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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Conheça um pouco o Frei Rodrigo Machado

Especial Frei Rodrigo Machado

Fonte: http://www.franciscanos-rs.org.br/especial-frei-rodrigo-machado/

Notícias

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Vivendo há dois anos em Jerusalém, Frei Rodrigo que agora durante o tempo de férias, presta serviço no Santuário da Fonte de Colombo (Itália), lugar onde São Francisco escreveu a Regra de Vida dos Frades. Conversamos com Frei Rodrigo, sobre os seus estudo e trabalhos, confira a matéria.

1)Frei Rodrigo, como você está?
Estou bem  Encontro-me no meio dos meus estudos teológicos. No próximo ano acadêmico vou dar início ao terceiro ano de teologia.  É muito gratificante poder fazer a teologia na Terra Santa, pois é o quinto evangelho, ou seja, é estar nos lugares onde a palavra de Deus se cumpriu.
2) Como esta sendo a caminhada de formação em Jerusalém?
Ao iniciarmos os estudos teológicos na Terra Santa não nós damos conta do que isso significa pra nós e para nossos familiares, amigos e confrades. Estudar a teologia aqui tem três grandes dimensões: a bíblica, arqueológica e a litúrgica.
Vivendo há dois anos em Jerusalém, Frei Rodrigo que agora durante o tempo de férias, presta serviço no Santuário da Fonte de Colombo (Itália), lugar onde São Francisco escreveu a Regra de Vida dos Frades. Conversamos com Frei Rodrigo, sobre os seus estudo e trabalhos, confira a matéria. 1)Frei Rodrigo, como você está? Estou bem  Encontro-me no meio dos meus estudos teológicos. No próximo ano acadêmico vou dar início ao terceiro ano de teologia.  É muito gratificante poder fazer a teologia na Terra Santa, pois é o quinto evangelho, ou seja, é estar nos lugares onde a palavra de Deus se cumpriu. 2) Como esta sendo a caminhada de formação em Jerusalém? Ao iniciarmos os estudos teológicos na Terra Santa não nós damos conta do que isso significa pra nós e para nossos familiares, amigos e confrades. Estudar a teologia aqui tem três grandes dimensões: a bíblica, arqueológica e a litúrgica. 3) Frei qual foi o maior desafio que você encontrou? O maior desafio que eu encontrei vindo de uma realidade pastoral com a caraterística nossa do Brasil, de contato direto com o povo de Deus, aqui não temos esse contato, pois não falarmos nem uma das duas línguas locais o árabe e hebraico. 4) Frei sabemos que está sobre o seus cuidados, um importante serviço, qual é e o que você pode nos partilhar sobre ele? Hoje como vice cerimoniario da Custódia da Terra Santa, tenho como uma das responsabilidades o cuidado da sacristia do convento de São Salvador, onde realizamos alguns dos grades pontificais da Custódia. Este serviço não é um posto de honra, mas sim um ministério, um serviço, o qual buscamos desempenhar com cuidado e dedicação, a final, o fazemos para celebrar o mistério pascal que celebramos se renova. 5) Como você vê a atividade dos freis gaúchos aí?  Atualmente a nossa província São Francisco marca presença com 2 frades, um na basílica da Agonia, frei Plácido, e eu, como estudante de teologia. Temos aqui na Terra Santa outros frades de províncias diversas do Brasil, que estão prestando serviços em diversos santuários da Terra Santa. O que é muito importante, pois as Constituições Gerais nos lembram que a Custódia da Terra Santa é a pérola das missões da Ordem, pela qual toda a ordem é responsável de levar frades missionários que queiram prestar este serviço. 6) Como você recebeu a noticia que Frei Antônio vai se juntar a você em 2016? A notícia da vinda de frei Antônio é muito boa e nos alegra, pois é bom saber que vamos ter mais um irmão fazendo esta experiência, de fazer teologia na Terra Santa. 7)Obrigado, pela partilha o que você gostaria de deixar de mensagem para os nossos leitores? Por fim poderia resumir a oportunidade de fazer teologia aqui como uma grande graça de vivenciar a palavra de Deus no seu lugar, poder ver e tocar por meio da arqueologia, e poder reafirmar e atualizar este mistério através da liturgia, isso tudo é uma graça. Pois ao celebrar cada festa nesta Terra, fazemos em nome do Santo Padre e da Igreja Universal.  Peço a vossa oração para os cristãos do Oriente Médio, para que encontrem paz em meio a tantos conflitos. Eu aqui da terra santa asseguro a minha prece por vocês aqui dos lugares santos!
Em 2014, Frei Rodrigo teve a oportunidade de encontrar o Santa Padre, por ocasião da sua visita a Terra Santa.
3) Frei qual foi o maior desafio que você encontrou?
O maior desafio que eu encontrei vindo de uma realidade pastoral com a caraterística nossa do Brasil, de contato direto com o povo de Deus, aqui não temos esse contato, pois não falarmos nem uma das duas línguas locais o árabe e hebraico.
4) Frei sabemos que está sobre o seus cuidados, um importante serviço, qual é e o que você pode nos partilhar sobre ele?
Hoje como vice cerimoniario da Custódia da Terra Santa, tenho como uma das responsabilidades o cuidado da sacristia do convento de São Salvador, onde realizamos alguns dos grades pontificais da Custódia. Este serviço não é um posto de honra, mas sim um ministério, um serviço, o qual buscamos desempenhar com cuidado e dedicação, a final, o fazemos para celebrar o mistério pascal que celebramos se renova.
5) Como você vê a atividade dos freis gaúchos aí?
rodrigo
“Este serviço não é um posto de honra, mas sim um ministério, um serviço..”
Atualmente a nossa província São Francisco marca presença com 2 frades, um na basílica da Agonia, frei Plácido, e eu, como estudante de teologia. Temos aqui na Terra Santa outros frades de províncias diversas do Brasil, que estão prestando serviços em diversos santuários da Terra Santa. O que é muito importante, pois as Constituições Gerais nos lembram que a Custódia da Terra Santa é a pérola das missões da Ordem, pela qual toda a ordem é responsável de levar frades missionários que queiram prestar este serviço.

6) Como você recebeu a noticia que Frei Antônio vai se juntar a você em 2016?
A notícia da vinda de frei Antônio é muito boa e nos alegra, pois é bom saber que vamos ter mais um irmão fazendo esta experiência, de fazer teologia na Terra Santa.
7)Obrigado, pela partilha o que você gostaria de deixar de mensagem para os nossos leitores?
Por fim poderia resumir a oportunidade de fazer teologia aqui como uma grande graça de vivenciar a palavra de Deus no seu lugar, poder ver e tocar por meio da arqueologia, e poder reafirmar e atualizar este mistério através da liturgia, isso tudo é uma graça. Pois ao celebrar cada festa nesta Terra, fazemos em nome do Santo Padre e da Igreja Universal.  Peço a vossa oração para os cristãos do Oriente Médio, para que encontrem paz em meio a tantos conflitos.
Eu aqui da terra santa asseguro a minha prece por vocês aqui dos lugares santos!


terra santa
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quarta-feira, 2 de março de 2016

Papa Francisco afirma que a Igreja não precisa de dinheiro sujo

2016-03-02 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – “O povo de Deus, a Igreja, não precisa de dinheiro sujo, mas de corações abertos à misericórdia de Deus”.
Ao citar os inúmeros caminhos que nos distanciam de Deus, a catequese do Papa na Audiência geral da quarta-feira, (02/03), foi uma oportunidade para refletir sobre a misericórdia e a correção.
Na ótica da passagem em que o profeta Isaías fala que a Deus não agrada o sangue de cordeiros e touros, Francisco fez um apelo:
Dinheiro sujo
“E aqui penso a alguns benfeitores da Igreja, com boas ofertas, mas esta oferta é fruto de tantas pessoas abusadas, maltratadas, escravizadas, com o trabalho mal pago. Eu digo a estas pessoas: levem de volta este cheque, queime-o. O povo de Deus, a Igreja, não precisa de dinheiro sujo, mas de corações abertos à misericórdia de Deus”.
Isaías fala ainda de Deus como um pai afetuoso, mas também atento e severo quando percebe a infidelidade e a corrupção do povo de Israel. Neste ponto, o Pontífice refletiu sobre a misericórdia de Deus que, mesmo renegado, nos chama de “seus” filhos.
Confiança
“Deus nunca nos renega. Nós somos o seu povo. O mais malvado dos homens, e a mais malvada das mulheres, o mais malvado dos povos, são seus filhos. E isso Deus nunca renega. Diz sempre, vem. Este é o amor de Deus: ter um pai assim nos dá esperança, nos dá confiança. Isto é aquilo que Deus faz, vem ao nosso encontro para que nos deixemos amar por Ele. No coração do nosso Deus”.
Ao citar o salmo que afirma que “Deus não nos trata segundo as nossas culpas”, Francisco ressalvou que a “salvação requer a decisão de escutar e de deixar-se converter, mas permanece sempre um dom gratuito”.
“Para entender bem: quando alguém está doente, vai ao médico; quando alguém se sente pecador, vai ao Senhor. Mas, se ao invés de ir ao médico, vai ao curandeiro, não se cura. Muitas vezes, preferimos percorrer estradas erradas, procurando uma justificação, uma justiça, uma paz que nos é presenteada como dom do Senhor se irmos a Sua procura”. (RB)
(from Vatican Radio)

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Francisco aos novos bispos: não esqueçam quem se afastou



Papa Francisco convidou os pastores a “tomarem pela mão” os fiéis que “são de casa” na Igreja e a cuidar também daqueles fiéis que se afastaram da Igreja, quem sabe “batendo a porta” (“Não vos escandalizeis das suas dores e das suas desilusões) bem como “quem não conhece Jesus ou sempre o recusou” (Não é verdade que podemos prescindir destes irmãos distantes”), no discurso que dirigiu a aproximadamente 130 bispos nomeados no decurso do ano.
A reportagem foi publicada por Vatican Insider, 10-09-2015. A tradução é de Benno Dischinger
“Viestes de um irrepetível encontro com o Ressuscitado”, disse aos bispos em Roma nestes dias para um encontro promovido pela Congregação dos Bispos e a das Igrejas orientais. A sua presença é “um hálito a resguardar, um sopro que revoluciona a vida (a qual não será mais como antes), embora também serene e console como leve brisa, da qual não é possível apossar-se. Peço-vos que não domestiquem tal potência, mas deixem que ela envolva continuamente a vossa vida”.
A proclamação do Ressuscitado, disse o Papa, não é “óbvia nem fácil”: “O mundo está tão contente com seu presente, pelo menos na aparência, daquilo que está em condições de assegurar quanto lhe parece útil para sufocar a exigência daquilo que é definitivo. Os homens andam tão esquecidos da eternidade, enquanto, distraídos e absortos, administram o existente, deixando de lado quanto virá. Tantos se resignaram tacitamente ao costume de navegar à vista, ao ponto de remover a própria realidade do porto que os espera. Muitos se deixam raptar tão fortemente pelo cínico cálculo da própria sobrevivência, que até se tornaram indiferentes, e não raramente impermeáveis à própria possibilidade da vida que não morre”. 
Pontífice argentino fez referência aos “desafios dramáticos como a globalização, que aproxima o que está longe e, de outra parte, separa quem está próximo”, “ao fenômeno epocal das migrações que transtorna os nossos dias”, “ao ambiente natural, jardim que Deus deu como habitação ao ser humano e às outras criaturas e que está ameaçado pelo míope e por vezes predatório desfrutamento”, “à dignidade e ao futuro do trabalho humano, do qual estão privadas gerações inteiras, reduzidas a estatísticas”, “à desertificação das relações, à desresponsabilização difusa, ao desinteresse pelo amanhã, ao crescente e pavoroso fechamento”, “ao desnorteamento de tantos jovens e à solidão de não poucos anciãos”.
Francisco acrescentou: “Não gostaria de concentrar-me numa tal agenda de tarefas porque não gostaria de apavorar-me. Ainda estais em lua de mel!”, mas é necessário evitar o risco de “transcurar as múltiplas e singulares realidades de vossa grei”. São três, para Francisco, os tipos de fiéis aos quais correspondem outros tantos empenhos pastorais. Para “aqueles que são de casa, frequentam as vossas comunidades e se aproximam da Eucaristia”, o Papa convidou os novos bispos a serem “pedagogos, guias espirituais e catequistas”: “Não poupeis energias para acompanha-los na saída. Não deixeis que se resignem à planície. Removei com delicadeza e cuidado a cera que lentamente se deposita nas orelhas, impedindo-os de escutar Deus”. 
Quanto às “pessoas batizadas que no entanto não vivem as exigências do Batismo”, “alguns – sublinhou Bergoglio – se afastaram porque desiludidos pelas promessas da fé ou porque demasiado exigente pareceu o caminho para atingi-las. Não poucos saíram batendo a porta, lançando contra nós as nossas fraquezas e procurando, sem conseguir de todo, convencer-se que se tinham deixado enganar por esperanças no final desmentidas. Sede Bispos capazes de interceptar o seu caminho; fazei-vos também vós viandantes aparentemente perdidos, perguntando o que aconteceu na Jerusalém de sua vida e, discretamente, deixando que se desafogue o seu coração enregelado. Não vos escandalizeis com suas dores ou suas desilusões”.
Mais ainda: “Dispensai palavras que lhes revelem o que ainda são capazes de ver: as potencialidades ocultas nas suas próprias desilusões. Guiai no mistério que trazem nos lábios sem atualmente reconhecer sua força. Mais do que com palavras, aquecei o seu coração com a escuta humilde e interessada do seu verdadeiro bem, até que se abram os seus olhos e possam inverter a rota e retornar Àquele do qual se tinham afastado”. E “vigiai para que não se insinue perigosamente nas vossas comunidades aquela soberba dos “filhos mais velhos”, que torna incapaz de alegrar-se com quem “estava perdido e foi reencontrado”.
Enfim, “procurai também quem não conhece Jesus ou sempre o recusou”, disse Francisco aos novos bispos. “Não é verdade que possamos prescindir destes irmãos distantes”, disse o Papa. “Não é permitido remover a inquietude pela sua sorte. Além disso, ocupar-nos do seu autêntico e definitivo bem poderia abrir uma brecha no murado perímetro com o qual ciosamente tutelam a própria autarquia. Vendo em nós o Senhor que os interpela, talvez tenham a coragem de responder ao convite divino. Caso isso ocorresse, as nossas comunidades serão enriquecidas com quanto eles têm a compartilhar e o nosso coração de Pastores se alegrará por ainda poder repetir: “Hoje a salvação entrou nesta casa”. Tal horizonte – concluiu o Papa – prevaleça no vosso olhar de Pastores no iminente Ano Jubilar da Misericórdia que nos preparamos a celebrar”.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Papa: sabedoria do cristão é não julgar os outros e acusar a si mesmo


◊  
Cidade do Vaticano (RV) – É fácil julgar os outros, mas seguimos adiante no caminho cristão somente se temos a sabedoria de acusar a si mesmo: foi o que disse o Papa retomando, após os exercícios espirituais, a celebração da Santa Missa na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano.
As leituras do dia estão centralizadas no tema da misericórdia. O Papa, recordando que "todos nós somos pecadores" - não "em teoria", mas na realidade -, indica "uma virtude cristã, ou melhor, mais do que uma virtude": "a capacidade de acusar a si mesmo". É o primeiro passo para quem deseja ser cristão:
"Todos nós somos mestres, somos doutores em justificar a nós mesmos:" Mas, não fui eu, não, não é culpa minha, mas sim, não foi tanto, eh ... As coisas não são assim ... '. Todos nós temos um álibi de explicação das nossas falhas, dos nossos pecados, e muitas vezes somos capazes de fazer aquela cara de "Mas, eu não sei', cara de, ‘Mas eu não fiz, talvez seja outro": fazer cara de 'inocente’. E assim se vai adiante na vida cristã”.
"É mais fácil culpar os outros" - observou o Papa -, mas "ocorre uma coisa de certo modo estranha" se tentamos nos comportar de maneira diferente: “quando começamos a olhar para o que somos capazes de fazer", no início,  “nos sentimos mal, sentimos nojo”, depois isso “nos dá paz e saúde”. “Por exemplo - disse o Papa Francisco -, "quando eu encontro no meu coração uma inveja e sei que esta inveja é capaz de falar mal do outro e matá-lo moralmente", esta é a "sabedoria de acusar a si mesmo." "Se nós não aprendermos este primeiro passo da vida, nunca, nunca daremos passos no caminho da vida cristã, da vida espiritual":
"É o primeiro passo, para acusar a si mesmo. Sem dizer, não? Eu e a minha consciência. Vou pela rua, passo diante da prisão: "Eh, estes merecem isso" - "Mas você sabe que se não fosse pela graça de Deus, você estaria lá? Você pensou que você é capaz de fazer as coisas que eles fizeram, ou ainda pior?'. Isto é a acusar a si mesmo, não esconder a si próprio as raízes do pecado que estão em nós, as muitas coisas que somos capazes de fazer, mesmo se não se veem."
O Papa sublinha outra virtude: vergonhar-se diante de Deus, em uma espécie de diálogo em que reconhecemos a vergonha do nosso pecado e a grandeza da misericórdia de Deus:
"'A Vós, Senhor, nosso Deus, a misericórdia e o perdão. A vergonha a mim, e a Vós a misericórdia e o perdão". Este diálogo com o Senhor vai nos fazer bem nesta Quaresma: a acusação de si mesmo. Peçamos misericórdia. No Evangelho, Jesus é claro: "Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso". Quando se aprende a acusar a si próprio se é misericordioso para com os outros: "Mas, quem sou eu para julgar, se eu sou capaz de fazer coisas piores? '".
A frase: "Quem sou eu para julgar o outro" - disse o Papa - obedece precisamente à exortação de Jesus: "Não julguem, e vocês não serão julgados; não condem, e não serão condenados; Perdoem, e serão perdoados. Em vez disso - destacou -, "como gostamos de julgar os outros, fofocando sobre eles."
"Que o Senhor, nesta Quaresma - concluiu o Pontífice –, nos dê a graça de aprender a nos acusarmos", conscientes de que somos capazes "de fazer coisas ruins”, e dizer: "Tenha piedade de mim, Senhor, ajude-me a envergonhar-me e me dê a misericórdia, assim poderei ser misericordioso para com os outros” (SP).