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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A MISSÃO DO CASAL RESPONSÁVEL DE EQUIPE





É, antes de tudo, um chamado pessoal do Senhor, com uma responsabilidade inteira e pessoal diante do Senhor e da Equipe que o escolheu: chamado a amar mais e à conversão. Corresponde-lhe, portanto, uma resposta de gratidão, abandono e abnegação.
O CRE precisa zelar pelo PROPÓSITO DAS ENS: seguir Jesus, em Equipe (na pequena comunidade cristã de casais, lugar de vida e ressurreição), razão de ser de uma Equipe de Nossa Senhora.
Precisa lembrar sempre qual é o seu CAMINHO: para todo Cristão o único caminho é Jesus Cristo. As ENS querem ajudar seus membros a trilharem como casal e em comunidade, o caminho traçado por Cristo e lhes propõe meios bem concretos: 1. Orientações de Vida; 2. Pontos Concretos de Esforço; 3. Vida de Equipe.
Sua missão é colaborar e fazer com que isso seja realizado gradualmente; precisa conhecer muito bem a sua equipe, rezar por ela, amá-la profundamente, buscar a sua transformação e santificação; precisa zelar com especial atenção com todos e cada um para que possam trilhar esse caminho de santificação e progredir no amor a Deus, dando um lugar importante à oração, à escuta e vivência da Palavra para crescer na fé no amor ao próximo, viver uma autêntica ajuda mútua conjugal, se empenhar na educação humana e cristã dos filhos, praticar em família o acolhimento e a hospitalidade e dar testemunho concreto do amor de Cristo, através dos serviços e comprometimentos; crescer nas atitudes cristãs e numa autêntica vida de comunidade.
"É esta a Missão que o casal recebe ao ser escolhido, para estar à frente de sua Equipe. Ser canal de ligação entre o Movimento (Setores, Regiões, outras Equipes e movimentos), fazer circular a "seiva" que alimenta a nossa espiritualidade conjugal, isto é, motivar os casais a viver os Pontos Concretos de Esforço, animar a reunião de Equipe, preparando sobremaneira a Partilha, com seus Conselheiros Espirituais. Sem dúvida alguma podemos dizer que o Casal Responsável de Equipe, no exercício de seu mandato, exerce o papel missionário de revelar, orientar, encaminhar e, principalmente, animar os casais da Equipe para uma experiência mais profunda com Jesus Cristo." (Pe. Mário José Filho in CM outubro/97).
Esta missão compreende três funções:
Animação: que significa dar alma, dar vida, vida espiritual. Sendo um Movimento de espiritualidade, isso acentua a prioridade do espiritual sobre os métodos e a organização, embora esses também sejam importantes. O CRE é antes de tudo um animador espiritual.
É sua obrigação lembrar sempre que se reúnem em nome de Cristo, para se ajudarem e progredirem no amor a Deus e ao próximo. Deve cuidar para que a partilha seja sempre bem preparada, motivar os casais a assumirem os pontos concretos de esforço na perspectiva da formação das três atitudes cristãs.
Além disso, deve ajudar os casais a viverem a sua missão como Igreja, de modo particular no âmbito da especificidade dos casais, testemunhando os valores do Sacramento do Matrimônio e no engajamento apostólico.
Ligação: uma Equipe não pode viver isolada. Cabe ao Casal Responsável cuidar para que a sua Equipe se integre na Comunidade das Equipes com todos os demais membros, casais e sacerdotes, unidos pela oração diária do Magnificat, atualizados pelos seus documentos, em especial pela Carta Mensal, participando de suas atividades, encontros, Missas mensais, formações, assumindo as responsabilidades, dando uma justa contribuição mensal e partilhando com os outros os dons e riquezas das ENS; e estar em sintonia com o Conselheiro Espiritual e se abrir ao auxílio do Casal Ligação que precisa ser muito bem acolhido na Equipe.
Gestão: significa organizar e gerir a Equipe; fazer logo no início do ano o Planejamento da Equipe e um calendário, em colegiado com os seus membros, a fim que todos possam se organizar durante o ano; elaborar o relatório mensal das atividades da Equipe, de conformidade com a orientação e prazo estabelecidos; agendar sua entrega ao Casal Ligação de modo que se permitam diálogos oportunos, francos e abertos e trocas de informações e orientações; recolher no prazo indicado a contribuição mensal; zelar pela manutenção do Carisma e Mística das ENS; transmitir com fidelidade as comunicações e orientações do Setor; participar do EACRE e das reuniões organizadas pelo Setor; zelar para que as reuniões não sejam por demais demoradas, rotineiras e cansativas usando de criatividade.
É oportuno lembrar que a vida humana é muito complexa. Há fases mais difíceis em que uns se apegam mais à oração e outras de aridez. O CRE também está sujeito a estes momentos na vida. Por isso, precisa estar mais atento a si próprio e a cada pessoa, porque é fundamental que cada pessoa (não só o casal) seja ouvido. É preciso estar atento e se preocupar com as necessidades de cada um, casais e conselheiros.
Em suma, cabe ao Casal Responsável de Equipe fazer acontecer o Movimento em sua Equipe de base, à medida que sua união íntima de oração com o Espírito Santo busque pautar a sua ação e intervenção na realidade de sua Equipe, dos seus casais, nunca perdendo de vista que esta sua responsabilidade tem por objetivo e missão, dar cada um a resposta que Deus lhe incute de amor e santificação.
Com aqueles que foram CRE de sua Equipe durante esse ano, sejam agradecidos. Nada mais dolorido que padecer de ingratidão pelo serviço prestado gratuitamente.
Lourdes e José Benedito de Faria
Equipe 18 Nossa Senhora Mãe das Graças
São Carlos-SP

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Terço Mariano - Vamos rezar juntos com a Super-Região Brasil - 08/10/20...


Pe. Henri Caffarel sempre foi um grande homem de oração e nos disse: “A oração é uma procura ativa do conhecimento de Cristo”. Com este espírito e pensando na importância da oração em nossa vida cristã e equipista, a Super-Região Brasil passa a contar com um Terço Mensal, no qual todos estão convidados a participar! Na segunda 4ª feiras do mês, temos um encontro marcado através de nosso canal do YouTube. Venha rezar conosco!

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Convite para o Terço Mensal da SRB - 09/04 às 20h00

 


Queridos equipistas, ALANA e ALEXANDRE, alegria e paz!

No próximo dia 09 de Abril, às 20h00, teremos o nosso Terço Mensal da SRB, um momento especial de oração e união. Convidamos todos a se juntarem a nós para este momento de fé, onde pediremos juntos pela intercessão de Nossa Senhora.

Quando: 09/04, às 20h00

Onde: Assista ao vivo no nosso canal do YouTube

participação de todos é fundamental para fortalecer nossa união e espiritualidade. Cada um de nós tem um papel importante na construção da nossa comunidade de fé. Ao nos reunirmos em oração, fazemos com que a força da nossa intercessão se multiplique, tocando os corações de todos.

Além de participar ao vivo, aproveite para curtir nosso canal no YouTube e ativar o sininho para receber as notificações sempre que tivermos eventos ao vivo ou novos vídeos. Assim, você não perde nenhuma oportunidade de se unir a nós em oração e reflexão.

Contamos com sua participação para tornar este momento ainda mais especial e fortalecer nossa espiritualidade.

Com carinho,


Equipe da Super-Região Brasil


quinta-feira, 18 de julho de 2024

BUONGIORNO TORINO - 17/07 - TERCEIRO DIA | ENCONTRO INTERNACIONAL DAS EQ...


Lágrimas no Encontro! Sim, nesta quarta-feira, centenas e centenas, talvez milhares de participantes do 13º Encontro Internacional das ENS foram às lágrimas! Foi durante o testemunho de um casal equipista da Ucrânia, Viktoryia e Dmytro Demediuk - eles não puderam comparecer, porque não conseguiram sair do país, e mandaram um vídeo com seu testemunho. Foi super-emocionante ouvir aqueles irmãos nos contarem o quanto sofrem na situação atual do país. Sua cidade foi bombardeada logo no início da guerra "não acreditávamos que isso pudesse acontecer no século XXI”, disse o casal. Rezavam todos os dias para saber o que fazer. Ficar? fugir? Em uma Eucaristia acharam a solução: “Ficar! O Senhor nos protegeria!”. Uma irmã dele, que morava em Kiev, decidiu ir para a casa de sua mãe, foi uma viagem atribulada, perigosa - eles rezavam o terço ininterruptamente, até que ela chegou ao destino. Milhares de crianças perderam seus pais, milhares de mulheres nunca mais verão seus maridos. "É muito difícil ouvir seu filho mais novinho perguntar "papai, por que querem me matar?”

As Equipes continuam em suas atividades, ajudando os que tanto sofrem - realizando a ajuda mútua. Fazem Retiros, reuniões, na medida do possível, e até uma Equipe nova está sendo pilotada. O Senhor faz maravilhas! Terminaram com uma expressão dramática em rostos tristes: "Criar os filhos entre bombardeamentos, não é facil”. Além das lágrimas emocionadas daquela assembleia, ganharam os mais prolongados aplausos até hoje, com todos de pé!

O tema deste terceiro dia do Encontro foi Iluminação, sendo a iluminação que recebemos na Escuta da Palavra o grande destaque, como na reflexão diária de Marina Marcolini, no início nos trabalhos. O clip sobre a Reunião de Equipe abordou a Coparticipação (ou Pôr em Comum).

A grande palestra da manhã foi da brasileira Maria Clara Lucchetti com o tema "Escutar a palavra para iluminar o caminho”, que se concentrou na interpretação da palavra de Jesus aos discípulos de Emaús. A professora Maria Clara, referência mundial em Teologia, não pode comparecer por um problema de saúde, e enviou sua conferência em vídeo. Foi um momento de altíssima formação, analisando desde a força que impeliu Abraão a deixar sua casa, justo a Palavra de Deus. "A Palavra é veículo de salvação", disse.

Outro Testemunho foi do casal Flavienne e Jean-Pierre Mba-Alloumba, que relatou sobre gravíssimo problema de saúde dele e de um filho, onde a solução veio, com oração. Inclusive ao Padre Caffarel, e ajuda de outras pessoas, via Eucaristia. "A adversidade é uma oportunidade para melhor ouvirmos a palavra de Deus”, disse o casal.

Ao final da manhã foi celebrada a Santa Missa, organizada pela SR Estados Unidos. À tarde metade dos inscritos visitaram a Colle de Don Bosco, um complexo extraordinário de duas basílicas, museu, e muito espaço, dedicado ao grande apóstolo da educação para os jovens.
À noite, nos hotéis, foram realizadas as reuniões de Equipes Mistas.

terça-feira, 16 de julho de 2024

BUONGIORNO TORINO - 15/07 - PRIMEIRO DIA | ENCONTRO INTERNACIONAL DAS E...


Um chamado específico que o Senhor nos dirige A alegria dos brasileiros - somos cerca de 2.300 representando nossas 4.595 Equipes - que festejavam intensamente a felicidade de estar no 13º Encontro Internacional das ENS, foi uma das tônicas da sessão de abertura deste evento. Mesmo antes de começar eles cantavam mostrando a cara feliz do Brasil.
O evento foi belíssimo com diversas apresentações artísticas muito bem preparadas. Clarita e Edgardo, CR da ERI, teve uma participação marcante, seja convidando as mais altas autoridades civis e eclesiásticas de Turim, para pronunciamentos muito importantes sobre nosso Movimento, seja em sua saudação, onde passou seguros comentários sobre a presença das ENS na Igreja e na sociedade - temos que ser referência para o mundo, “não basta apenas um olhar para o outro, mas ter um olhar para o alto”. Neste Encontro somos “7.800, de todo o mundo, reunidos com o único objetivo de encontrar Cristo”.
Um dos momentos emocionante foi a entrada de dezenas e dezenas de bandeiras dos países onde existem as ENS, sempre acompanhadas de muitos aplausos: imaginem quando entrou a bandeira brasileira, a primeira da extensa fila, e que foi levada por um dos mais representativos casais de nosso Movimento, Sílvia e Chico. O mais importante pronunciamento foi de Sua Santidade o Papa Francisco, sempre nos incentivando a aceitar o “chamado específico que o Senhor vos dirige”, recomendando atenção especial aos casais com problemas e aos recém casados. O evento foi encerrado com uma belíssima Oração, pelo Arcebispo de Turim, Dom Roberto Repole.

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Pe. Henri Caffarel sobre o Encontro Internacional


O porquê da importância de um Encontro Internacional, explicado pelo Pe. Henri Caffarel aquando da realização da 1a Peregrinação Internacional das ENS, em 1954.

“UM GESTO QUE SE IMPÕE”

É uma das alegrias, um dos orgulhos desta nossa geração ter, se não descoberto, ter pelo menos tomado consciência das grandezas cristãs do Matrimónio. Amor conjugal, paternidade, maternidade, procriação, missão do casal, já não evocam para nós só realidades terrenas, mas realidades sacramentais, ou seja, realidades humanas transfiguradas pela graça, portadoras de graças, todas falando das realidades divinas.

Acabei de dizer que é um dos orgulhos da nossa geração. Sim, e isso é legítimo num sentido: procurámos, encontrámos, felicitamo-nos por ter encontrado. Mas, por vezes, há uma nota de ingenuidade e de presunção no nosso orgulho. Encontrámos, sim, mas porque Deus deu. Não somos nós que merecemos felicitações, é a Deus que é preciso agradecer.

Há muito tempo que eu sonhava com um grande gesto dos casais cristãos, através do qual eles iriam expressar publicamente o seu reconhecimento a Deus por serem deste tempo a que foram concedidas as suas luzes.

Esse gesto será a nossa peregrinação a Lourdes nos dias 5, 6 e 7 de Junho.

Gesto de reconhecimento para com Deus “autor de todo o dom”. Mas também gesto de reconhecimento para com a Igreja.

Demasiado influenciados por uma educação individualista, temos, por vezes, dificuldade em nos convencermos de que os dons de Deus não nos chegam senão na Igreja e através da Igreja – aquilo que São Cipriano traduzia por: Ninguém tem Deus por pai se não quiser ter a Igreja por mãe. Não foi em terras estrangeiras, há que entender bem, que fomos procurar essas riquezas do matrimónio, mas no inesgotável tesouro da nossa mãe, a Igreja. Recebemo-las das suas mãos.

Não temos o direito de as guardar como açambarcadores gananciosos. Uma vez que as recebemos da Igreja, é preciso que a Igreja seja a primeira beneficiária. O nosso reconhecimento não deve ser apenas uma palavra dos lábios, mas um dom de si.

Dom de si, vontade ardente e deliberada de pôr os nossos casais ao serviço da Igreja:

·         fazer dos nossos filhos seus filhos

·         oferecer-Lhe prontamente aqueles que Deus chamar para “o mais alto serviço”

·         trabalhar com todas as nossas forças no sentido de transmitir o que compreendemos do matrimónio a tantos casais que o ignoram e que o esperam

·         colaborar na sua tarefa missionária, a começar pelas nossas paróquias.

Perguntar-me-ão: porquê Lourdes? Porque este é o Ano Mariano. Porque as nossas Equipas estão sob a protecção de Maria e fazem questão de a ter como testemunha e garante do seu reconhecimento e da sua promessa.

In Henri Caffarel, Editorial publicado na «LETTRE MENSUELLE DES ÉQUIPES NOTRE-DAME» em Janeiro de 1954.



fonte: https://torino2024.equipes-notre-dame.com/pt-pt/pe-henri-caffarel-sobre-o-encontro-internacional/

terça-feira, 9 de julho de 2024

Programa do XIII Encuentro Internacional de los Equipos de Nuestra Señora de 15 a 20 de julho de 2024

 




Programa

No Inalpi Arena em Turim – Itália

  • 15 de julho:Acolhimento e celebração de abertura do encontro
  • 16 de julhoFRAGILIDADE “O que ides conversando pelo caminho?”
  • 17 de julhoILUMINAÇÃO “explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele…”
  • 18 de julhoOFERTA “Fica conosco”
  • 19 de julhoCOMUNHÃO “Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus.”
  • 20 de julhoINVIO “Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém, …Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho”

Cada dia começará com uma meditação. As atividades diárias compreenderão conferências, testemunhos, celebrações eucarísticas, apresentações teatrais, momentos de oração e adoração, de espiritualidade conjugal, equipas mistas, e visitas a lugares representativos da cidade de Turim, segundo um fio condutor sempre ligado aos temas do encontro e da espiritualidade típicos do Movimento das Equipas de Nossa Senhora.

segunda-feira, 8 de julho de 2024

XIII Encontro Internacional das Equipes de Nossa Senhora 15-20 de julho de 2024, Turim

 






Turim prepara-se para acolher o XIII Encuentro Internacional de los Equipos de Nuestra Señora de 15 a 20 de julho de 2024, no Inalpi Arena, na cidade do Santo Sudário e dos Santos Sociais. Todo o movimento está a aguardar com expectativa. Todo o movimento está a aguardar com expectativa.

A ERI e a Equipa de Coordenação Torino2024 estão a trabalhar na organização do encontro.
Cerca de cinco mil casais de todo o mundo virão à cidade da Mole, onde os primeiros equipistas italianos se encontraram no final dos anos 50 e no início dos anos 60, com o apoio de amigos franceses.
Seis anos depois de Fátima 2018, os casais das ENS poderão reencontrar-se numa semana intensa, cheia de momentos de espiritualidade e de reflexão, com base no tema “Vamos com coração ardente”, seguindo os passos dos discípulos de Emaús [Lc 24,15-35].


terça-feira, 7 de julho de 2020

Por que entrar nas Equipes de Nossa Senhora é perigoso?



Quando ainda não tínhamos a Carta (Os Estatutos), as equipes corriam o perigo que espreita todo Movimento cuja mística não é alicerçada sobre obrigações (Pontos Concretos de Esforço): os ânimos se inflamam no sopro desta mística, mas a vida continua estagnada. Graças à Carta, hoje os equipistas estão firmemente sustentados  pelas obrigações (PCEs). Mas, atenção para este novo perigo: esvaziar as obrigações de seu espírito. 

É preciso, de fato, temer que a prática das obrigações se torne um fim, um ideal, o máximo, e que pareça aos membros das equipes de que a perfeição cristã consiste em cumprir as obrigações da Carta. Eles se considerarão perfeitos e dormirão confortavelmente sobre o travesseiro da autossatisfação e da consciência tranquila... Recentemente, recebi uma carta provando-me que este perigo não é ilusório. Ela vem de um casal de grande estatura humana e espiritual. 

Eis o que ele me escreveu: “Deixamos a nossa Equipe de Nossa Senhora depois de ter feito parte dela por muitos anos. Sentíamo-nos sufocados: tínhamos a impressão de que vivíamos em um mundo fechado em seus pequenos problemas, em um mundo que não queria ver as reais necessidades do ideal evangélico. A observância da Carta tornava-se, em determinados dias, como um biombo de hipocrisia que deixava que cada um ficasse contente consigo mesmo de forma barata e fechasse os olhos e os ouvidos para todos os questionamentos da sociedade atual”. Da mesma forma, aconteceu comigo mais de uma vez, em viagem, ouvir críticas relacionadas com uma equipe: acusavam-na de ser fechada, de constituir “o clã dos justos”, a “seita dos puros”. 

Eu sei que a maioria das equipes não merecem essas críticas. Mesmo assim, não posso deixar de me fazer essa pergunta angustiante: Nossas equipes são elas formadoras de cristãos, ou produzem fariseus? [...] A finalidade (das equipes) é a vida cristã em sua plenitude, assim como é definida na primeira página da Carta: “Sede perfeitos como vosso Pai Celestial é perfeito”.

Editorial da Carta Mensal francesa, nº 3, ano XIII, dezembro de 1959. Padre Caffarel

Capítulo 4 tema de estudo 2020

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Igreja Católica lança serviço de escuta e oração em Porto Alegre

Igreja Católica lança serviço de escuta e oração em Porto Alegre

14.05.2020

A Igreja Católica lança na próxima segunda-feira (18) o TelePaz, serviço telefônico que buscará atender todos que desejam um momento para expressar as preocupações trazidas pela pandemia do novo coronavírus (COVID-19) e uma companhia para rezar. Com apoio e suporte técnico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), a iniciativa atenderá de segunda a domingo, das 9h às 12h, das 15h às 19h e das 20h às 23h e estará aberto a todos os interessados por meio do telefone (51) 3320-3800.

 

O TelePaz não tem caráter de aconselhamento, dedicando-se apenas à escuta e oração.  Os atendimentos serão realizados por pessoas vinculadas à Igreja Católica e com experiência neste tipo de acolhimento, prestando conforto a quem necessitar de amparo e apoio espiritual. As ligações não serão gravadas e haverá sigilo sobre tudo que for dito. 

 

“Queremos proporcionar uma oportunidade para as pessoas partilharem suas preocupações e angústias, especialmente diante do atual contexto. Desejar a paz, ou ‘shalom’, em hebraico, significa pedir que Deus conceda o que o ser humano mais precisa naquele momento. Para um doente, paz é saúde; para um desempregado, é trabalho; para um angustiado, é serenidade. Esta é a paz de Cristo que queremos compartilhar”, explica Dom Leomar Antônio Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre e coordenador do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Teologia da PUCRS.

 

O serviço é coordenado pelo padre Eduardo Kologeski, vigário paroquial da Catedral Metropolitana de Porto Alegre.

 

Serviço:

 

O que: TelePaz - Serviço de escuta e oração da Igreja Católica em Porto Alegre.

Realização: Arquidiocese de Porto Alegre com apoio e suporte técnico da PUCRS.

Início: 18 de maio de 2020

Atendimento: segunda-feira a domingo, das 9h às 12h, das 15h às 19h e das 20h às 23h.

Telefone TelePaz: (51) 3320-3800

 

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Retiro no setor D

Foi maravilhoso o retiro no setor D! Obrigado pelo acolhimento!!




segunda-feira, 25 de março de 2019

REGRA DE VIDA

Anotações de uma equipista, em 1954, ouvindo palestra proferida pelo Pe. Caffarel sobre a Regra de Vida


Finalidade da Regra de Vida: 
Fazer com que Deus seja soberano na vida dos nossos lares. É isto uma obrigação. Nossa vocação sobrenatural consiste na caridade que nos une a Jesus Cristo e nos conduz até o Pai.

Ao pensar na Regra de Vida, considerar: 

Do que nos devemos desembaraçar, para não apagar a vida de Deus em nós? 
Alimentamos suficientemente esta vida? 
Exercitar-se em amar e servir a Deus. 
Nenhum de nós vai se exercitar, na prática, em todas as virtudes ao mesmo tempo. 
Cada um de nós deve ter a sua estratégia pessoal, com percepção de certos detalhes. 
Não confundir programa de vida (comunhão, orações, leituras, deveres) com os pontos particulares deste programa, sobre os quais é preciso fazer um esforço especial. 
Praticar determinada virtude para não permitir o desequilíbrio na vida. 
Esforços bem determinados.


Como organizar uma Regra de Vida? 
Principalmente, interrogar o Senhor.


Quando estabelecer a Regra de Vida? 
Em momentos em que tenhamos a possibilidade de rever a nossa vocação cristã.

Qual deve ser o conteúdo da Regra de Vida? 
Regra de Vida é pessoal: 
Orientação geral: abandono à providência. Dizer sim a Deus. Caridade. Exemplos: 
- A importância de ver no próximo que abordamos, um membro de Cristo (ver os trabalhadores, não como braços, mas como homens criados por Deus). 
- Pode-se fazer Regra de Vida comum aos dois cônjuges. 
- Fisionomias sorridentes. O sorriso, quaisquer que sejam as circunstâncias, por mais que custe... 
Incluir a oração na própria vida (por exemplo, um médico que, entre duas consultas, faz dois minutos de recolhimento: a acolhida aos doentes fica assim beneficiada). 
- Esforços também no plano natural; A graça se apóia sobre a natureza.

Primeira qualidade de uma Regra de Vida: 
Escrita e curta. Fixar o essencial. 


Regra de Vida mínima: impor-nos um mínimo abaixo do qual nunca deveremos descer. 
Concretizar. Nada significa dizer apenas “devo ser mais caridoso”. Descer até os detalhes (por exemplo, a falta de pontualidade que leva ao ener­vamento e, conseqüentemente, à falta de caridade).

Quando pensar na Regra de Vida? 
Todos os dias, no fim da oração. Controlar a sua execução, por exemplo, por ocasião do exame de cons­ciência diário. 
Observar a Regra de Vida por amor a Deus. 


Por que não se auxiliariam, marido e mulher, em praticar a Regra de Vida? 
No Dever de Sentar-se, troca de idéias franca sobre a prática da Regra de Vida (Haverá entretanto pontos sobre os quais poder-se-á não falar ao cônjuge). 
Pode haver troca de idéias sobre a Regra de Vida, na própria equipe.


A revisão da Regra de Vida: 
Cuidar da Regra de Vida, como o jardineiro cuida do jardim. 
Saber fazer a sua revisão, quando é pouco precisa. Saber refundi-la, se por acaso era por demais pretensiosa... 
Adaptá-la também ao tempo litúr­gico (Quaresma, Advento...).


Perigos a evitar na Regra de Vida: 
A Regra de Vida não convém da mesma maneira a todos os temperamentos. Cada qual deve escolher uma Regra de Vida “sob medida”. 
A Regra de vida deve nos impor um mínimo de exigências. 
Desconfiar de uma vida feita de regulamentos. O Cristianismo não é uma religião de regras, mas de caridade. 
Se quiserdes fazer comparações é com Cristo que devereis vos comparar. 
Cuidar para que o espírito não seja abafado pela letra. 
Desconfiar do formalismo.



Extraído da Carta Mensal de agosto de 1954

sábado, 9 de março de 2019

Equipes de Nossa Senhora - Orientações 2019 - “NÃO TENHAM MEDO, SAIAMOS...”,

Carta mensal 523


Queridos amigos equipistas, Primeiramente gostaríamos de desejar um ótimo e abençoado ano a todos.
Um novo ano se inicia e o Movimento mais uma vez nos oferece grandes possibilidades de crescimento através do Tema de Estudo e das Orientações para 2019.

Vejamos:
Iniciando uma nova etapa de formação, o Movimento através do Encontro de Fátima nos apresenta a orientação geral que deverá nortear os nossos temas nos próximos anos de 2019 a 2024.
Sendo assim, em 2019 o tema Reconciliação - Sinal de Amor está baseado na parábola do Filho Pródigo à luz do Evangelho de Lucas 15, 11-32. Esta foi qualificada como a obra mestra de todas as parábolas de Jesus, na qual o evangelista comenta situações que encerram variadas atitudes humanas e familiares, como a liberdade, a responsabilidade, a saudade, o retorno, a alegria, a festa, a reconciliação, a graça etc., que são traços universais da vida.

E com o lema: “Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e foi tomado de compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e o cobriu de beijos” (Lc 15, 20).
Isso quer dizer que: Não podemos ser indiferentes ao convite que a Igreja e o Movimento nos fizeram repetidamente nos últimos anos, para que respondamos
de forma coerente como corresponsáveis pela construção de um mundo guiado pelos valores que sustentam nosso caminho de fé, na graça sacramental de nossa conjugalidade.

É por isso que a orientação geral para os próximos seis anos, “NÃO TENHAM MEDO, SAIAMOS...”, procura concretizar a nossa condição de discípulos missionários, não como uma saída para a conquista de quilômetros ou números, não como uma saída para fazer proselitismo a fim de alimentar nossas vaidades, senão como uma saída que o fogo do Espírito nos leva a tocar e a ajudar a curar as feridas de nossas periferias que podem estar fora e, até mesmo, dentro do Movimento.

Esse sair não abandona nem negligencia, de modo algum, a nossa essência; pelo contrário, é uma saída que leva consigo tudo o que somos, que continua cuidando e cultivando este nosso Ser Equipista A orientação específica para o primeiro ano deste novo ciclo é um convite para servir dentro e fora do Movimento, sem ignorar nossas próprias fragilidades, que também necessitam ser atendidas, e sem deixar de cultivar nosso caminho espiritual.

A este respeito, somos encorajados pelas palavras do Papa Francisco, em sua recente Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate: “... Somos chamados a viver a contemplação mesmo no meio da ação, e santificamo-nos no exercício responsável e generoso de nossa missão” (GE 26).
A partir da animação que cada um de nós oferece em seu serviço, propomos três linhas de ação:

1. Saiamos para servir, discernindo.
2. Saiamos para servir, a partir da vivência plena dos PCE.
3. Saiamos para servir, conhecendo e divulgando.
 
Saiamos para servir, discernindo em nosso entorno os desafios que podemos responder como Movimento. Viver a Missão a partir do nosso carisma, abordando os desafios sobre os quais nos propomos a atuar, partirá sempre de três premissas:
a) Realizá-la em casal;
b) Compartilhá-la em Equipe;
c) Contando com o impulso e o respaldo do Movimento.
Há inúmeros desafios que podemos discernir dentro e fora do Movimento.
Para dentro do Movimento:
O crescimento que o Movimento alcançou nos últimos anos nos deve questionar sobre vários pontos:
• A nossa Província / Região / Setor tem sido uma parte ativa deste crescimento?
• De que forma estamos inculturando a proposta das ENS para realizar a expansão?
• As nossas Equipes e os quadros de Casais Responsáveis vivem fielmente a pedagogia do Movimento?
• Nossos quadros de Casais Responsáveis possuem uma sólida formação?
• Nossa Equipe e as Equipes do nosso Setor, Região, Província, Super- Região são verdadeiras Equipes de Nossa Senhora, onde se vivem o Carisma, a Mística e a Pedagogia com fidelidade?
Esta linha de ação não é apenas para os quadros de Casais Responsáveis; é uma revisão crítica e construtiva do nosso “ser equipista” em todos os níveis do Movimento.

Para fora do Movimento:
Incentivar e formar na arte do acompanhamento, promovendo novas iniciativas e fortalecendo as já existentes.
• Os primeiros anos de vida conjugal;
• As etapas de crises e dificuldades;
• As situações complexas derivadas de fracassos, abandonos e incompreensões;
• A preparação para o casamento;
• As segundas uniões (novas núpcias);
• As viúvas e os viúvos;
• Os idosos.
No Brasil já temos várias propostas que atendem a esse apelo como:
• As Experiências Comunitárias,
• As EJNS que trabalham com os jovens onde temos casais acompanhadores;
• As Comunidades Nossa Senhora da Esperança, que trabalham com viúvos, viúvas e pessoas sós;
• O “Crescer no Amor”, que trabalha com casais que coabitam e não têm o sacramento do matrimônio também acompanhados por casais equipistas;
• A Pastoral Familiar, que atua com os jovens casais, preparação para o matrimônio e casais de segunda união, com cerca de 75% de casais equipistas atuando.
E em todos esses serviços necessitamos de muitos operários ainda.
Devemos incentivar sempre, particularmente esse ano, a assumirem, na medida do possível, sua missão junto das respectivas comunidades, particularmente na Pastoral Familiar, a partir da vivência plena dos PCEs.


Saiamos para servir, a partir da vivência plena dos PCEs. Por isso, deve-se promover e trabalhar o sentido profundo da partilha do PCE na Reunião de Equipe. Na prática dos PCEs e na dinâmica da participação, aceitamos Cristo, permitimos que Ele nos envolva, para poder ser seu testemunho ao sair.
É um propósito concreto deste ano: fortalecer a vivência da partilha.
Neste ano iremos dar maior ênfase ao PCE Regra de Vida.
 
Saiamos para servir, conhecendo e divulgando. A riqueza que o Movimento sempre colocou ao nosso alcance deve ser disseminada, aproveitada e colocada
em prática, fazendo-a chegar a todos os equipistas de base.
Como podem ver, temos muito a fazer e a crescer na fé e na espiritualidade.

Mãos à obra.
 
Afetuoso abraço.
Lu e Nelson
CR Super-Região

terça-feira, 22 de abril de 2008

PADRE HENRI CAFFAREL. Por que uma beatificação?


O Arcebispo de Paris, a pedido das Equipes de Nossa Senhora representadas pela Equipe Responsável Internacional, abriu a instrução da Causa de beatificação do Padre Henri Caffarel. O decreto de abertura foi lido em Lourdes, em 18 de setembro de 2006, no décimo aniversário da sua morte. Uma pergunta bem simples: por que uma beatificação? A resposta vale para todos aqueles que a Igreja pretende beatificar.

A Igreja beatifica um servo ou uma serva de Deus, em primeiro lugar, para dar graças a Deus. Queremos reconhecer a presença e a ação de Deus em alguém. Ninguém pode tornar-se santo sem a graça de Deus, porque somente Deus é santo. Em algumas pessoas, Deus faz resplandecer a sua santidade de forma deslumbrante. E o mínimo que se pode fazer, se me permitem dizê-lo, é reconhecer a obra de Deus e agradecer a Ele por ela. A personalidade de Madre Teresa é respeitada no mundo inteiro. Vemos nela uma caridade extraordinária, que vem de Deus. A sua fé, burilada na provação, foi forte e a sua esperança indomável...






A Igreja, ao beatificá-la, rende glória a Deus, que dá a um de nós a graça de viver o amor, um amor mais forte que a morte, mais forte que todas as mortes da Índia e do mundo inteiro! As Equipes de Nossa Senhora reconhecem no Padre Caffarel “um homem arrebatado por Deus”, ao retomar a expressão de Jean Allemand, seu biógrafo, que escreveu: “Deus arrebatou o seu servo para que ele mostrasse a grandeza do sacramento do Matrimônio e o lugar central da oração na vida cristã”. O Padre Caffarel sempre quis seguir a Cristo, deixar-se guiar por sua vontade, que ele discernia na oração. Todas as testemunhas da vida do Padre Caffarel falam dessa presença de Deus nele.
A Igreja também beatifica alguém para o bem do povo cristão e para o mundo. Tendo reconhecido a presença e a ação de Deus num de seus servos ou de suas servas, a Igreja pensa que não deve colocar a luz sob o alqueire... Essa luz precisa ser vista, para que todos possam beneficiar-se dela.



Numa época em que o início e o fim da vida são questionados, onde a pobreza do mundo aumenta, a beatificação de Madre Teresa é uma luz para todos. Como diz um prefácio eucarístico para os santos: “o seu exemplo nos encoraja”. Da mesma forma, Deus deu à Igreja o Padre Henry Caffarel para que todos os cristãos pudessem redescobrir o sentido do casamento, da oração, da Igreja. Semelhante tesouro não pode ficar escondido... 
Aos equipistas cabe a tarefa de promover a causa da beatificação do Padre Caffarel, para que todos os casais cristãos possam ter a alegria de viver melhor o amor de Deus em suas vidas e testemunhá-lo no mundo.

Não podemos privar das luzes extraordinárias que o Padre Caffarel nos deu tantos homens e mulheres que procuram se amar.

Uma beatificação não é um certificado de ausência total de defeitos. A história da Igreja nos revela que muitos santos tinham temperamentos estranhos! No entanto, assim como nós, procuraram converter-se. A força de Deus, contudo, ao agir neles com o seu consentimento irrestrito, produziu maravilhas. O “doce” São Francisco de Sales precisou vencer um temperamento colérico. Nos santos, as virtudes foram vividas de maneira heróica, isto é excepcional. Esse caminho de conversão que eles seguiram faz com que eles sejam próximos de nós e isso também nos encoraja. O Padre Caffarel conheceu esse caminho, e é impressionante ver o quanto ele ajudou os outros a viver da santidade de Deus. A santidade é viver de Deus e dar essa vida aos outros. Alguém disse a seu respeito: “Assim que vi o Padre Caffarel, soube que estava diante de um santo”.
Quem pede à Igreja que beatifique alguém? Lembramo-nos do enterro de João Paulo II e dos gritos do povo: “Santo súbito!”. O reconhecimento da santidade de alguém é sempre o fruto da fé do povo cristão.








A Equipe Responsável Internacional pediu a abertura da Causa do Padre Caffarel porque constatou o fortís­simo apego dos equipistas do Brasil àquele que por três vezes estivera no seu país.
A ERI constatou, principalmente, que esse apego provinha de uma “presença” do Padre Caffarel. Lá, ele está vivo. Essa presença significa que Deus fala sempre de maneira forte por meio do seu servo para mostrar a grandeza do matrimônio e da oração.


Na França, os equipistas descobrem cada vez mais a importância e a riqueza da personalidade e da mensagem do seu fundador. Eles consideram que aí reside um tesouro que deve ser repartido. Os equipistas dos demais países, também eles, estão cada vez mais conscientes da importância da Causa para o mundo.
O Padre Caffarel está vivo. Ele nos fala. Leiamos os seus escritos, recebamos a sua luz. Orar a ele é viver com ele no caminho do matrimônio, esse “caminho de santidade”, e no caminho do encontro com Deus.



Frei Paul-Dominique Marcovits, o.p. Sac. Postulador da Causa de Beatificação de Pe. Caffarel

Tradução de Monique e Gerard Duchêne / CARTA MENSAL ABRIL 2008