturar, combinar. Nós podemos começar por olhar para a ligação à luz das cartas pastorais de São Paulo às primitivas comunidades cristãs, como por exemplo, as epístolas a Tito e a Timóteo. Nos escritos do Apóstolo Paulo ele faz apelo aos seus discípulos para ir ao encontro das comunidades assegurando a ligação com o fim específico de preservar a unidade. São Paulo trabalha para ajudar as diferentes comunidades a viver a mesma fé e o mesmo espírito. Ele quer que todas as situações novas e todas as dificuldades encontradas sejam no único espírito de caridade e de Paz. 

Ele insiste que as comunidades cristãs promovam uma verdadeira partilha de vida, feita de humildade e de amor, num clima de confiança, de amizade e de atenção de uns para com os outros. Esta mesma necessidade de ligação e de comunicação na Igreja primitiva sentida entre nós. Seguramente o Padre Caffarel quis aplicar às ENS um método parecido ao do Apóstolo Paulo e teve a mesma preocupação de manter um forte vínculo com os casais das equipes. Foi à primeira estrutura de serviço criada pelo nosso Movimento, antes mesmo do Setor, que surge em 1951. 

À medida que o Movimento crescia e se expandia não era mais possível ao Padre Caffarel, nem aos responsáveis do Movimento, nem aos responsáveis de Setor, manter um estreito laço entre eles todos. LER O SLIDE Somos todos ligações. Cada casal de Super-Região liga suas Províncias, ou suas regiões. Os Casais Responsáveis Regionais por sua vez, ligam os Casais Responsáveis do Setor. Até mesmo o Casal Responsável Internacional, Tó & Zé, exercem a Ligação entre o Movimento e a Santa Sé, no caso o Pontifício Conselho para os Leigos. 

As equipes do mundo são ligadas por quatro Casais ligação distribuídas em quatro grandes Zonas geográficas: Zona Centro Europa, Zona Eurásia, Zona Euráfrica e Zona América. (Casal brasileiro Graça e Roberto). O objetivo das zonas é desenvolver uma ligação e uma coordenação mais próximas, com sentido da missão, da unidade e da solidariedade para além das fronteiras nacionais. O objetivo da ligação é de favorecer a comunicação, ou seja, a transmissão da seiva e de permitir que todas as equipes vivam em estreito contato, primeiramente com o Movimento, mas o mesmo tempo entre elas próprias. 

Sentido vertical e horizontal. “UMA EQUIPE DE NOSSA SENHORA NÃO PODE VIVER NO ISOLAMENTO. O MOVIMENTO POSSUI UMA ORGANIZAÇÃO DESTINADA A COORDENAR, ANIMAR, LIGAR, APOIAR E SERVIR AS EQUIPES, E MANTER A UNIDADE”. GUIA DAS ENS A ligação e indispensável para a construção do espirito de comunidade e de unidade, para dar o senso de pertença ao Movimento e a fidelidade aos seus objetivos e carisma fundacional. (Guia das ENS). 

Os equipistas não pertencem tão somente à sua equipe , mas também ao movimento. Exercer uma função de ligação não é uma mera transmissão de comunicações, ou informação são casais portadores da sua própria vivência, é um verdadeiro anúncio da Boa Nova, ela tem uma dimensão de evangelização e de interpelação. 

Diversas situações que o equipista de base considera o casal ligação como o intruso, que vem fiscalizar e outras coisas, não há uma abertura para acolher o CL, deverá ser uma relação de confiança, de entreajuda e de alimento espiritual. Ele deverá receber uma formação adequada para cumprir sua missão.

 O Casal Ligação precisa estar atento à sua própria FORMAÇÃO para promover a dos outros casais sob sua responsabilidade. Não é um papel burocrático para transmitir informações vindas do setor. A utilização dos meios de comunicação não pode abolir e deve privilegiar a “Ligação pessoal e visual”. O contato e a comunicação dão vida e incentivo. É preciso buscar na ORAÇÃO a vontade de Deus para as ENS e procurar ajudar a todos os casais sob nossa responsabilidade a viverem o mais integralmente possível esta Vontade Divina. A ligação deve ser exercida com espírito de serviço e de humildade, de transmitir nossa experiência, mas também de estar disposto a aprender. 


O serviço de ligação decorre fortemente de espírito de colegialidade e corresponsabilidade que deve regular os trabalhos de uma equipe de Setor. A Ligação é indispensável para construir o espírito de comunidade no Movimento. E para que as ENS sejam uma equipe de equipes vivas o casal ligação tem que se transformar em elo dessa dinâmica.


 Bete e Carlos, CRP PROVÍNCIA LESTE 

terça-feira, 9 de maio de 2017

7 sinais de pessoas com “depressão escondida”

 Aleteia Brasil | Abr 26, 2017

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Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão - ou nem sequer sabe que tem a doença

Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão.
Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes.
No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos.
E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”:

1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada

Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo.

2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade

Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença.

3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros

O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção.

4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer

O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão.

5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais

A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica.

6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças

Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência.

7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente

A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada.

O que fazer se eu me identifiquei com esses sintomas?

Se você identificou esses sintomas em si mesmo ou em alguém que você conhece e concluiu que pode estar com depressão, não se assuste: a depressão é bastante comum em nossa sociedade e é perfeitamente tratável. Não se automedique: é fundamental procurar orientação médica especializada e responsável para que o tratamento seja um sucesso. Experimente consultar um psicólogo para compreender melhor o que está acontecendo; se for necessário, ele encaminhará você a um psiquiatra, que é o médico especializado nos tratamentos com medicação apropriada para reequilibrar o funcionamento do seu sistema nervoso. Junto com o tratamento, alimente a sua mente e a sua alma com motivação e fé, consciente de que essa perda de energias pode ser superada. A sua determinação de vencer e fazer o tratamento com empenho, mesmo que não sinta vontade para nada, é essencial para derrotar a depressão!
Confira também:
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Com informações de LifeHack

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Papa: Evangelho se anuncia com humildade, não com o poder !

Papa Francisco \ Missa Santa Marta


Evangelho se anuncia com humildade, disse Papa na missa de 25 de abril
25/04/2017 12:04
Cidade do Vaticano (RV) – No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco dedicou a Missa celebrada na manhã de terça-feira (25/04) na capela da Casa Santa Marta ao Patriarca dos coptas Tawadros II e aos fiéis coptas, os quais encontrará daqui poucos dias em sua viagem apostólica ao Egito.
“Hoje – disse o Papa no início da celebração – é São Marcos evangelista, fundador da Igreja de Alexandria. Ofereço esta missa pelo meu irmão Papa Tawadros II, Patriarca de Alexandria dos Coptas, pedindo a graça que o Senhor abençoe as nossas duas Igrejas com a abundância do Espírito Santo.”
Em sua homilia, o Pontífice comentou o Evangelho do dia, em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho. 
 
No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco em sua homilia comentou o Evangelho em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho.
Sair para anunciar
Para Francisco, é preciso “ir onde Jesus não é conhecido e onde Jesus é perseguido ou desfigurado, para proclamar o verdadeiro Evangelho”:
“Sair para anunciar. E nesta saída está a vida, se joga a vida do pregador. Ele não está protegido, não há seguro de vida para o pregador. E se um pregador busca um seguro de vida, não é um verdadeiro pregador do Evangelho: não sai, permanece protegido. Primeiro: ir, sair. O Evangelho, o anúncio de Jesus Cristo, se faz em saída, sempre; em caminho, sempre. Seja em caminho físico, seja em caminho espiritual do sofrimento: pensemos no anúncio do Evangelho que tantos doentes fazem – tantos doentes! – que oferecem a dor pela Igreja, pelos cristãos. Mas sempre saem de si mesmos”.
Mas como é “o estilo deste anúncio?”, se questiona o Papa. “São Pedro, que foi propriamente o mestre de Marcos – responde – é muito claro na descrição deste estilo”: “O Evangelho deve ser anunciado em humildade, porque o Filho de Deus se humilhou, se aniquilou. O estilo de Deus é este” e “não existe outro”. “O anúncio do Evangelho não é um carnaval, uma festa”. Este “não é o anúncio do Evangelho”.
Vencer a tentação da mundanidade
“O Evangelho não pode ser anunciado com o poder humano, não pode ser anunciado com o espírito de escalada, de subir”, “este não é o Evangelho”. Portanto, todos somos chamados a revestir-se de “humildade uns pelos outros”, porque “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”:
“E por que esta humildade é necessária? Justamente porque nós levamos avante um anúncio de humilhação, de glória, mas através da humilhação. E o anúncio do Evangelho sofre a tentação: a tentação do poder, a tentação da soberba, a tentação da mundanidade, de tantas mundanidades que existem e nos levam a pregar ou a recitar; porque não é pregação um Evangelho aguado, sem força, um Evangelho sem Cristo crucificado e ressuscitado. E por isso Pedro diz: ‘Cuidado…o inimigo de vocês, o diabo, assim como um leão faminto circula buscando alguém para devorar. Resistam, firmes na fé, sabendo que os mesmos sofrimentos são impostos aos seus irmãos espalhados pelo mundo’. O verdadeiro o anúncio do Evangelho sofre a tentação”.
Francisco acrescentou que se um cristão afirma que anuncia o Evangelho, “mas nunca sofre tentação”, significa então que o “diabo não se preocupa” porque “estamos pregando algo que não serve”.
A graça de sair
“Por isso, na pregação verdadeira, há sempre algo de tentação e também de perseguição”. O Papa destacou que, quando estamos no sofrimento, será “o Senhor a nos resgatar, a dar força, porque é isto que Jesus prometeu quando enviou os Apóstolos”:
“Será o Senhor a nos confortar, a nos dar força para ir avante, porque Ele age conosco se formos fiéis ao anúncio do Evangelho, se sairmos de nós mesmos para pregar Cristo crucificado, escândalo e loucura, e se nós fizermos isso com um estilo de humildade, de verdadeira humildade. Que o Senhor nos dê esta graça, como batizados, todos, de empreender o caminho da evangelização com humildade, com confiança Nele, anunciando o verdadeiro Evangelho: ‘O Verbo se fez carne’. O Verbo de Deus se fez carne. E esta é uma loucura, é um escândalo; mas fazê-lo na consciência de que o Senhor está do nosso lado, age conosco e confirma o nosso trabalho”. 
A missa foi concelebrada pelos cardeais conselheiros que compõem o C9 - o grupo de trabalho instituído pelo Papa Francisco para a reforma da Cúria Romana.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Padre Caffarel e a Oração

Oração: o espaço privilegiado do encontro com Cristo

«Tudo se resume em saber se é vital comer, tudo se resume em saber se é vital rezar»



Para o Padre Caffarel, a oração é o lugar privilegiado do seu encontro com Deus, particularmente sob a forma de Meditação. Não somente a sua vida quotidiana foi preenchida por esta presença de Deus, como também nunca se cansou de ensinar a fazer oração, de transmitir o que ele pessoalmente vivia no acto de rezar. A sua pedagogia passa pela exigência fundamental de colocar a Oração no coração da vida de cada um. Passa por numerosos escritos: na "Carta das Equipas" e no "Anneau d’Or" (O Anel de Ouro) e pela criação dos "Cadernos Sobre a Oração".

É sobretudo na segunda parte da sua vida que desabrocha a sua pedagogia orientada principalmente para os leigos ativos no mundo. A partir da "Casa de Troussures", que ele transformou num centro internacional de oração, animou e fez animar semanas de oração, cursos de oração por correspondência e serões de formação. Criou o movimento dos "Intercessores". Não deixou também de fazer pesquisa sobre as novas "correntes carismáticas" que emergiam na Igreja. Diferentes livros elaborados no decurso da sua experiência de acompanhamento espiritual são testemunhos deste período.

O Padre Caffarel vivia com exigência a sua vida de oração. Ele desejava com insistência e exigência que assim fosse para todos.



«Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no quarto mais secreto e, fechada a porta, reza em segredo a teu Pai, pois Ele, que vê o oculto, há-de recompensar-te.

Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.» (Mt 6,5-8)


quarta-feira, 15 de março de 2017

15 simples atos de caridade de que costumamos esquecer!!

Vamos espalhar a caridade!

1. Sorrir
Um cristão sempre é alegre. Às vezes podemos nem perceber, mas, ao sorri, aliviamos a carga dos que estão ao nosso redor: na rua, no trabalho, em casa, na faculdade. A felicidade do cristão é uma bênção para os outros e para si mesmo.

2. Agradecer
Nunca se acostume a receber as coisas, mesmo “porque você precisa” ou “porque tem direito” a elas. Receba tudo como um presente, mesmo se estiver pagando por isso. Agradeça sempre. A pessoa agradecida é mais feliz.

3. Recordar às pessoas o quanto você as ama
Você sabe que os ama. Mas… e eles? Carinho, abraços e palavras nunca são demais. Se Jesus não tivesse se feito carne, nós jamais teríamos entendido que Deus é amor.

4. Cumprimentar essas pessoas que você vê diariamente
O porteiro, a faxineira, a recepcionista, o vizinho. Ao cumprimentá-los, você lhes recorda o quanto são importantes e o quanto você os valoriza.

5. Escutar a história das pessoas sem preconceito
O que pode nos tornar mais humanos que saber escutar? Cada história que lhe contam o unem mais aos outros: seus filhos, seu cônjuge, seu chefe, o professor, suas preocupações e alegrias. Você sabe que não são só palavras, mas partes da sua vida que precisam ser compartilhadas.

6. Parar para ajudar
Não interessa se é um problema de matemática, uma simples pergunta ou alguém com fome na rua. Ajuda nunca é demais. Todos nós precisamos uns dos outros.

7. Motivar as pessoas
Sabe aquele amigo que não anda muito bem? Tente arrancar um sorriso dele, para aliviar seu desânimo e ver que nem tudo na vida é ruim. É sempre bom saber que existe alguém que nos ama e que está ao nosso lado.

8. Comemorar as qualidades e conquistas dos outros
Nunca deixe de celebrar as alegrias das pessoas que convivem com você, suas qualidades, conquistas, boas ações. Simples frases como “Parabéns!”, “Fico feliz por você”, “Você fica bem com essa cor”, podem alegrar o dia de uma pessoa.

9. Doar as coisas que você não usa
Vale a pena fazer uma faxina no armário e separar algumas coisas para a doação. Isso ajuda a valorizar o que temos, engrandece nosso coração e pode fazer outras pessoas felizes.

10. Ajudar para que outra pessoa descanse
Isso pode ser vivido especialmente nas famílias. Você pode começar a fazer a tarefa de outra pessoa para que ela possa descansar, ou antes de que ela lhe peça ajuda. A vida fica mais leve quando nos ajudamos mutuamente nas responsabilidades cotidianas.

11. Corrigir com amor
Corrigir é uma arte. Muitas vezes nos encontramos em situações com as quais não sabemos lidar. O melhor método é o amor. O amor não somente sabe corrigir, mas também perdoar, aceitar e seguir em frente. Não tenha medo de corrigir e ser corrigido, isso é uma demonstração de que os outros gostam de você e querem que você seja melhor.

12. Ser detalhista com os que estão perto de você
Se você sabe do que aquela pessoa gosta, por que não aproveitar isso para fazê-la feliz? Tudo o que é dado com amor é melhor. Sair de si mesmo e pensar nos outros é maravilhoso e alegra o coração.

13. Limpar o que você usa em casa
Na vida familiar, isso é essencial para não sobrecarregar ninguém. Faça a sua parte, e faça com carinho. Você se sentirá alegre e em paz com isso.

14. Ajudar os outros em suas dificuldades
Carregar uma sacola, ajudar uma pessoa a atravessar a rua, pagar o almoço para alguém… São muitos detalhes ao seu alcance, e as pessoas não vão se esquecer do bem que você fez a elas. Demonstre que você ainda acredita na humanidade.

15. Ligar para os seus pais
Talvez você more sozinho ou inclusive já tenha sua própria família. No entanto, seus pais ainda se emocionam ao ver que você se lembra deles. Estar atento ao que eles precisam ou simplesmente ligar para saber como estão é algo que não custa muito e é um gesto de gratidão enorme.

Por Catholic Link via Aleteia