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quarta-feira, 15 de março de 2017

15 simples atos de caridade de que costumamos esquecer!!

Vamos espalhar a caridade!

1. Sorrir
Um cristão sempre é alegre. Às vezes podemos nem perceber, mas, ao sorri, aliviamos a carga dos que estão ao nosso redor: na rua, no trabalho, em casa, na faculdade. A felicidade do cristão é uma bênção para os outros e para si mesmo.

2. Agradecer
Nunca se acostume a receber as coisas, mesmo “porque você precisa” ou “porque tem direito” a elas. Receba tudo como um presente, mesmo se estiver pagando por isso. Agradeça sempre. A pessoa agradecida é mais feliz.

3. Recordar às pessoas o quanto você as ama
Você sabe que os ama. Mas… e eles? Carinho, abraços e palavras nunca são demais. Se Jesus não tivesse se feito carne, nós jamais teríamos entendido que Deus é amor.

4. Cumprimentar essas pessoas que você vê diariamente
O porteiro, a faxineira, a recepcionista, o vizinho. Ao cumprimentá-los, você lhes recorda o quanto são importantes e o quanto você os valoriza.

5. Escutar a história das pessoas sem preconceito
O que pode nos tornar mais humanos que saber escutar? Cada história que lhe contam o unem mais aos outros: seus filhos, seu cônjuge, seu chefe, o professor, suas preocupações e alegrias. Você sabe que não são só palavras, mas partes da sua vida que precisam ser compartilhadas.

6. Parar para ajudar
Não interessa se é um problema de matemática, uma simples pergunta ou alguém com fome na rua. Ajuda nunca é demais. Todos nós precisamos uns dos outros.

7. Motivar as pessoas
Sabe aquele amigo que não anda muito bem? Tente arrancar um sorriso dele, para aliviar seu desânimo e ver que nem tudo na vida é ruim. É sempre bom saber que existe alguém que nos ama e que está ao nosso lado.

8. Comemorar as qualidades e conquistas dos outros
Nunca deixe de celebrar as alegrias das pessoas que convivem com você, suas qualidades, conquistas, boas ações. Simples frases como “Parabéns!”, “Fico feliz por você”, “Você fica bem com essa cor”, podem alegrar o dia de uma pessoa.

9. Doar as coisas que você não usa
Vale a pena fazer uma faxina no armário e separar algumas coisas para a doação. Isso ajuda a valorizar o que temos, engrandece nosso coração e pode fazer outras pessoas felizes.

10. Ajudar para que outra pessoa descanse
Isso pode ser vivido especialmente nas famílias. Você pode começar a fazer a tarefa de outra pessoa para que ela possa descansar, ou antes de que ela lhe peça ajuda. A vida fica mais leve quando nos ajudamos mutuamente nas responsabilidades cotidianas.

11. Corrigir com amor
Corrigir é uma arte. Muitas vezes nos encontramos em situações com as quais não sabemos lidar. O melhor método é o amor. O amor não somente sabe corrigir, mas também perdoar, aceitar e seguir em frente. Não tenha medo de corrigir e ser corrigido, isso é uma demonstração de que os outros gostam de você e querem que você seja melhor.

12. Ser detalhista com os que estão perto de você
Se você sabe do que aquela pessoa gosta, por que não aproveitar isso para fazê-la feliz? Tudo o que é dado com amor é melhor. Sair de si mesmo e pensar nos outros é maravilhoso e alegra o coração.

13. Limpar o que você usa em casa
Na vida familiar, isso é essencial para não sobrecarregar ninguém. Faça a sua parte, e faça com carinho. Você se sentirá alegre e em paz com isso.

14. Ajudar os outros em suas dificuldades
Carregar uma sacola, ajudar uma pessoa a atravessar a rua, pagar o almoço para alguém… São muitos detalhes ao seu alcance, e as pessoas não vão se esquecer do bem que você fez a elas. Demonstre que você ainda acredita na humanidade.

15. Ligar para os seus pais
Talvez você more sozinho ou inclusive já tenha sua própria família. No entanto, seus pais ainda se emocionam ao ver que você se lembra deles. Estar atento ao que eles precisam ou simplesmente ligar para saber como estão é algo que não custa muito e é um gesto de gratidão enorme.

Por Catholic Link via Aleteia

segunda-feira, 25 de abril de 2016

"Que o tempo no cárcere seja experiência de crescimento"


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Cidade do Vaticano (RV) - “Não se fechem no passado; transformem-no em caminho de crescimento, de fé e de caridade. Deem a Deus a possibilidade de fazê-los brilhar através desta experiência”. É o que escreve o Papa em uma carta aos detentos do cárcere de Velletri, nas proximidades de Roma. A carta de Francisco é uma resposta à mensagem recebida pelo Bispo Dom Marcello Semeraro em sua visita à prisão, em 5 de março passado, quando celebrou uma missa. 

“Agradeço por pensarem em mim em meio às dificuldades da sua vida atual”, afirma o Papa. “Confesso que eu também muitas vezes penso em vocês e nas pessoas que vivem nas prisões. “É por isso que quando faço visitas pastorais, peço sempre – quando é possível – para encontrar irmãos e irmãs como vocês, que vivem uma liberdade com limites, para levar o meu carinho e a minha proximidade”.

“Vocês vivem uma experiência na qual o tempo parece estar parado, parece que não passa nunca, mas a dimensão real do tempo não é a do relógio. Estejam certos de que Deus nos ama pessoalmente; para Ele a sua idade e cultura não têm importância, nem mesmo o que vocês foram, as coisas que fizeram, as metas que alcançaram, os erros que cometeram, as pessoas que feriram”.
“Na história da Igreja, muitos chegaram à santidade através de experiências duras e difíceis”, conclui o Papa, fazendo um convite aos detentos: “Abram a porta de seu coração a Cristo e será Ele a reverter a sua situação”. 
O cárcere de Velletri foi construído em 1999 e abriga atualmente 505 detentos, em dois pavilhões.
(CM)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

REDE DE SOLIDARIEDADE

Conheça o Banco de Remédios, onde a sobra de um ajuda a tratar o outro

Dámaso Macmillan, de 60 anos, reúne, classifica e redistribui remédios não mais utilizados, com data de validade preservada

Conheça o Banco de Remédios, onde a sobra de um ajuda a tratar o outro Lara Ely/Agência RBS
A entidade fica no segundo piso do Mercado Público Foto: Lara Ely / Agência RBS
Uma caixa de remédio para tratar doença como o lúpus pode custar R$ 2 mil, e, nem sempre, a distribuição do governo dá conta de suprir toda demanda.

Uma alternativa para quem enfrenta essa situação é buscar o serviço prestado pelo Banco de Remédios, uma associação que reúne, classifica e redistribui remédios não mais utilizados, com data de validade preservada. O serviço também é uma saída para doação de medicamentos ociosos, cujo descarte invariavelmente é a lata do lixo.

A iniciativa é de Dámaso Macmillan, 60 anos, que passou por transplante de rim e sentiu na pele a dificuldade de conseguir medicamentos caros. Hoje, ele é um caso raro de transplantado que não depende de medicação.

Mesmo assim, percebeu que muitos pacientes como ele deixavam sobrar nas caixas cartelas com dezenas de comprimidos em boas condições de uso. A partir daí, começou a reunir as sobras em uma espécie de farmácia informal gratuita.

Foi assim que criou, há oito anos, o Banco de Remédios, cuja finalidade é encaminhar remédios a pessoas cadastradas na associação e portadoras de receita médica.

Com sede no segundo piso do Mercado Público, a entidade foi a única a continuar suas atividades de forma ininterrupta após o incêndio.

— O fogo chegou em estabelecimentos vizinhos, mas a nossa sala ficou preservada — diz a mulher de Dámaso, Ana, que ajuda no trabalho.

Ainda em fase de adaptação à nova casa (antes, o banco funcionava na Rua dos Andradas, depois no primeiro piso do Mercado), a entidade recebe doações quase que diárias de clínicas médicas, hospitais, profissionais da saúde e cidadãos interessados em dar vida longa aos medicamentos. Em valor agregado, há quase R$ 1 milhão em medicamentos. Entre os beneficiados, estão mais de 1,5 mil pessoas.

No estoque, há desde simples analgésico, pílula anticoncepcional (um dos campeões de doação) até medicamentos para problemas mais graves, como doenças renais, cardíacas, autoimunes, câncer e diabetes. Tudo classificado por princípio ativo e por letra.

Para receber um remédio, é preciso estar cadastrado na associação e pagar a constribuição mensal de R$ 20.

— O valor não é equivalente ao preço do remédio, mas ajuda a cobrir as despesas da entidade. Funcionamos sem apoio do governo, para manter isenção e autonomia — explica o mentor da iniciativa.

Os pedidos e doações são aceitos pessoalmente, por telefone e até via redes sociais. O repasse é feito para todo o Estado e, caso o medicamento desejado não esteja ao alcance, MacMillan vai atrás.

Banco de Remédios 
— Mercado Público, loja 118, 2º pavimento.
— O serviço permite doar remédios e solicitar doações
— Contato: (51) 3286 -7579
— Facebook: Banco de Remédios
— Twitter: @bancoderemedios

Dados necessários para se cadastrar na associação
— Carteira de identidade
— CPF
— Comprovante de residência
— Cartão do SUS
— Receita médica
FONTE CADERNO VIDA - JORNAL ZERO HORA

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Aumente seu valor!!

Não deixe que outros tirem o seu valor. A unica pessoa que pode dizer qual o seu valor, é... você!! e ainda assim não precisa estar de acordo.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pessoas resilientes têm a capacidade de dar a volta por cima; você é uma delas?

  •  Bom dia! 
    Assistimos ontem excelente palestra do psicólogo Antonio Jane , sobre o tema Resiliência, no encontrão do ECC na paróquia São José da Vila Nova!
    Parabens ao ECC estava muito bom!

    alexandre



      Sou uma pessoa resiliente??




    Rogério Mesquita/UOL


    Reynaldo Gianecchini, aqui posando para a campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda, é um exemplo de pessoa que superou as adversidades, transformando experiências negativas em aprendizado

Frente a uma situação difícil, o que você faz: chora, foge ou enfrenta? Pois é, há pessoas que além de ficarem e enfrentarem os problemas, ainda conseguem se beneficiar com eles, aprendendo e crescendo emocionalmente. Essas são as pessoas resilientes.

O termo veio da física para designar a capacidade que alguns materiais têm de absorver impactos e retornar à forma original.

Quando se trata do comportamento humano, a palavra significa a habilidade de lidar e superar as adversidades, transformando experiências negativas em aprendizado e oportunidade de mudança. Ou seja, “dar a volta por cima”.

“Ser resiliente é ter a capacidade de enfrentar crises, traumas, perdas, graves adversidades, transformações, rupturas e desafios, elaborando as situações e recuperando-se diante delas”, explica Paulo Yazig Sabbag, professor de gestão de projetos e gestão do conhecimento da Faculdade Getúlio Vargas-FGV, e presidente da Sabbag Consultoria.

Apesar de o termo ser usado há mais de 30 anos pela psicologia, a palavra ganhou popularidade depois do ataque terrorista ao World Trade Center, nos EUA, em 11 de setembro de 2001.

Depois da tragédia, o governo do então presidente George W. Bush distribuiu cartilhas às pessoas envolvidas com o acidente para ensiná-las e estimulá-las a retomar a vida normalmente, superando o trauma.

No entanto, muitas vezes confunde-se resiliência com resistência – que são duas características diferentes, de acordo com Ana Maria Rossi, presidente do Isma-BR, associação brasileira integrante da International Stress Management-ISMA, voltada à pesquisa e ao desenvolvimento da prevenção e do tratamento de estresse no mundo.



“Uma pessoa resistente é aquela que ‘segura as pontas’, resistindo a situações de pressão. Já uma pessoa resiliente, além de suportar a pressão, aprende com as dificuldades e os desafios, usando sua flexibilidade para se adaptar e sua criatividade para encontrar soluções alternativas”, explica ela.

Superando traumas

Existem muitos exemplos famosos de pessoas resilientes, que transformaram verdadeiras tragédias em oportunidade de crescimento. Entre eles estão o físico britânico Stephen Hawking, que formulou a teoria da cosmologia quântica após ser acometido por esclerose amiotrófica que comprometeu toda sua mobilidade; o romancista húngaro Imre Kertész, sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz e hoje Prêmio Nobel de Literatura; e o ator Reynaldo Gianecchini que foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, um tipo raro de cãncer que se desenvolve nos linfócitos e conseguiu se recuperar.

Até mesmo o pesquisador que começou a utilizar o termo para estudar o comportamento humano é um exemplo de pessoa resiliente. O neurologista e psiquiatra austríaco Vitor Frankl, sobrevivente de Auschwitz, utilizou sua experiência como prisioneiro do mais famoso campo de concentração nazista como inspiração para seus estudos sobre a resiliência.

Em seu livro “Em busca de sentido” (editora Vozes), Frankl aponta que “mesmo nas situações mais absurdas, dolorosas e desumanas, a vida tem um significado em potencial e, portanto até o sofrimento tem sentido”.

Mas nem toda pessoa resiliente é famosa. Este é o caso dos moradores de rua, estudados pela psicóloga Magali de Sousa Alvarez, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP. Por dez anos ela acompanhou os moradores de rua de São Paulo, analisando seu comportamento e  resiliência em um cenário marcado por preconceito, violência e desprezo.

De acordo com a pesquisadora, ninguém é resiliente sozinho: a interação com outras pessoas é fundamental para superar situações difíceis. “A comunidade onde crianças e adultos vivem pode ajudar a sublimar traumas e compor pessoas resilientes, pela energia vinda dessa interação”, afirma.

Profissionais resilientes

Resiliência também é uma palavra muito usada no mercado de trabalho. Cada vez mais empresas buscam funcionários que sejam resilientes, isto é, que suportem bem a pressão, que sejam flexíveis e que usem a criatividade para resolverem problemas.

Mas as empresas não procuram apenas funcionários resilientes, buscam elas mesmas serem organizações resilientes, tornando-se capazes de enfrentar crises e sair delas renovadas e fortalecidas.

“Uma organização resiliente é uma corporação inteligente, reflexiva, onde as pessoas podem exercitar sua inteligência, liberdade de expressão e responsabilidade pelos atos e ideias”, explica Débora Patrícia Nemer Pinheiro, psicanalista do Hospital das Clínicas de Curitiba e professora de psicologia da Universidade Positivo, no Paraná.

De acordo com Sabbag, para uma empresa se tornar resiliente, ela precisa primeiramente trabalhar a resiliência de seus funcionários – especialmente de seus dirigentes.

“Se as pessoas que tomam as decisões são pessoas resilientes, elas conseguem guiar a empresa em épocas de crise, pois aprendem com os erros e conseguem superar os problemas. E ainda servem de modelo aos funcionários”, diz.

  • O físico britânico Stephen Hawking, que formulou a teoria da cosmologia quântica após ser acometido por esclerose amiotrófica, é outro exemplo
Aprendendo a ser resiliente

Para alguns, a resiliência é uma característica de nascença. “Algumas pessoas já nascem mais resilientes, assim como outras nascem mais agressivas ou mais passivas. Elas já têm uma capacidade de se reestruturar e se transformar dependendo do desafio”, diz Rossi.

No entanto, essa capacidade pode ser aprendida em qualquer fase da vida. Além disso, resiliência não é uma característica que você possui ou não: há graus variados de como uma pessoa consegue lidar com o estresse.

“A resiliência é o resultado de fatores internos (sua subjetividade e estruturação psíquica) e externos (circunstâncias sociais, econômicas) e o produto disto é a criação de um sentido para a própria vida por meio do estabelecimento de um rumo, uma direção que perpasse os objetivos e projetos na vida de uma pessoa”, explica Nemer. Desta forma, é possível tanto aprender a ser resiliente como aumentar o grau de resiliência.



Além disso, é importante contar com o apoio do grupo em que se está inserido, e com o amor das pessoas que o cerca. Como aponta Alvarez: “resiliência é uma dança bem sucedida na música da vida. Não uma dança com bailarinos solitários: ela pede parcerias, empatia, encontros. Ela fala de amor”, afirma.
Para se tornar uma pessoa resiliente, é preciso força de vontade e trabalhar com um profissional. A terapia pode ajudar a ter maior tolerância a mudanças, a definir objetivos de vida, a ser mais otimista, a respeitar seu próprio comportamento e a fortalecer sua estrutura emocional.
 
fonte:http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/09/07/pessoas-resilientes-tem-a-capacidade-de-dar-a-volta-por-cima-voce-e-uma-delas.htm