quinta-feira, 27 de abril de 2017

Papa: Evangelho se anuncia com humildade, não com o poder !

Papa Francisco \ Missa Santa Marta


Evangelho se anuncia com humildade, disse Papa na missa de 25 de abril
25/04/2017 12:04
Cidade do Vaticano (RV) – No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco dedicou a Missa celebrada na manhã de terça-feira (25/04) na capela da Casa Santa Marta ao Patriarca dos coptas Tawadros II e aos fiéis coptas, os quais encontrará daqui poucos dias em sua viagem apostólica ao Egito.
“Hoje – disse o Papa no início da celebração – é São Marcos evangelista, fundador da Igreja de Alexandria. Ofereço esta missa pelo meu irmão Papa Tawadros II, Patriarca de Alexandria dos Coptas, pedindo a graça que o Senhor abençoe as nossas duas Igrejas com a abundância do Espírito Santo.”
Em sua homilia, o Pontífice comentou o Evangelho do dia, em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho. 
 
No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco em sua homilia comentou o Evangelho em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho.
Sair para anunciar
Para Francisco, é preciso “ir onde Jesus não é conhecido e onde Jesus é perseguido ou desfigurado, para proclamar o verdadeiro Evangelho”:
“Sair para anunciar. E nesta saída está a vida, se joga a vida do pregador. Ele não está protegido, não há seguro de vida para o pregador. E se um pregador busca um seguro de vida, não é um verdadeiro pregador do Evangelho: não sai, permanece protegido. Primeiro: ir, sair. O Evangelho, o anúncio de Jesus Cristo, se faz em saída, sempre; em caminho, sempre. Seja em caminho físico, seja em caminho espiritual do sofrimento: pensemos no anúncio do Evangelho que tantos doentes fazem – tantos doentes! – que oferecem a dor pela Igreja, pelos cristãos. Mas sempre saem de si mesmos”.
Mas como é “o estilo deste anúncio?”, se questiona o Papa. “São Pedro, que foi propriamente o mestre de Marcos – responde – é muito claro na descrição deste estilo”: “O Evangelho deve ser anunciado em humildade, porque o Filho de Deus se humilhou, se aniquilou. O estilo de Deus é este” e “não existe outro”. “O anúncio do Evangelho não é um carnaval, uma festa”. Este “não é o anúncio do Evangelho”.
Vencer a tentação da mundanidade
“O Evangelho não pode ser anunciado com o poder humano, não pode ser anunciado com o espírito de escalada, de subir”, “este não é o Evangelho”. Portanto, todos somos chamados a revestir-se de “humildade uns pelos outros”, porque “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”:
“E por que esta humildade é necessária? Justamente porque nós levamos avante um anúncio de humilhação, de glória, mas através da humilhação. E o anúncio do Evangelho sofre a tentação: a tentação do poder, a tentação da soberba, a tentação da mundanidade, de tantas mundanidades que existem e nos levam a pregar ou a recitar; porque não é pregação um Evangelho aguado, sem força, um Evangelho sem Cristo crucificado e ressuscitado. E por isso Pedro diz: ‘Cuidado…o inimigo de vocês, o diabo, assim como um leão faminto circula buscando alguém para devorar. Resistam, firmes na fé, sabendo que os mesmos sofrimentos são impostos aos seus irmãos espalhados pelo mundo’. O verdadeiro o anúncio do Evangelho sofre a tentação”.
Francisco acrescentou que se um cristão afirma que anuncia o Evangelho, “mas nunca sofre tentação”, significa então que o “diabo não se preocupa” porque “estamos pregando algo que não serve”.
A graça de sair
“Por isso, na pregação verdadeira, há sempre algo de tentação e também de perseguição”. O Papa destacou que, quando estamos no sofrimento, será “o Senhor a nos resgatar, a dar força, porque é isto que Jesus prometeu quando enviou os Apóstolos”:
“Será o Senhor a nos confortar, a nos dar força para ir avante, porque Ele age conosco se formos fiéis ao anúncio do Evangelho, se sairmos de nós mesmos para pregar Cristo crucificado, escândalo e loucura, e se nós fizermos isso com um estilo de humildade, de verdadeira humildade. Que o Senhor nos dê esta graça, como batizados, todos, de empreender o caminho da evangelização com humildade, com confiança Nele, anunciando o verdadeiro Evangelho: ‘O Verbo se fez carne’. O Verbo de Deus se fez carne. E esta é uma loucura, é um escândalo; mas fazê-lo na consciência de que o Senhor está do nosso lado, age conosco e confirma o nosso trabalho”. 
A missa foi concelebrada pelos cardeais conselheiros que compõem o C9 - o grupo de trabalho instituído pelo Papa Francisco para a reforma da Cúria Romana.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O OLHAR do padre Caffarel



O Padre Caffarel é um homem escondido. Voluntariamente escondido, pois o apóstolo retira-se sempre diante daquele que anuncia e prega. Só Deus fica, ele desaparece. De tal modo o Padre Caffarel entendeu isto que quis que o seu enterro se fizesse na mais completa discrição. No entanto, ao ouvir testemunhos da sua vida, sobretudo ao ler os seus escritos... progressivamente aparece a sua personalidade.
O Padre Caffarel era um homem de pequena estatura. Não tinha nada da imponente estatura de um herói que fascinasse as multidões. O seu nariz e as suas orelhas eram notáveis. Pequeno, magro, todo ele debruçado interiormente para alguma coisa que o habita e da qual não quer deixar-se distrair, a sua frágil silhueta devia parecer banal. Exceto o olhar. Tudo está no seu olhar. E todos foram cativados. Todos perceberam naquele olhar pousado neles uma procura: “Que há em vós? Como viveis com o Senhor? Que procurais no fundo do vosso coração?” Padre Caffarel não procurava ler o fundo das almas de maneira indiscreta! Mas qualquer pessoa era única diante dele, única também a sua relação com Deus.
Para entendermos esta atitude, há que voltar ao encontro decisivo da sua vida. “Aos 20 anos, Jesus Cristo, de repente, tornou-se alguém para mim. Mas não foi nada de espetacular. Nesse longínquo dia de março, fiquei sabendo que era amado e que amava, e que, daí em diante, a minha relação com Ele seria para toda a vida. Tudo estava jogado” (citado por Jean Allemand, Henri Caffarel, um homem arrebatado por Deus. Lucerna, Estoril 2007, p. 18). Um encontro assim, aparentemente tão simples, orienta e constrói toda uma vida. Foi olhado com amor por Jesus Cristo. Então ele olha cada pessoa com esta interrogação: “Com você, como é que foi? Como é que Ele o olhou?” Mais! Ele queria comunicar a sua luz a todos aqueles que encontrava. O seu olhar penetrante, como descrevem tantas testemunhas, refletia essa paixão que o Senhor tinha acendido nele: paixão por Deus, paixão pelos outros... para que também eles descobrissem que são amados e que amam.

fonte artigo : A presença do Padre Caffarel
Padre Paul-Dominique Marcovits, o.p.- Postulador
Roma, 27 Janeiro 2009
artigo completo na no site das ENS http://www.ens.org.br/site/?secao=86


Nós apoiamos a causa de beatificação do padre Henri Caffarel!
alexandre

Hortas comunitárias auxiliam recuperação de dependentes químicos em SC


O plantio em hortas comunitárias tem sido uma das estratégias usadas para recuperar dependentes químicos. É isso o que acontece no Centro de Recuperação Nova Esperança (CERENE), em Palhoça, Santa Catarina. Através de uma parceria feita com a companhia local de energia elétrica, a Eletrosul, os internos podem plantar e se beneficiar da produção local e orgânica.
O projeto, chamado de Hortas Comunitárias, existe desde 2003. A empresa que fornece energia para diversas cidades da região sul do país estabelece parcerias com as prefeituras locais e diversas outras instituições para a criação de espaços de agricultura orgânica em áreas próximas aos fios de alta tensão. A medida evita a ocupação irregular em áreas perigosas e ainda funciona como ferramenta social.
No caso da parceria estabelecida em Palhoça, a agricultura foi utilizada para oferecer uma rotina de trabalho a quem lutam contra a dependência química. Diariamente os internos se deslocam do centro de recuperação até a horta para cuidar da terra, plantar e colher. A prática é chamada de “laborterapia”.
Em declaração ao Diário Catarinense, o diretor da Cerene, Dorival Oliveira Ávila, disse que essa rotina é essencial para a recuperação do dependente. “Quando ele volta a viver uma rotina com horários e tarefas diárias fica mais aberto à socialização”, explicou.
Tudo o que é produzido é utilizado pela própria instituição. Os alimentos que não são consumidos pelos internos, são comercializados. Além disso, eles também produzem compotas, geleias e conservas, que ajudam a complementar a renda do centro de recuperação.
Redação CicloVivo

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terça-feira, 18 de abril de 2017

DIA NACIONAL PELA CAUSA CANONIZAÇÃO PE. HENRI CAFFAREL


SALVE MARIA!
A super Região Brasil, convida a todos para o 4º dia nacional de Orações pela causa de canonização do Pe. Henri Caffarel em 19 de abril em comemoração ao aniversário de 87 anos da sua ordenação.
Oração pela canonização do servidor de Deus Henri Caffarel
Deus, nosso Pai, Tu colocaste no fundo do coração de seu servidor, Henri Caffarel, um impulso de amor o qual o atraiu sem reservas à teu Filho e o inspirou a falar dele. Profeta para o nosso tempo, ele mostrou a dignidade e a beleza da vocação de cada um segundo a palavra que Jesus endereçou à todos: “Venha e siga-me.”
Ele entusiasmou os esposos pela grandeza do sacramento do matrimônio o qual significa o mistério de unidade e de amor fecundo entre o Cristo e a Igreja. Ele mostrou que padres e casais são chamados a viver a vocação do amor.
Ele guiou as viúvas: o amor é mais forte que a morte. Estimulado pelo Espírito, ele conduziu muitos crentes pelos caminhos da oração. Arrebatado por um fogo insaciável, ele era habitado por ti, Senhor.
Deus, nosso Pai, pela intercessão de Nossa Senhora, nós te pedimos apressar o dia quando a Igreja proclamará a santidade de sua vida, para que todos encontrem a alegria de seguir teu Filho, cada um segundo sua vocação no Espírito. Deus nosso Pai, nós invocamos o padre Caffarel para ... (Precisar a graça a pedir)
Alguns de vós pediram-me para vos deixar um testamento espiritual. Será isso necessário ? Para um discípulo de Cristo o melhor é repetir as ultimas propostas de seu Mestre: «O que vos mando é que vos ameis uns aos outros» (Jo 15,17).Pe.Henri Caffarel
O teu gesto de ternura pode mudar o curso de uma vida....
Com carinho e oração,
GorettiMoacir
Casal Responsável Intercessores
Super Região Brasil
Equipes de Nossa Senhora






quarta-feira, 12 de abril de 2017

Pe. Caffarel desejou, um Movimento de formação e de pessoas ativas.


Brasília 2012 já está perto, mas não devemos apenas encontrar-nos num lugar novo; devemos dar impulso e vitalidade ao nosso Movimento para que ele seja cada vez mais, como o Pe. Caffarel desejou, um Movimento de formação e de pessoas activas. É esta a nossa vocação na Igreja.

Tanto a vida do padre Caffarel como o encontro com os primeiros casais levaram cada vez mais a esta convicção: "Nenhum deles tinha dificuldade em pensar que a sua vocação era a santidade: a santidade aparecia como o desenvolvimento do amor e a realização plena tanto do amor conjugal como do amor de Cristo. E a reflexão fê-los logo descobrir de uma forma totalmente nova o sacramento do matrimónio, não simplesmente como uma formalidade, mas como uma prodigiosa fonte de graça: Cristo vem salvar o amor, doente desde o pecado original, trazendo-lhe auxílios e graças enormes" (Chantilly 1987).

O Padre Caffarel não nos quis para uma santificação exclusivamente individual ou de casal. As equipas são para o mundo. Seria um trabalho inútil procurar na Escritura um discurso preciso, pormenorizado e directo sobre o casal. Esta afirmação pode deixar-nos surpreendidos e per¬plexos, mas a verdade é que, tanto no Antigo como no Novo Testa¬mento, quando se fala da relação homem-mulher é sempre para dizer, antes de mais, alguma coisa sobre Deus.

Por outras palavras, a Bíblia não faz um discurso moralista, não faz uma pregação pedante sobre o matrimónio e sobre a sexualidade, mas assu¬me as categorias nupciais para revelar o rosto e a natureza de Deus.

Deste modo o homem e a mulher não se sentem interpelados a rea¬lizar um modelo de vida senão na medida em que procuram Deus e se reflectem n'Ele. Não foi certa¬mente sem razão que o Senhor Jesus nos disse que procurássemos "antes" o reino de Deus, pois tudo o resto é dado por acréscimo. Falar de casal hoje signi¬fica falar de um tema que atravessou um período marcado por enormes mudanças económicas, sociais e políticas e que, apesar da declaração de dissolução e de morte dos anos 60, manteve uma estrutura própria estável e partilhada pela maioria. Todavia, devemos olhar de frente o dom de Deus e a complexidade da família hoje e procurar respostas.

- Evangelizar a família

Talvez tenha chegado o momento de submeter a um sério e crítico exame a forma como hoje, em muitos sectores da Igreja, se enfrentam as problemáticas da família. Muitas vezes, predomina o aspecto moralista: fala-se muito de problemas morais e menos de Deus, esquecendo que o comportamento moral não é senão uma consequência do encontro com Deus.

Problemáticas angustiantes e asfixiantes de carácter moralista e devocional não foram muitas vezes capazes de nos fazer abrir o coração à grande e diversificada missão da família no mundo de hoje. Uma família não deve ser julgada, tomada de assalto com mil receitas, mas sim evangelizada com o próprio amor de Cristo. Uma evangelização que mergulha as suas raízes num itinerário de conversão e de enraizamento no sacramento da Aliança. A adesão a Jesus Cristo implica uma opção de fé, mas, ao mesmo tempo, exige conformar a própria vida ao seu Evangelho. O acolhimento da Palavra não pode traduzir-se senão em opções concretas de vida.

A FAMÍLIA: ESCOLA DE AMOR

Editorial para a Carta - Março 2012
P. Angelo Epis CE ERI

Excerto da sua intervenção no Colégio de Bogotá 2011

http://www.equipes-notre-dame.com/pt/noticias/correio-da-eri

terça-feira, 11 de abril de 2017

Pensamentos do Padre Henri Caffarel: uma Equipe não deve ser uma capelinha

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Papa na missa do dia: "Olhar para Jesus e se encher de alegria"


Fiéis participam da missa matutina na Casa Santa Marta
06/04/2017 11:12
Cidade do Vaticano (RV) - “Deus é sempre fiel à sua aliança: foi fiel à promessa com Abraão e à salvação prometida em seu Filho, Jesus”. Este foi o centro da homilia proferida pelo Papa na manhã de quinta-feira (06/04) na missa da Casa Santa Marta.
A primeira leitura narra a aliança que Deus fez com Abraão, que Jesus e os fariseus chamam ‘pai’, porque foi ele que gerou “este povo, que hoje é a Igreja”. Abraão confia, obedece quando é enviado para outra terra, recebida em herança. Homem de fé e de esperança, acredita quando lhe é dito que teria um filho, aos 100 anos, “com a esposa estéril”. “Quem quisesse descrever a vida de Abraão, poderia dizer: ‘É um sonhador’”, disse o Papa. “Era um sonhador da esperança, mas não era um louco”, explicou:
“Colocado à prova depois de ter o filho, lhe é pedido que o ofereça em sacrifício: obedeceu e foi adiante, contra qualquer esperança: este é o nosso pai Abraão, que vai avante, avante, e quando viu Jesus, ficou cheio de alegria. Sim: a alegria de ver que Deus não o havia enganado, que Deus – como rezamos no cântico – é sempre fiel à sua aliança”.
O Salmo responsorial convida a lembrar as maravilhas, os seus prodígios. Para nós, descendência de Abraão, é como quando pensamos em nosso pai que já se foi, e nos lembramos das ‘coisas boas do papai’ e pensamos: ‘Papai era grande!’.
O pacto de Abraão consiste em obedecer ‘sempre’, prosseguiu Francisco. Por parte de Deus, a promessa foi de fazê-lo ‘pai de uma multidão de nações’. ‘Não te chamarás Abrão, mas o teu nome será Abraão’, lhe diz o Senhor. E Abraão acreditou. Depois, em outro diálogo, ainda no Gênesis, Deus lhe diz que sua descendência será numerosa como as estrelas do céu e a areia do mar. E hoje, nós podemos dizer: ‘Eu sou uma daquelas estrelas. Eu sou um grão de areia’.
Entre Abraão e nós, há a outra História, disse o Papa, a história do Pai dos Céus e de Jesus que por isso diz aos fariseus que Abraão exultou na esperança de ver “o meu dia”. “Ele viu e, ficou cheio de alegria”. Esta é a grande mensagem e a Igreja hoje nos convida precisamente a nos determos e a olharmos para “as nossas raízes”, “nosso pai”, que “nos fez povo, o céu cheio de estrelas, praias cheias de grãos de areia”:
“Olhar para a História: eu não estou sozinho, eu sou um povo. Vamos juntos. A Igreja é um povo. Mas um povo sonhado por Deus, um povo que deu um pai sobre a Terra que obedeceu, e temos um irmão que deu sua vida por nós, para nos tornar um povo. E assim podemos olhar para o Pai, agradecer; olhar para Jesus, agradecer; e olhar para Abraão e para nós, que somos parte do caminho”.
Francisco convida, então, a fazer de hoje “um dia de memória”, evidenciando que “nesta grande História, na moldura de Deus e Jesus, há a pequena história de cada um de nós”:
“Eu convido vocês a tirarem, hoje, cinco minutos, dez minutos, sentados, sem rádio, sem televisão; sentados, e pensar sobre a própria história: as bênçãos e dificuldades, tudo. As graças e os pecados: tudo. E olhar ali a fidelidade daquele Deus que permaneceu fiel à sua aliança, e se manteve fiel à promessa que fizera a Abraão, permaneceu fiel à salvação que prometera em Seu Filho Jesus. Estou certo de que entre as coisas talvez ruins - porque todos nós temos, tantas coisas ruins, na vida - se hoje fizermos isso, vamos descobrir a beleza do amor de Deus, a beleza de Sua misericórdia, a beleza da esperança. E tenho certeza que todos nós estaremos cheios de alegria”. (CM-SP)

A Conversão!



No programa desta semana vamos refletir sobre a conversão.

Estamos na Quaresma, tempo especialmente propício para a conversão. “A penitência (a conversão) é uma tarefa diária. O homem caminha sem cessar por este mundo cheio de poluição e torna-se praticamente impossível não se contaminar. Quando não de lama, ao menos de poeira”. (Santo Agostinho)